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domingo, 9 de julho de 2017

Cadê os "zamigos"?


Um conhecido e até pouco tempo, próspero empresário, dono de várias lojas de venda de materiais de construção, atualmente está enfrentando um sério problema de ordem financeira, com dificuldade até mesmo para pagar os salários dos poucos empregados (eram 92, mas agora apenas 34) que ainda restam em sua empresa que caminha rumo à falência. Para honrar compromissos bancários, vendeu sua bela mansão residencial por preço de banana e passou a morar em uma modesta casinha com a sua família. É uma prova de que tudo tem feito para não ser considerado caloteiro, é homem integro. Os banquetes e as muitas festas que costumava promover, sempre bastante concorridas e prestigiadas pela vasta legião de “amigos”, são coisas do passado. Seu nome, suas fotos, e de seus familiares, em colunas sociais eram frequentes, porém, estando agora “na pior”, foi esquecido. É citado apenas nos editais do cartório de protesto de títulos e na resenha forense.

O referido cidadão queixa-se de que os amigos o abandonaram e até mesmo procuram acintosamente evitar encontrá-lo, temerosos, talvez, segundo ele próprio, de serem importunados com pedido de empréstimo de dinheiro. Só conta mesmo com a compreensão e o apoio de sua esposa e de seus filhos. Estes, que na fase das vacas gordas viviam sem fazer nada e nas baladas esbanjando a grana do “velho”, hoje já estão procurando emprego. É a vida, é o mundo cão! Amizade, alguém já disse: “é um navio bastante grande para levar duas pessoas com tempo bom, mas só uma com tempo ruim”.

Para quem chega ao fundo do poço só resta uma alternativa: tentar subir. Portanto, almejo que essa pessoa que acompanhou descalço e com lágrimas nos olhos o último Círio de Nossa Senhora de Nazaré, não esmoreça, tenha coragem, lute bastante para reverter essa situação. Acima de tudo, tenha muita fé em Deus e na querida Santinha. E lembre-se sempre, que a infelicidade, a queda, o fracasso, tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.

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