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sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Leitorado

De anônimo: “É o começo do fim da Caixa de Assistência aos Funcionários do Basa (CASF) Lamentável ...! Mas, até ao sepultamento, os diretores, advogados e muitas outras pessoas, continuarão usufruindo de gordos salários.”

11 comentários:

  1. Seria interessante que a diretoria da CASF enumerasse os casos de risco que já ocorreram em função dos serviços prestados no ambulatório, pra que a gente pudesse avaliar o grau de acerto da medida que vem de ser adotada.
    Todo mundo sabe que o grande problema enfrentado pelos planos de saúde, principalmente esses denominados de auto gestão, é a completa liberdade de que gozam os hospitais e as clinicas médicas para cobrarem aquilo que bem entendem.
    Tem sido essa, pelo menos, a queixa dos dirigentes desses planos, sendo antológica uma dessas citações, no sentido de que se os hospitais cobrarem por quilometros de esparadrapo os planos têm de pagar.
    Então, jogar na direção da avidez desses estabelecimentos procedimentos que vêem sendo feitos a preço de custo pelo próprio Plano, será, em princípio, um erro de avaliação para “readequação de despesas administrativas”.
    Quem dera pudessem os plano de saúde de auto gestão chamar para si a realização de um sem número de procedimentos que hoje são entregues à sanha dos agentes de saúde ...
    Quem dera pudessem os planos de saúde de auto gestão possuír estabelecimentos próprios, aonde pudessem realizar determinados procedimentos a preços de custo ...

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  2. Pura insensatez da nova diretoria, que assumiu a quase três mesas, prometendo corrigir um sem número de “erros”, senão “delitos”, da diretoria anterior. A intensão foi seria irretocável, não fora a premissa distorcida, pois a diretoria anterior apenas teve o dissabor de navegar na tempestade da grave crise que se abateu sobre os planos de saúde do todo o país, desde o início de 2016, como, exaustivamente, demonstrou aos associados e beneficiários, nos muitos encontros que teve com os mesmos, não só em Belém, como nas capitais com relevante número de beneficiários e interiores vizinhos.
    Sabe-se que, em momento de crise ou não, a rédea curta nas despesas administrativas é a obrigações elementar de qualquer gestor. Contudo, encerrar a prestação de serviços em unidade própria de atendimento, no caso o ambulatório de Belém - onde a Casf tem concentrado mais de 80% dos seus beneficiários - é trafegar na contramão do consenso já estratificado junto a comunidade que gere planos de saúde, ou seja: investir na expansão de rede própria, como estratégia determinante à sobrevida dos planos de saúde. Em quase três meses de gestão, a atual diretoria da Casf, parece, sequer procurou conhecer o bê-á-bá do setor que se propôs administrar e, às cegas, resolveu transferir para a rede credenciada, onde os custos do atendimento são exponencialmente mais gravosos, substancial parcela da demanda atendida no ambulatório de Belém, que, em 2017, ultrapassou 13 mil atendimento, segundo declarava a diretoria anterior nas suas explanações aos associados. Em sedo verdadeira essa informação, algumas inquietações precisam ser dissipadas:
    1ª - Como qualificar como baixa demanda um total de mais de 10 mil atendimentos anuais no ambulatório?.
    2ª- A diretoria atual está realmente querendo reduzir custou ou garantir a transferência da demanda atendida no ambulatório de Belém, para a rede credenciada, mesmo sabendo que, de cada dez beneficiários atendidos no ambulatório ora em desmonte, são evitadas de quatro n cinco internações hospitalares da alto custo?
    A insensatez, ou coisa mais grave ainda, da atual diretoria, teve início com a extinção do atendimento das terapias seriadas no ambulatório de Belém. Atendimentos como os de pacientes autistas que eram prestados, com elevado grau de satisfação dos beneficiários, a um custo mensal de menos de R$300,00 passarão a custar entre R$ 2.500,00 a R$ 8.000,00, nos raros prestadores especializados, onde seções de terapias ocupacionais são praticadas a preços escorchantes, por conta da nova tendência do acolhimento ao doente por meio das famosas equipes multidisciplinares.
    Diante do claro desmonte que a atual diretoria vem imprimindo à Casf, o Diretor Fiscal que a ANS implantou na operadora desde o mês de março/18 não pode se fingir de morto. Dando tempo ao tempo, vamos esperar que, como membro da diretoria, ele compareça à reunião programada para o dia 11, a partir das 12h, no auditório do Banco, para tratar sobre o atual momento da Casf. É o mínimo que se pode esperar, repito.

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  3. É uma "pérola" essa decisão da nova diretoria da Casf. O "escopo" é a redução de despesas da Casf fechando o atendimento ambulatorial da Casf que prestando serviços de medicação leva, como aeroscopia, curativos, aplicação de injeções soros e quaisquer tipos de medicação - evitava que seus associados procurassem a rede hospitalar em busca desses atendimentos, economizando custos, que é justamente o "escopo" da atual diretoria . Só que eles estão cortando na carne errada. Os salários da diretoria continuam nas alturas dos R$-15 mil reais, o mesmo salário da "nova' Consultora Jurídica. Absurdo ainda maior é cobrar coparticipação em consultas no espólio do Ambulatório. Pergunta que não quer calar: com a extinção do atendimento ambulatorial em Belém, o que vão fazer os mais de 100 funcionários da Casf/matriz e os mais de 50 funcionários da Casf Corretora ? Fala-se que há salários de mais de R$-12 mil com direito inclusive a redução de mais de 60% nos valores dos planos de saúde incluindo os familiares. Na Casf Corretora tem um diretor que possui apenas 1% das ações mas é quem manda em tudo lá, inclusive praticando assédio moral a servidores, principalmente do sexo feminino. E tem salários de mais de R$-10 mil. A estrutura pesada de cargos e salários da Casf possui funções diversificadas como Gerentes, supervisores e coordenadores....Na área de limpeza, por exemplo, tem um gerente, uma supervisora e um coordenador....É mole ou quer mais ?

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    1. Com certeza a estrutura da CASF tem gorduras a ser cotadas. Sabe-se que a ultima reestruturação foi trabalho de uma assessora da diretoria eleita em 2010 (Erse, depois Fiock, Flávio e Fátima) sem nenhuma qualificação sobre o assunto. Por acaso, a mesma Psicóloga que agora retorna à CASF como titular do Conselho Deliberativo, a mesma Psicóloga que botou a CASF na justiça para abiscoitar uma indenização por suposto dano moral, simplesmente porque não gostou de um atendimento pontual no ambulatório de Belém, Pode Padilha??? Será que, por questão de coerência, ela pelo menos desistiu da ação ao se tornar membro do CONDEL ??? ??? ??? ??? ??? ???

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  4. O nosso colega Zé Flávio tem um “defeito”: Ele é “reizinho”.
    Mas, mesmo enfrentando o perigo de ser levado ao “cadafalso” por decisão do “reinado”, tomo a iniciativa de sugerir ao “meu imperador” que aproveite os dias deste fim de semana atípico e se dedique, por exemplo, à leitura do quanto foi objeto de discussão sobre a situação da nossa Casf nas linhas deste blog.
    Quem sabe se desse amontoado de “besteiras” que foram pensadas e escritas não possa surgir alguma coisa criativa ? Afinal de contas, é assim que funciona a técnica de criação que foi apelidada de “brainstorming”.
    Se, como todos concordam, o grande “calcanhar de Aquiles” enfrentado pelos planos de saúde é a conduta livre dos agentes de saúde para fazer os enxertos que desejarem; e se, pelo andar da carruagem, nada se pode esperar dos organismos chamados “reguladores” para coibir esses “impulsos criativos”,
    só resta a nós, pobres mortais, nos protegermos nos limites da frase dita pelo Filho do Criador: “Faz por ti que eu te ajudarei”.

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  5. O diretor José Flávio está mais para "capitão do mato" do que para "reizinho"...Pela sua esmerada rusticidade no trato com as pessoas ganhou até o apelido de "ministro da educação"....

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  6. Uma vez anunciada a falência da CASF, dei-me ao trabalho de rever parte dos ti-ti-tis publicados neste espaço e concluí que, segundo o Madson, além do regime de livre comércio com que os hospitais atendem os planos de saúde, a ganância pelos grandes lucros, o monte de sexagenários que dependem do plano são as causas da tragédia. Se verdadeiras as quilométricas narrativas do ex-presidente, temo que agora, para salvar a CASF, a nova diretoria, rendida aos bestiais impulsos do seu diretor administrativo e financeiro, resolva investir em um plano de extermínio dos sexagenários. Até acho que vou capar o gato para escapar do genocídio.

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  7. Brincadeiras à parte, caro Zé Flávio, não faz sentido a medida que voces estão anunciando.
    Dentro desse universo de "sacanagens hospitalares" a única saída é trazer para nós o máximo de procedimentos que pudermos realizar.
    Acredito mesmo que diante da força proporcionada pelos planos de saúde de auto gestão, eles deveriam se reunir e estudar a possibilidade de manter, nas cidades de maior porte, pelo menos um estabelecimento próprio, capaz de atender a 70 ou 80% dos procedimentos ligados a saude dos seus clientes.
    Será que isso é tão difícil ?

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    1. O que você certamente desconhece, amigo, é que a força cartelizada dos milhares de hospitais é infinitamente mais poderosa que os a dos pouco mais de 300 plnos de autogestão.

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  8. Não compareci a reunião do dia 11.09, devido questões particulares, mas tomei conhecimento que grande público interessado esteve presente à plenária conduzida pela colega Sofia acerca da situação administrativa, financeira e organizacional do nosso Plano de Saúde. A novidade diz respeito aos números – embora brutos, sem detalhamentos - das receitas e despesas. As demais inconveniências administrativas já vinham sendo detectadas e ventiladas por participantes interessados desde um bom tempo, embora ninguém tenha tido o propósito de exigir uma solução oficial definitiva, como seria o correto. Frize-se, por oportuno, que esses desatinos administrativos são corriqueiros desde o estabelecimento da Instituição. O que não quer dizer não ser possível corrigi-los. Nesta data, 14. IX, uma nova reunião complementou a anterior, ou melhor, esclareceu alguns detalhes que tinham ficados inconclusos, mesmo assim ficaram outros que não puderam ser discutidos, porque as instalações do auditório (?) e as interferências constantes – mas aceitáveis pela importância do tema - não permitiram uma sequência como seria o desejável. De qualquer forma, juntando os dois eventos e mais informações suplementares não acredito que o Plano de Recuperação proposto pela atual Diretoria, com a assistência do Regime Fiscal possa trazer os resultados esperados, considerando:
    - o prazo para execução do Plano é muito exíguo;
    - o pequeno universo de associado, com tendência de reduzir mais no futuro;
    - talvez 50% dos associados não tenha capacidade de cumprir os aumentos das contribuições previstos;
    - uma receita mensal de R$-8 milhões não comporta resgatar uma dívida de R$-24 milhões, seja qual for a forma de pagamento, considerando os compromissos diários e mensais da CASF referentes a aluguéis, pessoal, prestadores de serviços, etc.
    A situação é critica mesmo. Quem sabe um financiamento de longo prazo, com encargos financeiros compatíveis e carência de 2 ou 3 anos, seria uma saída ideal.

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  9. O nobre colega Rodolfo, sensato como de hábito, colabora com sugestões para o ´possível salvamento da Casf. Sua proposta de um financiamento de longo prazo , com encargos financeiros compatíveis e carência de 2 a 3 ano, parece adequada não fora a histórica má vontade da entidade Banco da Amazônia diante da situação da Casf, que vem se agravando desde o ano de 1996 quando foi retirado qualquer patrocínio ou parceria do Basa atendendo-se então, a uma uma mera "recomendação do TCU", que ao final só valeu para o Banco da Amazônia e sua operadora de planos de saúde. Qual a garantia que teria a Casf para esse financiamento de 20 a 30 milhões ? Só aquele bonito , mas pouco funcional, palacete da Braz de Aguiar, avaliado há cerca de cinco anos em cinco milhões de reais. Portanto, a salvação da Casf passa também pela maior sensibilidade do Banco da Amazônia, cujo quadro de servidores desde 1982 recebe assistência médico/ambulatorial dos planos de saúde daquela operadora. Já que não cabe mais patrocínio, pelo menos que se aumentasse dobrando o valor do Seguro Saúde, hoje em torno de 400 reiais...Sem esse auxílio do Banco da Amazônia e com os custos de aluguéis altíssimos e despesas administrativas também altas, vai ser difícil a manutenção da Casf apenas com empréstimos bancários, a par da crescente evasão de seus associados mais antigos, alguns por morte e outros por total falta de capacidade de continuar pagando. .

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