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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Leitorado


De M.S.G, bairro do Reduto/Belém
“Nesta época de Círio, os antigos empregados do Banco da Amazônia, relembram, com saudade, dos tempos das "vacas gordas", quando eram aquinhoados com a ‘Ciriana’, gratificação equivalente a um mês de salário. No Natal, recebíamos a ‘Natalina’. Hoje, não somos brindamos nem com um convite/ingresso para assistirmos a trasladação e o Círio, acomodados no palanque que o Basa arma em frente da sua sede, na avenida Presidente Vargas. Ali, só é permitida a presença de socialites, de gente fina, de gente bacana. Felizmente, o que não nos falta são as bênçãos de Nossa Senhora de Nazaré, que nos permite, mesmo com muitos problemas de saúde e financeira, estarmos vivos para mais uma vez participarmos de mais uma procissão em sua homenagem”.

2 comentários:

  1. Eu me lembro com saudade
    O tempo que passou
    O tempo passa tão depressa
    Mas em mim deixou

    Jovens tardes de domingo
    Tantas alegrias
    Velhos tempos
    Belos dias

    Canções usavam formas simples
    Pra falar de amor
    Carrões e gente numa festa
    De sorriso e cor

    Jovens tardes de domingo
    Tantas alegrias
    Velhos tempos
    Belos dias

    Hoje os meus domingos
    São doces recordações
    Daquelas tardes de guitarras
    Sonhos e emoções

    O que foi felicidade
    Me mata agora de saudade
    Velhos tempos
    Belos dias

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  2. É só o começo.
    Bolso vem aí, e já disse que as estatais estratégicas permanecerão funcionando no seu governo. As demais serão limadas. E dentre os bancos estatais, estratégicos serão apenas o BB e a CAIXA, como disse o nosso próximo Presidente da República.
    Não a acredito muito porque desde quando criancinha, o fim do Basa não sai das agendas reais ou especulativas, sai governo, entra governo. O xis da questão é que, já dizia a vovó que o costume do cachimbo é que põe a boca torta, e o vovô que não há bem que dure pra sempre, nem mal que nunca se acabe.
    Como não sou bacana, eu não vou pro palanque do Banco, mas vou ficar no póe da mangueira em frente, rezando para que a Nazinha não permita o fechamento do Banco e que em outros Círios, o milagre Bolsonaro não tenha nos transformado em restos de farrapos humanos, pois, desde o famoso milagre Collor, já somos farrapos, com as raras exceções que são os filhos do rei.

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