Para não dizerem que só falei do Fluminense...
Lembro que, aos sábados, em Santarém, nas festas dançantes que são realizadas no Miguel do Jaraqui, sempre com casa cheia, o ambiente ė de respeito e muito tranquilo, com a presença de pessoas de todos os niveis sociais que convivem, que se misturam, sem nenhum pingo de discriminação, "numa boa", como diz a moçada. A dança é no estilo "agarradinho" e os ritmos preferidos dos casais são, o bolero e o brega. O brega, você sabe, é aquele ritmo balançado que não é pra qualquer dançarino, como eu, por exemplo. O cabra tem que ser bom de pé e saber girar no salão, caso contrário a dama o deixa falando só. É claro que a dama também tem que ser da mesma qualidade do cavalheiro. Bem leve, do tipo pena, daquelas que a gente tem a impressão de que ela está dançando sozinha. Aí é que é pai-d´égua.
Na foto, o meu saudoso amigo Miguel, criador e proprietário desta tradicional casa de diversão.
Lembro que, aos sábados, em Santarém, nas festas dançantes que são realizadas no Miguel do Jaraqui, sempre com casa cheia, o ambiente ė de respeito e muito tranquilo, com a presença de pessoas de todos os niveis sociais que convivem, que se misturam, sem nenhum pingo de discriminação, "numa boa", como diz a moçada. A dança é no estilo "agarradinho" e os ritmos preferidos dos casais são, o bolero e o brega. O brega, você sabe, é aquele ritmo balançado que não é pra qualquer dançarino, como eu, por exemplo. O cabra tem que ser bom de pé e saber girar no salão, caso contrário a dama o deixa falando só. É claro que a dama também tem que ser da mesma qualidade do cavalheiro. Bem leve, do tipo pena, daquelas que a gente tem a impressão de que ela está dançando sozinha. Aí é que é pai-d´égua.
Na foto, o meu saudoso amigo Miguel, criador e proprietário desta tradicional casa de diversão.

Nenhum comentário:
Postar um comentário