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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

TSE critica PSDB e deve rejeitar pedido de auditoria

Quatro dos sete ministros da corte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já afirmaram extra-oficialmente que a tendência é que o pedido do PSDB, sobre auditoria das eleições, seja negado, informa a Folha de São Paulo em sua edição de ontem (2).

O PSDB, na última quinta-feira (30), apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido de auditoria especial no sistema de votação, apuração e contagem dos votos das eleições deste ano. A solicitação foi feita pelo deputado reeleito Carlos Sampaio (PSDB-SP).

Ainda segundo a Folha, o ministro João Otávio de Noronha, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, afirmou que "não há nada que comprometa" a lisura do processo eleitoral. O pedido chegou a causar indignação entre os ministros do Tribunal. Noronha teria classificado como "prejudicial" à democracia esse tipo de posicionamento, e dito que o pedido "não é sério".

Ainda sim, os ministros afirmaram que vão discutir a situação em plenário e esclarecer o processo eleitoral à sociedade. Noronha ainda afirmou que não teria fato concreto que apontasse fraude, e destacou que o processo foi protocolado sem a assinatura de Aécio e outros membros do partido.

domingo, 2 de novembro de 2014

Saudade, muita saudade...


No cemitério Nossa Senhora dos Mártires, em Santarém, estão sepultados neste jazigo (foto acima) o meu pai (Vidal), a minha mãe (Didó), a minha mana (Edith), o meu irmão Eros e sua esposa Maria Nicia. Bem ao lado (foto abaixo), estão os restos mortais do meu mano Emir e de sua filha Telma Suely, minha sobrinha.
“O Senhor deu, o Senhor tirou – bendito seja o nome do Senhor!”
“Dá-nos, Senhor, coragem, fé e esperança, a fim de vivermos hoje e sempre, a tua verdade. E concede a nossos entes queridos o descanso e a luz eterna. Amém".

Ruas do bairro do Umarizal, em Belém, ficarão sem energia neste domingo

Moradores de algumas ruas do bairro do Umarizal, em Belém, ficarão sem energia elétrica durante toda a manhã deste domingo (2), Dia de Finados. O desligamento programado pela Celpa para a manutenção da rede local tem início às 6h45. A previsão é que o serviço seja normalizado no início da tarde, por volta das 13h30.
Foto: Arquivo O Liberal
Confira os trechos que terão o fornecimento interrompido:
- Rua Jerônimo Pimentel, entre as travessas Pombal e Dom Romualdo de Seixas
- Travessa Dom Pedro I, entre a rua Bernal do Couto e avenida Senador Lemos
- Rua Curuçá, entre travessa Dom Pedro I e rua Ferreira Pena

Papa pede fim da guerra

O papa Francisco pediu ontem (1º), ao celebrar missa pelo Dia de Todos os Santos, o fim da guerra para que as crianças, os pobres e fracos não sofram as consequências. Ele criticou o sistema de devastação que impera no mundo, afirmando que não é algo do passado.

“Somos capazes de destruir a terra e tudo o que nos rodeia”, acrescentou o papa na missa, celebrada em um cemitério em Roma e da qual participaram milhares de católicos.

Francisco criticou os “homens que se julgam deuses, que se creem reis”, que “se tornaram donos do reino de Deus” e que são responsáveis pelo sofrimento de milhões de pessoas em todo o mundo.

“São os que causam as guerras, que não contribuem precisamente para semear a semente da vida e só conseguem destruir o mundo e causar sofrimento aos pobres, aos fracos e às crianças”, destacou.

“Todas essas crianças que sofrem, famintas, enfermas, não são crianças de outra espécie, são seres humanos”, advertiu o pontífice.

Ele pediu aos presentes que orem “para que haja paz, pão, para que haja crianças que brinquem com os seus avós, jovens que possam trabalhar” e para que ninguém seja perseguido pela sua fé.

“Gostaria que hoje pensássemos em todos eles, pecadores como nós, mas com vidas destruídas, pois sofrem as consequências dos destruidores”, disse.

O papa lembrou que o seu trabalho é acompanhar os fracos e os que sofrem e pediu a Deus “coragem para que os homens acabem com tudo o que é devastação, destruição e exclusão da paz”. (OrmNews)

Sergio Moro, o juiz na mira dos acusados do petrolão

INDEPENDENTE - Sergio Moro: o trabalho do juiz provocou protestos da presidente Dilma Rousseff, que reclamou da realização de interrogatórios durante a campanha eleitoral
VEJA desta semana revela que advogados, empreiteiras e políticos envolvidos no escândalo do petrolão se dedicam a divisar um plano para torpedear o processo da Operação Lava Jato e desqualificar o juiz encarregado do caso, Sérgio Fernando Moro.

A história recente do Brasil tem algumas lições para o juiz federal Sérgio Fernando Moro.

Relator do processo do mensalão, o ex-ministro Joaquim Barbosa recebeu do PT a alcunha de traidor e foi atacado, de forma impiedosa, antes mesmo de decretar a prisão da cúpula do partido. Autor do pedido de condenação no caso, o então procurador-geral Roberto Gurgel foi transformado por petistas e asseclas em personagem de uma CPI, sendo ameaçado, inclusive, com um processo de impeachment. Os dois resistiram, e o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os mensaleiros. Descrita como “ponto fora da curva”, a decisão, em vez de atenuar, agravou uma lógica perversa -- quanto maior o esquema de corrupção, maior o peso de certas forças para engavetá-lo. Moro agora é quem carrega as responsablidades que foram de Barbosa e Gurgel. Ele está na mira dos interesses contrariados.

Nascido em Maringá, no norte do Paraná, Moro é um dos maiores especialistas do país na área de lavagem de dinheiro. Obstinado pelo trabalho e discreto a ponto de a maioria de seus colegas desconhecerem detalhes de sua vida pessoal, como a profissão da esposa (advogada) e a quantidade de filhos (dois). Aos 43 anos de idade e dezoito de profissão, Moro é um daqueles juízes intocáveis, incorruptíveis, com uma carreira cujos feitos passados explicam seu comportamento no presente e prenunciam um futuro brilhante. Moro conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas de diversas maneiras rsponsáveis pelo sumiço de 28 bilhões de reais. Na Operação Farol da Colina, decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro - entre eles, um certo Alberto Youssef. No ano passado, um processo sob a responsabilidade de Moro resultou no maior leilão de bens de um traficante já realizado no Brasil. Foram arrecadados 13,7 milhões de reais em imóveis que pertenciam ao mexicano Lucio Rueda Bustos, preso em 2006. Com sólida formação acadêmica, coroada por um período de dois anos de estudos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Moro também atuou como auxiliar da ministra do STF Rosa Weber no processo mensalão. Com frequência, suas teses eram citadas por colegas dela nos debates em plenário.

Um roteirista de filme diria que o destino preparou o juiz Sérgio Moro para seu atual desafio - a Operação Lava Jato, que começou localmente em Curitiba, avançou por quase duas dezenas de estados e foi subindo, subindo na hierarquia política do Brasl até chegar a inimaginável situação de ter um ex-presidente e a atual ocupante do cargo citadas por um peixe grande caído na rede. Moro começou investigando uma rede de doleiros acusados de lavagem de dinheiro, mas enredou em um esquema de corrupção na Petrobras armado durante os governos do PT com o objetivo financiar campanhas políticas e, de quebra, enriquecer bandidos do colarinho branco. Lula teve o Mensalão. Dilma agora tem o Petrolão.

A partir de hoje (2) nono dígito muda rotina de usuários de celular no Pará

Ao longo dos últimos meses os usuários de telefonia celular vem sendo alertados sobre a mudança que ocorrerá nos números de milhares de linhas em diversos estados. A inclusão de mais um numeral, que iniciou no ano passado por São Paulo, atinge, a partir deste domingo (2), celulares de mais cinco estados, entre eles o Pará.

A partir de hoje, será necessário por o número 9 (nove) antes do números dos seus contatos dos estados do Pará, Amapá, Amazonas, Maranhão e Roraima, tanto para fazer ligações, quanto para mandar SMS (mensagem de texto).

Para quem tem um smartphone, modificar a agenda será uma tarefa mais simples. Todas as operadoras possuem aplicativos que fazem a modificação automática na agenda do celular, sem que o usuário precise editar os números um a um. Basta acessar a loja de aplicativos referente ao sistema operacional de seu aparelho (Windows Phone, Android ou IOS) e pesquisar '9 dígito' e baixar qualquer um deles.

De acordo com a Anatel, que tentar fazer ligações sem o número 9 na frente ainda conseguirá até o o dia 11 de novembro, mas a partir do dia 12 deste mês, que não puser o 9 na frente ouvirá uma mensagem de alerta e, cada operadora a seu critério, completará ou não a ligação. Já a partir de 10 de fevereiro de 2015, a mensagem de orientação não será mais ouvida e apenas as chamadas com o nono dígito serão completadas.

Whatsapp - Quem utiliza o aplicativo de mensagens multiplataforma pode não perceber alterações já neste domingo (2), mas ao passar do tempo, pode ser necessário fazer uma 'atualização' na conta do aplicativo para poder conversar normalmente com seus contatos. 

Em seu site oficial, a empresa afirma que está “ciente das mudanças de números de telefones no Brasil” e preparada para migrar as contas para o número novo automaticamente. Mas, se a mudança não ocorrer, você pode fazer o processo manualmente, acessando as configurações do aplicativo, acessando a 'guia informações de conta' e depois 'mudar o número', digitar o número antigo e o novo com o 9 na frente.

Backup das conversas
Para não correr o risco de perder o histórico de mensagens, é recomendável fazer o backup. No iPhone, vá em “Configurações” e selecione “Backup de Conversas”. No sistema Android, acesse o menu, clique em “Configurações de Conversa” e faça o backup. No Windows Phone, vá em “Configurações” e selecione “Backup”.

Desativando o aplicativo
Siga o padrão do sistema operacional. No iPhone, basta clicar sobre o ícone e segurar até aparecer um “x” vermelho no canto superior. No Android, a desinstalação é via gerenciador de aplicativos, nas configurações.

Reinstalando o WhatsApp
Busque pelo aplicativo na loja oficial e faça o download normalmente.

Reativando a conta e restaurando o histórico
Com o aplicativo reinstalado, basta reativar a conta utilizando o novo número, já com o nono dígito. Na tela após a reativação, basta clicar em restaurar informações armazenadas.

Vale a pena ler: Delação premiada: degradação do Direito

Por Dalmo de Abreu Dallari, jurista
A partir da década de noventa ganhou enorme prestígio e foi transformado em personagem, atuando e sendo reconhecido como auxiliar da Polícia, do Ministério Público e da Magistratura, o delinquente confesso que, espertamente, com o objetivo de escapar à punição de seus crimes ou de, pelo menos, atenuar muito a punição merecida e legalmente prevista, assume a condição de delator premiado. Criminoso confesso, denunciado, indiciado em inquérito ou réu em processo criminal, ele se oferece e é acolhido como colaborador dos órgãos incumbidos de promover sua punição e passa a atuar como um agente auxiliar das autoridades, na identificação e prisão de seus companheiros de delinqüência, se estes também não se converterem em delatores premiados.

Essa promoção do delinquente a agente público informal ocorreu a partir da Lei 8072, de 1990, rotulada de “lei dos crimes hediondos”. Por essa lei ficou estabelecido que, no caso de crime cometido por bando ou quadrilha, o membro do grupo criminoso que denunciar os companheiros e colaborar com as autoridades para a libertação de um sequestrado ou para o desmantelamento da associação criminosa terá reduzida sua pena, de um a dois terços. Nessa linha vieram outras leis, estimulando os criminosos a traírem os companheiros de delinqüência em troca de um benefício, que, dependendo do crime e das circunstâncias, poderá ser a diminuição da pena, o cumprimento da pena em regime mais favorável, a extinção da pena e até o perdão judicial. 

FHC rejeita proposta de diálogo feita por Dilma

Karime Xavier: SÃO PAULO, SP - 20.05.2013: FHC/PALESTRA/EXECUTIVOS/SP - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dá palestra para executivos da Thomson Reuters no hotel Unique, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, na zona sul da capital paulista, nesta segunda-feira. (F
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não quer trégua nem diálogo com a presidente Dilma Rousseff, reeleita para seu segundo mandato. É o que se conclui de seu novo artigo, publicado neste domingo. Leia abaixo:
Diálogo ou novas imposturas?

Em uma democracia não cabe às oposições, como ao povo em geral, senão aceitar o resultado das urnas. Mas nem por isso devemos calar sobre o como se conseguiu vencer, nem sobre o porque se perdeu. Os resultados eleitorais mostram que aprovação ao atual governo apenas roçou um pouco acima da metade dos votos. Ainda que a vitória se desse por 80% ou 90% deles, embora o respeito à decisão devesse ser idêntico ao que se tem hoje com a escassa maioria obtida pelo lulopetismo, nem por isso os críticos deveriam calar-se.

É bom retomar logo a ofensiva na agenda e nos debates políticos. Para começar, não se pode aceitar passivamente que a “desconstrução” do adversário, a propaganda negativa à custa de calúnias e deturpações de fatos, seja instrumento da luta democrática. Foi o que aconteceu, primeiro com Marina Silva, em seguida com Aécio Neves. O vale tudo na politica não é compatível com a legitimidade democrática do voto. Marina, de lutadora popular e mulher de visão e princípios, foi transformada em porta-bandeira do capital financeiro, o que não é somente falso, mas inescrupuloso. Aécio, que milita há trinta anos na política, governou Minas duas vezes com excelente aprovação popular, presidiu a Câmara e é senador, foi reduzido a playboy, farrista contumaz e “candidato dos ricos”.

Até eu, que nem candidato era, fui sistematicamente atacado pelo PT, como se tivesse “quebrado” o Brasil três vezes (quando como ministro da Fazenda ajudei o país a sair da moratória), como se tivesse deixado a Presidência com a economia corroída pela inflação (como se não fôssemos eu e minha equipe os autores do Plano Real que a reduziu de 900% ao ano para um dígito), como se os 12% de inflação em 2002 fossem responsabilidade de meu governo (quando se deveram ao temor de eventuais desmandos de Lula e do PT).

Não me refiro à língua solta de Lula, que diz o que quer quando lhe convém, mas ao fato de a própria presidenta e sua campanha terem endossado que o PSDB arruinou o Banco do Brasil e a Caixa, quando os repôs em sadias condições de funcionamento. E assim por diante, num rosário de mentiras e distorções, insinuando terem sido postos em baixo do tapete vários “escândalos”, como o “da pasta rosa” ou o “do Sivam”, ou “da compra de votos” da emenda da reeleição etc., factoides construídos com matéria falsa, levantada pelo PT, submetida a CPIs, investigações várias e julgamentos que deram em nada por falta de veracidade nas acusações.

Mas isso não é o mais grave. Mais grave ainda é ver a reeleita colocando-se como campeã da moralidade pública. Entretanto, não respondeu à pergunta de Aécio Neves sobre se era ou não solidária com seus companheiros que estão presos na Papuda. Calou ainda diante da afirmação feita no processo sobre o petrolão de que o tesoureiro do PT, senhor Vaccari, era quem recolhia propinas para seu partido. Havendo suspeitas, vá lá que não se condene antes do julgamento, mas até prova do contrário deve-se afastar o indiciado, como fez Itamar Franco com um ministro e eu fiz com auxiliares, inocentados depois, no caso Sivam. Então por que manter o tesoureiro do PT no conselho de Itaipu?

Pior. A propaganda incentivada pela liderança maior do PT inventou uma batalha dos “pobres contra os ricos”. Eu não sabia que metade do eleitorado brasileiro, que votou em Aécio, é composta por ricos... É difícil acreditar na boa fé do argumento quando se sabe que 70% dos eleitores do candidato do PSDB, segundo o Datafolha, compunham-se de pessoas que ganham até três salários mínimos. A propaganda falaciosa, no caso, não está defendendo uma classe da exploração de outra, mas enganando uma parte do eleitorado em benefício dos seus autores. Isso não é política de esquerda nem de direita, é má-fé política para a manutenção do poder a qualquer custo. Igual embuste foi a insinuação de que a oposição é “contra os nordestinos”, como se não houvesse nordestinos líderes do PSDB, assim como eleitores do partido no Nordeste.

Também houve erros da oposição. Quem está na oposição precisa bradar suas razões e persistir na convicção, apontar os defeitos do adversário até que o eleitorado aceite sua visão. Para isso precisa organizar-se melhor e enraizar-se nos movimentos da sociedade. Felizmente desta vez Aécio Neves foi firme na defesa de seus pontos de vista e, sem perder a compostura, retrucou os adversários à altura, firmando-se como um verdadeiro líder.

Diante do apelo ao diálogo da candidata eleita devemos responder com desconfiança: primeiro mostre que não será leniente com a corrupção. Deixe que os mais poderosos e próximos (ministros, aliados ou grandes líderes) respondam pelas acusações. Que se os julgue, antes de condenar, mas que não se obstruam os procedimentos investigatórios e legais (Lula tentou postergar a decisão do STF sobre o mensalão o quanto pôde). Que primeiro a reeleita se comprometa com o tipo de reforma política que deseja e esclareça melhor o sentido da “consulta popular” a que se refere (plebiscito ou referendo?). Que se debata, sim, na sociedade civil e no Congresso, mas que se explicite o que ela entende por reforma política. Do mesmo modo, que tome as medidas econômicas para vermos em que rumo irá o seu governo.

Só se pode confiar em quem demonstra com fatos a sinceridade de seus propósitos. Depois de uma campanha de infâmias, fica difícil crer que o diálogo proposto não seja manipulação. Só o tempo poderá restabelecer a confiança, se houver mudança real de comportamento. A confiança é como um vaso de cristal, uma pequena rachadura danifica a peça inteira.

CAPAF: Discriminação, desrespeito aos aposentados e pensionistas

A Associação dos Aposentados e Pensionistas do Basa (AABA) manifestou seu protesto contra a decisão do Banco da Amazônia que excluiu os ´velhinhos` do pagamento de diferenças salariais. Leia, abaixo, trecho do expediente da AABA encaminhado à direção da CAPAF:


Ilmo. Sr.
Dr. NIVALDO ALVES NUNES
Administrador Especial da CAPAF

Esta Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco da Amazônia, sempre preocupada com a situação financeira difícil de seus associados, vem, através da presente, manifestar protestos com relação à falta de isonomia de tratamento entre ativos e aposentados, tendo e vista que o Banco da Amazônia já efetuou no dia 23 deste mês o pagamento do salário de seus funcionários pelo novo valor determinado pelo dissídio coletivo, em audiência de conciliação realizada no TST.