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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Sobre o jejum dos lulistas em frente ao Supremo Tribunal Federal:

De Sebastião Lopes, bairro Batista Campos/Belém:
Isto me fez lembrar que nos anos 90 aqui em Belém, uns 3 petistas também fizeram uma palhaçada desse tipo, em protesto porque o governador da época não havia concedido aumento de salário ao funcionalismo. A feira do Ver-o-Peso foi o local escolhido para eles ficarem em completo jejum, como a imprensa noticiava amplamente.
No segundo dia do tal jejum indagaram do governador sobre o que achava do ato e ele respondeu: “Isto é lari-lari. Mandei averiguar e os meus olheiros viram os três saboreando na madrugada de hoje, um suculento caldo de gurijuba com muita farinha baguda”.
No terceiro dia eles desistiram de passar fome.

Chico Buarque e Martinho da Vila vão pedir a bênção a Lula

No site O Antagonista
Um dos sites de Lula anuncia que Chico Buarque e Martinho da Vila visitarão seu bandido de estimação na carceragem da PF, em Curitiba, amanhã (2).
Não foi divulgado se os sambistas cantarão musiquinhas para agradar ao Grande Líder, mas é certo que a clássica “Reunião de Bacana” (do refrão “se gritar ‘pega ladrão’…”) está descartada.

Um retrato dos partidos

Editorial - Estadão
O Partido dos Trabalhadores (PT) diz ter 2,19 milhões de filiados, mas conseguiu arrecadar até agora apenas R$ 440,8 mil de cerca de 4,6 mil doadores por meio do sistema virtual de doações para a campanha eleitoral à Presidência - a chamada “vaquinha online” -, mostra levantamento recente do Estado. Esses números expõem a dificuldade que mesmo partidos muito bem estruturados e com uma militância numerosa e aguerrida, como o PT, estão enfrentando para convencer seus eleitores a financiar sua campanha - reflexo não só da falta de uma cultura de envolvimento dos cidadãos com os partidos que dizem representá-los, mas também da incapacidade da maioria das legendas de sustentar uma atuação política sólida e ideologicamente coerente.

As doações eleitorais de pessoas físicas tornaram-se mais importantes desde que o Supremo Tribunal Federal, em 2015, proibiu as doações feitas por pessoas jurídicas, sob o argumento, correto, de que as empresas doadoras desequilibravam o jogo democrático a seu favor como consequência de seu poder econômico sobre os candidatos que financiavam. As eleições municipais de 2016 já foram realizadas com essa restrição - e, embora tenha havido grande reclamação por parte de partidos e candidatos, todos puderam fazer suas campanhas normalmente, e a eleição transcorreu sem sobressaltos.

A eleição deste ano, contudo, tem abrangência nacional e, naturalmente, demanda gastos bem mais vultosos - o teto estabelecido para cada candidato a presidente é de R$ 70 milhões para o primeiro turno e mais R$ 35 milhões em segundo turno. Esse aspecto torna ainda maior o desafio de convencer o eleitor a colocar a mão no bolso para ajudar os candidatos. Mas, em vez de se dedicarem a sofisticar a comunicação com os cidadãos, buscando seduzi-los para se juntar a seus esforços eleitorais, os partidos preferiram gastar energia para arrancar do erário o precioso financiamento. Nada como ter a possibilidade de legislar em causa própria, especialmente quando se trata de obter dinheiro dos contribuintes.

Confortáveis com o bilionário fundo eleitoral criado por eles mesmos, os partidos sabem que não dependem das doações de pessoas físicas para enfrentar a campanha - e isso os dispensa de qualquer forma de compromisso que não seja com os projetos de poder de seus caciques.

Tome-se, mais uma vez, o exemplo do PT. O partido, que se gaba de ser o mais coerente dentre as maiores agremiações políticas do País, não hesita em unir forças com alguns daqueles que sua militância chama, dia e noite, de “golpistas” - caso dos senadores Eunício Oliveira (MDB-CE), Renan Calheiros (MDB-AL) e Ciro Nogueira (PP-PI), que apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O que une esse time é a popularidade de Lula da Silva no Nordeste, da qual todos querem se aproveitar. Em troca, o chefão petista pretende consolidar seu feudo político e demonstrar força no momento em que desafia a Justiça a impedi-lo de se candidatar à Presidência. Ou seja, o PT está sendo escancaradamente usado por seu líder - melhor seria dizer dono - em proveito próprio. Não surpreende, portanto, que os eleitores eventualmente simpáticos ao PT hesitem em pagar para bancar uma candidatura tão eivada de contradições.

Apesar da quantia pífia que arrecadou, o PT ainda foi o partido que mais obteve recursos de pessoas físicas pela “vaquinha online”. Marina Silva (Rede), que aposta nesse tipo de mobilização para compensar a fragilidade de seu partido, obteve apenas R$ 158,5 mil de cerca de 1,2 mil doadores. Não será fácil para a candidata ampliar sua base de doadores, especialmente diante da dificuldade de explicar por que seu partido, tão orgulhoso de sua pureza ideológica e programática, está se coligando nos Estados com agremiações que Marina acusa de ter afundado o Brasil.

O sucesso das doações eleitorais de pessoas físicas depende da cristalização de uma cultura de identificação dos eleitores com os partidos - e isso só vai acontecer quando essas agremiações deixarem de ser meros despachantes dos interesses de seus donos e se transformarem em veículos de ideias para o País.

Raquel pede ao Supremo que barre pedido de liberdade de Lula

Em manifestação de 80 páginas encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contra um recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para suspender a sua prisão no caso do triplex do Guarujá. Condenado no âmbito da Operação Lava Jato, Lula está preso desde o dia 7 de abril na superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

“Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para o mais alto cargo do Executivo Federal com um ferrenho discurso anticorrupção, alardeando sua honestidade e prometendo combate aos dilapidadores dos cofres públicos. Elegeu-se em virtude de sua retórica de probidade e retidão. Tais fatos elevam sobremaneira o grau de censurabilidade da conduta do recorrente e devem ser punidos à altura”, escreveu Raquel Dodge.Para a procuradora-geral da República, Lula “não apenas orquestrou todo o esquema de arrecadação de propinas oriundas da Petrobrás por diversos partidos, como também atuou para que seus efeitos se perpetuassem”, por meio da nomeação e manutenção em cargos de pessoas “comprometidas com atos de corrupção”.

Raquel Dodge também sustenta que os desvios praticados pelo ocupante do cargo de presidente da República não devem ser punidos do mesmo modo que infrações cometidas por “qualquer outro agente público”. “A responsabilidade e o poder associados à figura do presidente da República não apenas sugerem, mas impõem que eventuais crimes de corrupção por ele praticados sejam punidos com um rigor acima da média”, argumenta.

Para a procuradora, os crimes praticados por Lula tinham a motivação de manter em funcionamento o esquema de cartel e corrupção instalado na Petrobrás.“A danosidade decorrente dos crimes perpetrados por Luiz Inácio Lula da Silva extrapolam os contornos típicos, bem como alarmam sobremaneira a sociedade, irradiando resultados significativos. Trata-se de crimes que contribuíram sobremaneira para o descrédito da sociedade em relação a licitações públicas e ao sistema democrático, ainda mais considerando o envolvimento do dirigente máximo da nação”, afirmou.

Grupo inicia greve de fome por liberdade de Lula e é retirado do STF

Um grupo de seis pessoas começou na tarde de ontem, 31, uma greve de fome pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em um processo da Operação Lava Jato e preso. O ato que marcou o início da greve durou 50 minutos e teve início às 16h, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde, segundo o PT, os militantes protocolaram um manifesto anunciando a medida.

Formando um cordão, a equipe de seguranças da Corte forçou a saída dos grevistas da entrada do tribunal com empurrões. Três deles caíram da escada que dá acesso ao Salão Branco do Supremo, área externa do prédio usada para a passagem dos ministros quando chegam às sessões plenárias. Por meio de uma nota em seu site, o PT diz que os manifestantes foram “empurrados e pisoteados”. A assessoria de imprensa do STF não respondeu sobre a retirada dos militantes.

Aderiram à greve de fome integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e da Central dos Movimentos Populares (CMP). De acordo com os coordenadores dos movimentos, os protestos vão ocorrer em Brasília, na frente da sede da Corte, e abrem uma série de atos que reivindicam a candidatura do petista, preso em Curitiba desde 7 de abril.

“A ideia é só sair no dia em que Lula for solto, porque Lula representa para nós a possibilidade de restabelecer a ordem democrática, a soberania nacional e a dignidade para o povo brasileiro”, afirmou Jaime Amorim, integrante do MST de Pernambuco.

De acordo com Frei Sérgio Antônio Görgen, um dos grevistas, quem decidirá o fim da manifestação são os ministros do Supremo. “Nós vamos voltar todos os dias. Temos um local onde vamos permanecer, mas ainda estamos definindo qual será”, disse.

“Qualquer coisa que acontecer com qualquer um de nós tem responsáveis com nome e sobrenome: ministra Cármen Lúcia, ministro Edson Fachin, ministro Luiz Fux, ministro Luís Roberto Barroso, ministra Rosa Weber e ministro Alexandre de Moraes”, afirmou Görgen. Os seis ministros citados por ele votaram pela rejeição do pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Lula, em 5 de abril, o que abriu caminho para a prisão do petista.

Depois de retirar os manifestantes, a equipe de seguranças do Supremo isolou a área de acesso ao prédio principal da Corte. A Polícia Militar auxiliou no isolamento. Do lado de fora, cerca de 40 pessoas carregando cartazes pró-Lula protestavam, aos gritos de “Judiciário golpista”, “canalhas”, e “injusta condenação (de Lula)”.

Fazendo o bem

Santarém/Década de 80 - Sorteio e entrega de prêmios em promoção filantrópica para angariar recursos financeiros para o Asilo São Vicente de Paula. Na foto, Rodolfo Geller comanda o sorteio dos números e Eros Bemerguy e Leoncio Braz Coimbra Lobato (in memoriam) entregam uma bicicleta a um dos ganhadores.

Rapidolas...

 
As mais rápidas datilógrafas que vi atuando são as irmãs Graça e Lourdes Campos, quando trabalhávamos no Basa, em Santarém e Belém, isto nos anos 60/70. São filhas da saudosa professora Anita (Ninita) Fonseca Campos, proprietária de uma escola de datilografia que funcionou por muito tempo em Santarém.

“Galeria de Amigos”: ÉFREN JESUS NEVES GALVÃO (in memoriam)

Talentoso escritor, poeta, historiador, destacado membro da Academia de Letras e Artes de Santarém. Faleceu em 09/08/2015.

Leão x Papão: Rola na internet

 
O Paysandu perdeu mais um jogo ontem. Foi contra o Atlético-GO, por 1x0. Mas vai melhorar, porque nele será injetado sangue azul marinho. Explica-se: tão logo termine, e não vai demorar muito, a sua participação na série C, sem possibilidade de subir para a B, o Clube do Remo emprestará ao Papão o ótimo goleiro Vinicius e o zagueirão Mímica, isto até dezembro.Depois, ambos serão reintegrados ao elenco de futebol do Leão Azul.

Lembram dele?

JOSE SERRUYA - Sempre alegre, tipo bonachão, estiloso, carnavalesco dos bons e de muitos amigos