"Eu vou juntar gente e vou botar vocês para correr
daqui da frente do Congresso. Bando de vagabundos, vocês são vagabundos.
Vamos para o pau com vocês agora."
Fale com este blog
E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Partidos arrancam R$ 1 bilhão do contribuinte
De Claudio Humberto em seu Diário do Poder
A crise atormenta os
brasileiros, mas não os partidos, que só este ano já tomaram R$ 608
milhões do fundo partidário, que sai do bolso do contribuinte. Pior: até
dezembro, embolsarão R$ 867 milhões no total. A tunga, que na prática
consagra o financiamento público, pode chegar a R$ 1 bilhão: o relator
do Orçamento, Ricardo Barros (PP-PR), quer acrescentar R$ 600 milhões
aos R$ 311 milhões previstos para 2016. ** Os milhões do fundo partidário, divididos entre os partidos, pagam
mensalmente sua estrutura, aluguel de jatinhos, festas, jantares, etc. ** No ano não-eleitoral de 2015, o PT recebeu R$ 81,6 milhões do fundo,
seguido de PSDB (R$ 66,87 milhões) e PMDB (R$ 65,2 milhões). ** Partidos nanicos não têm votos, mas também têm fundo partidário: PCO (R$
1,02 milhão), PCB (R$ 1,19 milhão) e PPL (R$ 1,79 milhão).
Jatene anuncia obras para a região do Baixo Amazonas
Na coluna do Adenirson Lage - O Liberal
Hage e Jatene
Filha de Joelma acusa Chimbinha de assédio: ‘Acordei com ele me apalpando’.
Um texto atribuído a Natalia Sarraff (foto), filha de Joelma, caiu na rede na tarde de ontem (27) e trouxe para a separação já conturbada da mãe com Chimbinha um novo dado. Numa mensagem trocada com um confidente pelo WhatsApp, Natalia acusa o padrasto de assédio. “Certa noite, acordei com ele me apalpando. Isso eu tinha mais ou menos uns 12 anos ou menos”, escreve Natália na mensagem, contando sobre seu passado: “Só lembro que foi em uma das minhas férias que passei com eles. Desde aí fiquei com medo e também não falei para ninguém”.
Procurada pelo EXTRA, Natalia confirmou que a mensagem é dela e que tudo o que relata é verdade. “Contei para alguém e essa pessoa publicou. Mas é verdade sim”, garante a cantora, que não foi criada por Joelma e Chimbinha, e sim pelos avós, em Belém.
Procurada pelo EXTRA, Natalia confirmou que a mensagem é dela e que tudo o que relata é verdade. “Contei para alguém e essa pessoa publicou. Mas é verdade sim”, garante a cantora, que não foi criada por Joelma e Chimbinha, e sim pelos avós, em Belém.
Chimbinha: "Não trabalho com fofoquinhas. Trabalho com música!"
O guitarrista Chimbinha soube, ontem mesmo, sobre os prints que vazaram do WhatsApp de Natalia Sarraff e lamentou o episódio dizendo que tudo não passa de "fofoquinha":
"Venho a público lamentar mais uma vez informações deturpadas e inverídicas que visam unicamente prejudicar minha imagem num momento de renovação profissional", diz. Ele nega a informação de Natalia Sarraff e avisa que vai tomar medidas judiciais cabíveis: "Para preservar minha imagem neste momento de minha vida", justifica. Chimbinha, que deve anunciar a sua nova vocalista no meio da próxima semana, é taxativo ao afirmar que tudo se trata de "inverdade": "Vou continuar focado única e exclusivamente no trabalho que venho desenvolvendo no repertório e na estruturação da minha nova banda".
Chimbinha ressalta que não vai entrar em uma guerra com a ex-enteada: "Mantenho meu posicionamento de cordialidade e respeito com todos os envolvidos e não será mais uma inverdade plantada nas mídias sociais que diminuirá meu modo digno de ver a vida, como ficou claro em posicionamentos anteriores", avalia: "Transformei uma banda do Norte num dos maiores fenômenos musicais do Brasll. E não fiz isso com fofoquinhas. Fiz isso com música e muito trabalho!"
"Venho a público lamentar mais uma vez informações deturpadas e inverídicas que visam unicamente prejudicar minha imagem num momento de renovação profissional", diz. Ele nega a informação de Natalia Sarraff e avisa que vai tomar medidas judiciais cabíveis: "Para preservar minha imagem neste momento de minha vida", justifica. Chimbinha, que deve anunciar a sua nova vocalista no meio da próxima semana, é taxativo ao afirmar que tudo se trata de "inverdade": "Vou continuar focado única e exclusivamente no trabalho que venho desenvolvendo no repertório e na estruturação da minha nova banda".
Chimbinha ressalta que não vai entrar em uma guerra com a ex-enteada: "Mantenho meu posicionamento de cordialidade e respeito com todos os envolvidos e não será mais uma inverdade plantada nas mídias sociais que diminuirá meu modo digno de ver a vida, como ficou claro em posicionamentos anteriores", avalia: "Transformei uma banda do Norte num dos maiores fenômenos musicais do Brasll. E não fiz isso com fofoquinhas. Fiz isso com música e muito trabalho!"
15 celebridades mortas mais rentáveis de 2015
Saiu a lista com as 15 celebridades mortas que mais ganharam dinheiro em 2015. Elaborada pela revista “Forbes”, ela leva em conta os rendimentos em royalties recebidos pelos herdeiros dos famosos que já se foram. Sem surpresas, Michael Jackson ocupa a primeira posição do ranking, com US$ 115 milhões (R$ 448,4 milhões). Desde que morreu, em 2009, o astro já rendeu pelo menos em US$ 1 bilhão aos seus herdeiros, graças à venda de seus álbuns e músicas e de uma série de outros produtos que levam seu nome. Elvis Presley, morto em 1977, é o segundo colocado, com ganhos de US$ 55 milhões.
O Top 5 é composto ainda pelo cartunista Charles Schulz (US$ 40 milhões / R$ 156 milhões), pelo cantor Bob Marley (US$ 21 milhões / R$ 81,9 milhões), e pela atriz Elizabeth Taylor (US$ 20 milhões / R$ 78 milhões). Completam a lista Marilyn Monroe (US$ 17 milhões / R$ 66,3 milhões), John Lennon (US$ 12 milhões / R$ 46,8 milhões), Albert Einstein (US$ 11 milhões / R$ 42,9 milhões), Paul Walker (US$ 10,5 milhões / R$ 40,9 milhões), Bettie Page (US$ 10 milhões / R$ 39 milhões), Dr. Seuss (US$ 9,5 milhões / R$ 37 milhões), Steve McQueen (US$ 9 milhões / R$ 35,1 milhões) e James Dean (US$ 8,5 milhões / R$ 33,1 milhões).
Roberto Carlos: “Todos enrolando no poder".
Nos bastidores do pocket show que acabou de fazer no Copacabana Palace, no Rio, para divulgar seu novo álbum, Roberto Carlos foi perguntado sobre sua opinião quanto a possibilidade de impeachment da presidente Dilma. A resposta? Nada em cima do muro, para a surpresa de quem estava por lá. “Não me meto muito em negócio de política, mas pode ter certeza de que estou sofrendo tanto quanto todo mundo. Sinto também essa insatisfação, esse aborrecimento com essas coisas absurdas e inadmissíveis que estão acontecendo no Brasil. Todo mundo enrolando no poder. A gente fica esperando e não acontece nada. Não entendo de política o suficiente para saber se impeachment é solução, mas tem que resolver de alguma forma: ou impeachment ou outra coisa”.
BASA volta a funcionar hoje (28)
Servidores do Banco da Amazônia decidiram pelo fim da greve da categoria, no fim da noite de ontem (27). A reunião foi na sede do sindicato, em Belém.
Após o fim da paralisação nas instituições particulares, o Basa é o terceiro banco público a encerrar o dissídio. O Banpará e o Banco do Brasil também decidiram encerrar a greve.
Após o fim da paralisação nas instituições particulares, o Basa é o terceiro banco público a encerrar o dissídio. O Banpará e o Banco do Brasil também decidiram encerrar a greve.
De acordo com o Sindicato dos Bancários do Pará, o Banco da Amazônia apresentou proposta que, na avaliação da comissão de negociação dos trabalhadores composta pelo Sindicato dos Bancários do Pará, Contraf-CUT e Fetec-CUT Centro Norte trouxeram avanços para uma conciliação. Ainda segundo o Sindicato, o banco seguirá as propostas formuladas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), especificamente com relação ao reajuste salarial e de benefícios.
A Caixa é o único banco público com atuação no Pará que ainda não fechou acordo com os bancários e por isso a instituição permanece em greve.
Vale a pena ler: Lula e o mar de lama
Editorial - Estadão
Não se pode dizer que tenha causado surpresa o fato de a Operação Zelotes da Polícia Federal (PF) ter estendido suas investigações à empresa de um dos filhos de Luiz Inácio Lula da Silva e convocado a prestar depoimento o seu fiel acólito, Gilberto Carvalho. Muito menos surpreendente foi a reação do próprio Lula, relatada por testemunhas do desabafo, que extremamente irritado responsabilizou a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por mais esse ato de “perseguição política”. O paladino da igualdade social, como se vê, continua se achando mais igual do que todo mundo e, portanto, acima de qualquer suspeita de ter alguma coisa a ver com o mar de lama que inundou a política e a gestão da coisa pública como nunca antes na história deste país.
Para Lula, de acordo com a queixa relatada por amigos, a ação da PF “passou dos limites”, baseada apenas no “mentirão premiado”, expressão com a qual, doravante, todo petista que se preze passará a se referir ao instituto da delação premiada. E a culpa é toda da presidente da República, que dá ouvidos a seu ministro da Justiça, que por sua vez não tem pulso nem interesse em “controlar” a PF. Reclamação um tanto contraditória, uma vez que até algum tempo atrás, quando ainda se sentia fora do alcance do longo braço da lei, Lula tinha a cara de pau de gabar-se de que investigações como a do mensalão, que mandou a alta cúpula do PT para a cadeia, só eram possíveis porque seu governo garantia à PF e ao Ministério Público Federal (MPF) fartos recursos e absoluta autonomia para trabalhar.
A Operação Zelotes foi criada para desvendar esquema de propinas e tráfico de influência no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão encarregado de fiscalizar débitos de grandes contribuintes com a Receita Federal. O desdobramento das investigações resultou na prisão preventiva de seis suspeitos de integrar o esquema de “lobby, corrupção e tráfico de influência” revelado pelo Estado em reportagens publicadas nas últimas semanas sobre a ação de lobistas que teriam logrado “comprar” a edição, pela Presidência da República, de Medidas Provisórias (MPs) que beneficiaram montadoras de veículos com isenção de tributos e de taxas. A ação policial de segunda-feira incluiu a busca e apreensão de documentos no escritório da LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Cláudio Lula da Silva, suspeito de ter recebido propina de R$ 1,5 milhão da consultoria Marcondes & Mautoni, cujo diretor Mauro Marcondes Machado integra a lista dos seis presos.
O extraordinariamente bem-sucedido desempenho dos filhos de Lula no mundo dos negócios – sempre de alguma forma beneficiados pela generosidade de poderosos empresários cuja, digamos, amizade o ex-presidente teve a sabedoria de cultivar depois que deixou o poder – começa a se revelar um ponto extremamente vulnerável na imagem do chefe da tigrada. Afinal, é impossível imaginar que não haja nenhuma relação entre o enorme poder político de Lula e a largueza com que homens de negócio que dependem de contratos com o governo colocam a mão no bolso para ajudar a prole Da Silva.
A verdade é que Lula é hoje um homem rico, o que atribui exclusivamente a sua conhecida condição de palestrante internacional muito bem remunerado. Ele repele com firmeza as suspeitas de que também se tem beneficiado do papel de lobista de grandes empreiteiras no País e, principalmente, no exterior. Argumenta que essa é uma atividade patriótica por meio da qual muitos ex-presidentes em todo o mundo colocam seu prestígio a serviço dos interesses nacionais. É verdade. Mas é preciso considerar – mera possibilidade teórica – que quando se cobra por isso fica quase impossível distinguir patriotismo de tráfico de influência. E também não faz mal lembrar o que Samuel Johnson dizia a respeito do patriotismo e de patriotas.
É perfeitamente natural, portanto, que a tendência inevitável das investigações dessa corrupção, que parece só não existir onde não é procurada, seja a de provocar surtos cada vez maiores de irritação do ex-presidente da República. Pois é perfeitamente compreensível que Lula sofra muito por descobrir que não pode confiar na pupila que escolheu a dedo para ser sua sucessora e guardiã temporária de seu infalível projeto de felicidade para o Brasil.
Não se pode dizer que tenha causado surpresa o fato de a Operação Zelotes da Polícia Federal (PF) ter estendido suas investigações à empresa de um dos filhos de Luiz Inácio Lula da Silva e convocado a prestar depoimento o seu fiel acólito, Gilberto Carvalho. Muito menos surpreendente foi a reação do próprio Lula, relatada por testemunhas do desabafo, que extremamente irritado responsabilizou a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por mais esse ato de “perseguição política”. O paladino da igualdade social, como se vê, continua se achando mais igual do que todo mundo e, portanto, acima de qualquer suspeita de ter alguma coisa a ver com o mar de lama que inundou a política e a gestão da coisa pública como nunca antes na história deste país.
Para Lula, de acordo com a queixa relatada por amigos, a ação da PF “passou dos limites”, baseada apenas no “mentirão premiado”, expressão com a qual, doravante, todo petista que se preze passará a se referir ao instituto da delação premiada. E a culpa é toda da presidente da República, que dá ouvidos a seu ministro da Justiça, que por sua vez não tem pulso nem interesse em “controlar” a PF. Reclamação um tanto contraditória, uma vez que até algum tempo atrás, quando ainda se sentia fora do alcance do longo braço da lei, Lula tinha a cara de pau de gabar-se de que investigações como a do mensalão, que mandou a alta cúpula do PT para a cadeia, só eram possíveis porque seu governo garantia à PF e ao Ministério Público Federal (MPF) fartos recursos e absoluta autonomia para trabalhar.
A Operação Zelotes foi criada para desvendar esquema de propinas e tráfico de influência no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão encarregado de fiscalizar débitos de grandes contribuintes com a Receita Federal. O desdobramento das investigações resultou na prisão preventiva de seis suspeitos de integrar o esquema de “lobby, corrupção e tráfico de influência” revelado pelo Estado em reportagens publicadas nas últimas semanas sobre a ação de lobistas que teriam logrado “comprar” a edição, pela Presidência da República, de Medidas Provisórias (MPs) que beneficiaram montadoras de veículos com isenção de tributos e de taxas. A ação policial de segunda-feira incluiu a busca e apreensão de documentos no escritório da LFT Marketing Esportivo, empresa de Luís Cláudio Lula da Silva, suspeito de ter recebido propina de R$ 1,5 milhão da consultoria Marcondes & Mautoni, cujo diretor Mauro Marcondes Machado integra a lista dos seis presos.
O extraordinariamente bem-sucedido desempenho dos filhos de Lula no mundo dos negócios – sempre de alguma forma beneficiados pela generosidade de poderosos empresários cuja, digamos, amizade o ex-presidente teve a sabedoria de cultivar depois que deixou o poder – começa a se revelar um ponto extremamente vulnerável na imagem do chefe da tigrada. Afinal, é impossível imaginar que não haja nenhuma relação entre o enorme poder político de Lula e a largueza com que homens de negócio que dependem de contratos com o governo colocam a mão no bolso para ajudar a prole Da Silva.
A verdade é que Lula é hoje um homem rico, o que atribui exclusivamente a sua conhecida condição de palestrante internacional muito bem remunerado. Ele repele com firmeza as suspeitas de que também se tem beneficiado do papel de lobista de grandes empreiteiras no País e, principalmente, no exterior. Argumenta que essa é uma atividade patriótica por meio da qual muitos ex-presidentes em todo o mundo colocam seu prestígio a serviço dos interesses nacionais. É verdade. Mas é preciso considerar – mera possibilidade teórica – que quando se cobra por isso fica quase impossível distinguir patriotismo de tráfico de influência. E também não faz mal lembrar o que Samuel Johnson dizia a respeito do patriotismo e de patriotas.
É perfeitamente natural, portanto, que a tendência inevitável das investigações dessa corrupção, que parece só não existir onde não é procurada, seja a de provocar surtos cada vez maiores de irritação do ex-presidente da República. Pois é perfeitamente compreensível que Lula sofra muito por descobrir que não pode confiar na pupila que escolheu a dedo para ser sua sucessora e guardiã temporária de seu infalível projeto de felicidade para o Brasil.
Governo Dilma é ruim ou péssimo para 7 em 10 brasileiros, diz pesquisa
De acordo com a pesquisa, 18,1% dos entrevistados avaliaram o governo Dilma como "ruim" e 51,9% consideraram-no "péssimo". Já para 20,4% dos entrevistados o governo da petista é "regular", enquanto para 7,5% ele é "bom". Apenas 1,3% dos entrevistados classificou o governo como "ótimo". O porcentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam foi de 0,8%.
Com relação ao desempenho pessoal de Dilma, também houve oscilações dentro da margem de erro do levantamento. A desaprovação atingiu 80,7% enquanto a aprovação ficou em 15,9%. Em julho, o desempenho pessoal da petista era desaprovado por 79,9% dos entrevistados e aprovado por 15,3%. A mudança nos porcentuais se deu em razão da diminuição dos entrevistados que não sabem ou não responderam, que passou de 4,8%, na pesquisa de julho, para 3,4% no levantamento atual.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 136 municípios de 24 unidades federativas entre os dias 20 e 24 de outubro de 2015. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança. Isso significa que, em 100 pesquisas feitas com a mesma metodologia, 95 terão resultados dentro da margem de erro prevista pelo instituto.
Teto de financiamento de imóvel pelo Minha Casa Minha Vida sobe para R$ 225 mil
O conselho curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta terça-feira, 27, a elevação do valor máximo dos imóveis que serão financiados com recursos do fundo na terceira etapa do Minha Casa Minha Vida (MCMV).
Em regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, o teto dos imóveis financiados subirá de R$ 190 mil para R$ 225 mil. Nas regiões metropolitanas do Sul, Espírito Santo e de Minas Gerais, o teto será de R$ 200 mil. No Centro-Oeste (exceto Distrito Federal), Norte e Nordeste, R$ 180 mil. O menor valor financiado pelo FGTS no MCMV é de R$ 90 mil em municípios com população abaixo de 20 mil habitantes.
O último reajuste no valor do preço dos imóveis foi dado em 2012. O conselho curador - formado por representantes do governo - também ampliou o valor do subsídio (uma espécie de desconto) pago para essas duas faixas, de R$ 25 mil para R$ 27,5 mil por imóvel.
Na terceira etapa do MCMV, são classificadas como faixa 2 famílias com renda mensal de R$ 2.350 a R$ 3.600 e como faixa 3, as famílias que ganham de R$ 3.600 mil a R$ 6.500. O governo aumentou os juros nos financiamentos dessas duas faixas na terceira etapa do programa, para até 8% ao ano.
O conselho curador do FGTS também definiu as condições para os imóveis da nova faixa 1,5, destinada a famílias com renda mensal de R$ 1.800 a R$ 2.350. O valor máximo dos imóveis financiados para essas famílias será de R$ 135 mil para as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Nas metrópoles do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais, R$ 125 mil. Nas capitais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste (com exceção do DF), R$ 120 mil.
O subsídio máximo dado na faixa 1,5, uma espécie de desconto, é de R$ 45 mil. Os mutuários dessa faixa pagarão juros de 5% ao ano.
Em relação à faixa 1 (famílias com renda de até R$ 1,8 mil mensais), o conselho curador aprovou a injeção de R$ 4,8 bilhões a fundo perdido em 2016, um pedido feito pelo governo para "economizar" nas contas do ano que vem. Nesse caso, o FGTS vai bancar até 60% do imóvel, com limite de R$ 45 mil.
O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Elton Santa Fé Zacarias, afirmou que os bancos se comprometeram a adequar os sistemas às novas regras até o fim de 2015, quando começarão a contratar imóveis pela nova tabela. O conselho curador trabalha em um calendário de transição porque foi adotada uma nova classificação do porte dos municípios. Com a decisão, algumas cidades terão o valor do teto financiado menor do que o atual. É o caso de Santa Catarina, onde quase todas as cidades tinham a classificação de região metropolitana e agora vão ser reclassificadas.
Zacarias afirmou que o governo trabalha para que as novas condições da terceira etapa do MCMV sejam colocadas em prática sem a necessidade de enviar uma nova Lei ao Congresso. Ele disse que a meta anunciada pela presidente Dilma Rousseff, na campanha à reeleição, de contratar 3 milhões de moradias do programa na segundo etapa vai depender do desempenho das receitas nos próximos quatro anos. "A meta depende muito mais de questões orçamentárias do que de questões operacionais", afirmou.
Em regiões metropolitanas de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, o teto dos imóveis financiados subirá de R$ 190 mil para R$ 225 mil. Nas regiões metropolitanas do Sul, Espírito Santo e de Minas Gerais, o teto será de R$ 200 mil. No Centro-Oeste (exceto Distrito Federal), Norte e Nordeste, R$ 180 mil. O menor valor financiado pelo FGTS no MCMV é de R$ 90 mil em municípios com população abaixo de 20 mil habitantes.
O último reajuste no valor do preço dos imóveis foi dado em 2012. O conselho curador - formado por representantes do governo - também ampliou o valor do subsídio (uma espécie de desconto) pago para essas duas faixas, de R$ 25 mil para R$ 27,5 mil por imóvel.
Na terceira etapa do MCMV, são classificadas como faixa 2 famílias com renda mensal de R$ 2.350 a R$ 3.600 e como faixa 3, as famílias que ganham de R$ 3.600 mil a R$ 6.500. O governo aumentou os juros nos financiamentos dessas duas faixas na terceira etapa do programa, para até 8% ao ano.
O conselho curador do FGTS também definiu as condições para os imóveis da nova faixa 1,5, destinada a famílias com renda mensal de R$ 1.800 a R$ 2.350. O valor máximo dos imóveis financiados para essas famílias será de R$ 135 mil para as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Nas metrópoles do Sul, Espírito Santo e Minas Gerais, R$ 125 mil. Nas capitais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste (com exceção do DF), R$ 120 mil.
O subsídio máximo dado na faixa 1,5, uma espécie de desconto, é de R$ 45 mil. Os mutuários dessa faixa pagarão juros de 5% ao ano.
Em relação à faixa 1 (famílias com renda de até R$ 1,8 mil mensais), o conselho curador aprovou a injeção de R$ 4,8 bilhões a fundo perdido em 2016, um pedido feito pelo governo para "economizar" nas contas do ano que vem. Nesse caso, o FGTS vai bancar até 60% do imóvel, com limite de R$ 45 mil.
O secretário-executivo do Ministério das Cidades, Elton Santa Fé Zacarias, afirmou que os bancos se comprometeram a adequar os sistemas às novas regras até o fim de 2015, quando começarão a contratar imóveis pela nova tabela. O conselho curador trabalha em um calendário de transição porque foi adotada uma nova classificação do porte dos municípios. Com a decisão, algumas cidades terão o valor do teto financiado menor do que o atual. É o caso de Santa Catarina, onde quase todas as cidades tinham a classificação de região metropolitana e agora vão ser reclassificadas.
Zacarias afirmou que o governo trabalha para que as novas condições da terceira etapa do MCMV sejam colocadas em prática sem a necessidade de enviar uma nova Lei ao Congresso. Ele disse que a meta anunciada pela presidente Dilma Rousseff, na campanha à reeleição, de contratar 3 milhões de moradias do programa na segundo etapa vai depender do desempenho das receitas nos próximos quatro anos. "A meta depende muito mais de questões orçamentárias do que de questões operacionais", afirmou.
Assinar:
Postagens (Atom)



