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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Janaína Paschoal convida líderes de grupos anti-PT para sessão com Dilma

A advogada de acusação, Janaína Paschoal, durante julgamento de Dilma Rousseff no Senado, em Brasília (DF), nesta sexta-feira 
A advogada de acusação, Janaína Paschoal, durante julgamento de Dilma Rousseff no Senado.
Os convidados da presidente afastada Dilma Rousseff poderão encontrar nesta segunda (29), do outro lado da galeria do Senado, os principais líderes de movimentos sociais que foram às ruas contra o governo petista e a favor do impeachment.

Dilma vai discursar às 9h no julgamento final sobre seu afastamento definitivo do cargo. A lista de convidados da acusação, entregue ao Senado pela advogada Janaína Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment, contém 30 nomes.

Dentre eles estão Kim Kataguiri, Renan dos Santos e Fernando Silva Bispo, conhecido como Holiday, (Movimento Brasil Livre); Rogério Chequer (Vem pra Rua); Beatriz Kicis Torrents (Revoltados Online) e Carla Zambelli (Nas Ruas).

O MBL ficou associado ao boneco inflável "Pixuleco", do ex-presidente Lula.

Zambelli, porta-voz do movimento Nas Ruas, ganhou notoriedade quando, em outubro passado, algemou-se em volta de uma das colunas do Salão Verde da Câmara como forma de pressionar o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pela abertura do processo de impeachment.

Até Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, herdeiro da família imperial, está na lista. Um dos líderes do "Acorda Brasil", ele também defendeu o impeachment de Dilma e o fim da corrupção no país.

Também foram convidados Maria Lúcia Bicudo, filha do jurista Hélio Bicudo, fundador do PT e um dos signatários do pedido de impeachment.

Outros autores de pedidos de cassação de Dilma também estão na lista: Claudia de Faria Castro, que encaminhou o pedido ao procurador-geral da República Rodrigo Janot, e o servidor aposentado do Senado Stelson Santos Ponce de Azevedo, que protocolou o pedido na Câmara dos Deputados.

O fato de os nomes estarem na lista não significa que todos estarão presentes. A relação serve para a segurança do Senado autorizar a entrada dessas pessoas na Casa.

Artistas e intelectuais brasileiros lançam carta contra o impeachment

Ontem (28), artistas e intelectuais brasileiros lançaram uma carta contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT).

Pontuada por citação do ator Wagner Moura, a manifestação descreve "um dos momentos mais dramáticos" da história do Brasil e cita carta de artistas e intelectuais estrangeiros também contra o afastamento da petista, publicada na semana passada.

"Os políticos corruptos que lideram a articulação para depor Dilma têm de saber que há um holofote internacional iluminando suas ações", afirma Moura. "Se eles derem continuidade ao seu plano", acrescenta o ator, "serão lembrados pela história como os responsáveis pelo mais sinistro ataque à democracia desde o Golpe de 1964".

Em português e em inglês, o texto é subscrito por nomes como os cantores Caetano Veloso e Chico Buarque, as atrizes Camila Pitanga, Dira Paes e Marieta Severo, a poeta Alice Rui e os professores Jurandir Freire Costa e Marco Luchesi. 
Leia a carta na íntegra aqui >Carta contra impeachment de Dilma

Galeria de Amigos: AMÓS XABREGAS

Este meu querido amigo fez sucesso como excelente goleiro de clubes que disputavam o campeonato de futebol amador de Santarém. Cidadão integro e trabalhador, com a sua querida Teresinha constituiu uma bela família.

domingo, 28 de agosto de 2016

Saiba quem são os advogados criminalistas que atuam na Lava Jato

Na defesa de políticos, executivos, donos de empreiteiras e outros figurões implicados na Lava Jato, advogados criminalistas ganham contas milionárias, mas têm de se virar com uma novidade no Direito brasileiro: a delação premiada. Eles não dizem quanto ganham, mas estima-se que cobrem a partir de R$ 2 milhões.

Adeus, Lula

Dora Kramer, no Estadão, sobre os ocasos petistas:
"Dilma desocupa a ribalta e volta ao ostracismo de onde Luiz Inácio da Silva a resgatou, num ato posto pelos fatos na condição de erro crasso que ficará marcado na história como exemplo das consequências do pecado da soberba. Nunca antes neste País terá sido visto um equívoco de tal magnitude, cometido por considerado mestre na matéria. Ainda que involuntariamente e por mais que acredite na fantasia, na vida real Dilma derrubou o mito do grande articulador, do político sensitivo de instinto infalível. Com esse passo em falso, Lula se colocou em posição semelhante à de Paulo Maluf na eleição municipal de 1996, em São Paulo. Maluf inventou Celso Pitta convocando os eleitores a nunca mais votar nele caso a criatura desse errado. Deu e ficou mais ou menos por isso mesmo. O inventor nunca mais recuperou condições de competitividade em eleições majoritárias."

Mais aqui >Cena de cinema

Vale a pena ler: Moral pra cá, moral pra lá

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
Se a senadora Gleisi Hoffmann decreta que ninguém no Senado – nem ela própria, aliás – tem moral para julgar quem quer que seja, o que dizer da presença do ex-presidente Lula para dar força moral à pupila Dilma Rousseff, amanhã, no plenário? Nem todos os 81 senadores são alvos de processos, mas Lula foi indiciado pela Polícia Federal na sexta-feira, suspeito de receber mais de R$ 2 milhões da OAS para obras naquele triplex em Guarujá que ele jura que não é e nunca foi dele.

O clima já é de “hospício”, segundo o próprio presidente do Senado, Renan Calheiros. Imaginem como pode ficar com Dilma cara a cara com seus algozes, falando o que bem entende, cercada por 35 aliados e apoiada pelo estridente trio de choque Gleisi, Lindbergh Faria e Vanessa Grazziotin. E quantos deles têm moral para defender quem quer que seja?

Até a pronúncia, o Senado vinha se diferenciando em qualidade e em elegância da Câmara. Foi só começar o julgamento final para que a qualidade e a elegância evaporassem, com acusações cruzando os ares do plenário, os piores adjetivos ecoando pelas galerias, as ameaças de processos se multiplicando.

Já no primeiro dia, Gleisi rodou a baiana, Ronaldo Caiado reagiu, Lindbergh tomou as dores e virou um pandemônio. Agora, Gleisi tenta se explicar, Lindbergh anuncia que vai processar Caiado por insinuações do tipo “antidoping” e Caiado expõe na internet uma longa lista de ações e processos contra o senador petista, além de dizer que pretende entrar no Ministério Público contra Gleisi, por ter contratado para seu gabinete uma técnica que havia acabado de testemunhar a favor de Dilma.

O segundo dia não foi melhor. Aos gritos, Renan recriminou a fala de Gleisi sobre a “falta de moral” do Senado e contou que entrou no Supremo para aliviar a barra dela. Como assim? O Senado livrando a barra de alguém? E o Supremo aquiescendo? Virou um barraco. Depois, Renan disse que agiu republicanamente ao defender Gleisi no STF e provocou: “Só revendo o Código Penal, para aumentar a pena pelo crime de ingratidão”.

Enquanto Renan descia do muro, sinalizando que vai votar a favor do impeachment, o vice do Senado, Jorge Viana (PT), exercitava seu conhecido bom senso, negociando com os adversários. E foi assim que Viana, do PT, e Cássio Cunha Lima, líder do PSDB, acertaram com o presidente das sessões, Ricardo Lewandowski, dar um freio de arrumação na bagunça.

Lewandowski, aliás, parece um Cristo na Santa Ceia ali naquele tribunal, teatro, hospício, ou seja lá o que for. Gleisi, Vanessa, Lindbergh e Caiado berram, mas lá está ele impassível, pedindo calma aos senhores e senhoras senadoras. Quando perdeu a paciência, reclamou seu “poder de polícia” e gerou sobressaltos até explicar que isso é apenas um termo formal para discriminar seus poderes na circunstância. Ufa!

No acordão entre Viana e Cássio, não há mais questões de ordem e outros penduricalhos e, como os pró-impeachment decidiram não fazer mais perguntas, o resto de sexta-feira foi de palanque, com as testemunhas pró-Dilma falando sem contestação e a bancada dela fazendo proselitismo a favor do PT.

Eles só se esqueceram de combinar com os adversários comuns. Magno Malta não aguentou ouvir calado o economista Luiz Gonzaga Belluzzo defendendo Dilma e dizendo que o erro dela foi não ter gasto mais (?!?!?!) e gritou: Beluzzo foi expulso do Palmeiras depois de quebrar o clube. Então, o que ele fazia ali falando de contas e responsabilidade fiscal? Faz sentido.

Dentro do plenário, o zunzunzum era sobre o indiciamento de Lula. Fora, Lula tinha uma conversinha a sós com o ex-ministro Edison Lobão, que era amigão de Dilma, é do partido de Michel Temer e está enrolado na Lava Jato, desses que, como disse Gleisi, “não tem moral” para julgar ninguém. Qual será o voto de Lobão?

PT tende a abandonar Dilma caso seja derrotada no impeachment

Utilitarista, eu? Dilma Rousseff tende a ser “demonizada” pelo PT caso o impeachment seja aprovado pelo Senado, vaticinam alguns de seus fiéis aliados. A cúpula do partido, que nunca caiu de amores pela presidente afastada, agora se distancia à luz do dia, como no embate sobre a proposta de plebiscito. O abandono crescente faz amigos arriscarem um palpite: ela terá da sigla o mesmo tratamento dado a Luiza Erundina ao deixar a Prefeitura de SP. De tão isolada, teve de se divorciar da legenda.
Esperando na janela Amanhã, a ida da presidente afastada ao Senado não terá pompa, mas manterá alguma circunstância. Renan irá recepcioná-la na entrada do Congresso, a chamada chapelaria, e ofereceu seu gabinete para abrigá-la nos intervalos da sessão.
Fonte: Painel - Folha de SP

Tristeza: Morre Chico Coimbra

Chico, ladeado pela filha Zuila (esposa do prefeito Alexandre Von) e esposa Elinor 
Morreu na madrugada de hoje, em Santarém, o empresário e meu querido amigo Francisco Coimbra Lobato. Transmito aos seus familiares as minhas condolências.
Atualização: 
O corpo do Francisco está sendo velado na Igreja do Santíssimo onde, amanhã (29), será rezada missa de corpo presente às 16h.

Francisco tinha 80 anos e foi um grande apoiador de projetos sociais, entre eles, a Associação Assistencial ao Estudante Universitário do Médio Amazonas (Asseuma), que ele fundou e manteve por muitos anos, em Belém, com recursos próprios. A iniciativa ajudou na formação profissional de mais de 700 jovens que saíram de Santarém para estudar o ensino superior na capital do Estado.

Imprensa: O conteúdo importa

Por Hélio Schwartsman - Folha de SP
Para o PT e parte da esquerda, a mídia é um dos responsáveis pela queda de Dilma Rousseff. No discurso petista, os principais meios de comunicação se uniram às elites conservadoras para derrubar um governo que vinha fazendo reformas de caráter popular.

Tais proposições me parecem frágeis, mas o que pretendo hoje é discutir outra coisa: o poder da imprensa de modificar a realidade. O que subjaz à narrativa petista, afinal, é a ideia de que o governo ia razoavelmente bem, mas que essa percepção foi bloqueada por vontade da mídia.

Não há dúvida de que os meios de comunicação exercem algum tipo de influência. Caso contrário, não valeriam de nada, não seriam procurados por quem tem algo a dizer nem por anunciantes. A questão relevante aqui é se conseguem ir além de refletir o mundo real, moldando até certo ponto as percepções do público, e se tornam capazes de criar realidades ao bel-prazer de seus controladores.

Um autor caro à esquerda, Karl Marx, pensava que não. Num texto de 1842 para o "Rheinische Zeitung", afirmou que a imprensa livre é tão responsável por alterar as condições do mundo "quanto o telescópio do astrônomo é responsável pela incessante moção do Universo".

Para sustentar o contrário é preciso supor que as pessoas não passam de fantoches que fazem tudo o que a mídia lhe ordena. Ora, o que os estudos mais modernos sugerem é que somos seres bastante influenciáveis, por fatores às vezes tão improváveis quanto a música que toca ao fundo. O poder dessas interferências, porém, está longe de absoluto. Elas alteram a proporção de pessoas que responde de um jeito ou de outro aos exercícios propostos pelos pesquisadores, mas só raramente levam alguém a fazer aquilo que não quer. Um bom marqueteiro até pode convencer alguns incautos de que titica de cachorro é uma iguaria culinária. Mas dificilmente vai ficar rico vendendo isso. O conteúdo importa.

Vocação dos Catequistas

Por Cardeal Orani Tempesta
No quarto domingo de agosto, dentro do mês vocacional, celebramos a vocação dos leigos e leigas e, no último domingo, o Dia do Catequista. Neste ano ambos caem no mesmo domingo, pois temos apenas quatro domingos em agosto.

Neste domingo, a Igreja insiste no protagonismo dos leigos, seja nos âmbitos da fé e da comunidade eclesial, mas preferencialmente na esfera do mundo. O leigo cristão tem a missão de ser o fermento de transformação profunda das realidades temporais, vivendo na comunhão da Igreja.

Na Igreja no Brasil temos um número muito grande de catequistas. São homens e mulheres que, cientes de sua responsabilidade cristã, assumem o serviço de educar e formar crianças, jovens e adultos, preparando-os não só para os sacramentos, de modo particular a Santa Eucaristia, mas para testemunhar com a própria vida a pessoa de Jesus e o seu Evangelho. Da catequese familiar e eclesial dependem a maturidade da fé dos cristãos e a vivacidade e o testemunho da Igreja.

Mais aqui >Vocação dos Catequistas