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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

O paraiso secreto de Neymar

Neymar na última vez que esteve na vila, em clique da revista francesa “VSD
Quem ainda festeja a contratação de Neymar pelo Paris Saint-Germain é o grupo de investidores que é dono da Villa Octopussy, uma mansão cinematográfica localizada às margens da Baía de Canoubiers, cerca de 5 minutos de Saint-Tropez, no sul da França. Desde que se mudou para a Europa é pra lá que o jogador costumar fugir nos fins de semana de folga, quando não tem treinos ou jogos programados, não raramente acompanhado dos amigos de infância mais chegados e cujos custos de viagem são inteiramente bancados pelo anfitrião.

Como agora trocou Barcelona por Paris, os donos da vila acreditam que ele vai bater ponto no local com mais frequência e, de quebra, atrair outros inquilinos abonados. A propriedade, é claro, dispõe de todos os atributos que saltam aos olhos de superastros do esporte como o brasileiro: além de suas nove suítes e duas piscinas, possui porto e heliponto privativos, já que o acesso se dá somente por mar ou ar, e decoração à la James Bond (daí o nome da vila, uma homenagem a “007 Contra Octopussy”, de 1983). O preço por tudo isso? Em torno de € 50 mil (R$ 185 mil) por dia, sem contar os impostos, com tudo acertado antes do check-in.

Na última vez que esteve no recanto particular, há cerca de duas semanas, Neymar até alugou um iate para passear com amigos, o Ginevra, de 35 metros e capacidade para oito pessoas. É bom lembrar que o iate dele – um Azimut 78 avaliado em R$ 15 milhões – foi confiscado pelas autoridades do Brasil no ano passado por causa de um processo no qual o craque é acusado de sonegar impostos no país.
 

"Galeria de Amigos": MILTON RÊGO CORRÊA

Meu amigo Miltinho, como é carinhosamente chamado, jornalista competente, temperamento dócil, sempre cordial e sorridente, é do tipo boa-praça.

Prognostico indigesto

Um viciado no Jogo do Bicho, chegou na banca instalada ao lado da Garapeira Ypiranga, em Santarém, e antes de fazer a sua "fézinha", perguntou ao amigo que saboreava um caldo de cana: "Mano, o que será que vai dar hoje? Passei a noite inteira sonhando que eu estava comendo um tucunaré estragado, ruim mesmo." - "Sonhos como este, indicam que vai dar azia e caganeira, com certeza". Foi a resposta.

Arrependimento

Em Brasília é fartamente exibido um adesivo com os dizeres: "Eu sou culpado! Votei na chapa Dilma/Temer!"

Desunião dá nisso...

Não sou analista político, estou mais para ouvidor das vozes das ruas e, como tal, arrisco um palpite: nas eleições do próximo ano, com essa enxurrada de nomes "da terra", na maioria os de sempre, que estão sendo anunciados como pré-candidatos, Santarém novamente não elegerá nenhum deputado estadual e, na Câmara Federal ficará orfã. Como diria o saudoso humorista Golias: "É bonito isso?

Roupa suja

Em um programa de rádio, em Belém, uma bela servidora pública que havia sido acusada por suas colegas, de ser protegida por seus chefes no órgão onde atua, desabafou: "Eu sempre venci na vida com o meu talento, com o meu trabalho dedicado e eficiente, sem precisar puxar o saco ou abrir a perna para quem quer que seja, como elas (as acusadoras) fazem". Valeu, garota!

Indelicadeza oficial

É dificílimo manter um contato telefônico com alguns integrantes dos governos do Zenaldo Coutinho, prefeito de Belém e do Nélio Aguiar, de Santarém. E, muito mais, do governo Jatene. Quem tenta, ouve do outro lado da linha "sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens". São incapazes, até mesmo por uma questão de educação, de retornarem a ligação para saberem do que se trata o assunto, muitas vezes de interesse da própria administração municipal e estadual. Preferem, com isso, demonstrar que são "importantes", sem levar em consideração que ocupam cargos em caráter transitório, tipo nuvem passageira.

Façam o possível, senhores secretários, para estar sempre disponíveis para receber ou ouvir as pessoas, de qualquer nível social. Procurem auxiliá-las nas suas reivindicações, e nunca considerem isso um risco à sua autoridade ou ao seu suposto prestígio. Gentileza, amigos, não é artigo de luxo, mas sim, de primeira necessidade.

Raivinha besta

Me disseram que um vereador da Câmara de Santarém não gosta de mim, não suporta o meu blog, porque nunca mencionei o nome dele ou algo sobre o trabalho que desenvolve junto à comunidade.
Excelência, oriente a sua assessoria no sentido de enviar-me notícias sobre o seu desempenho no parlamento e, se eu julgar que vale a pena, irei divulgá-las, com prazer. Quanto ao fato de gostar ou não gostar de mim e do que faço, é problema seu, não meu. Copiou?

Reprise de falsa moralidade

O PSOL (do Edmilson Rodrigues) considera-se ser o paladino da ética e da moral na política brasileira. Só presta quem está nele, o resto é corrupto, é safado, não vale nada. Este filme já vimos antes - o velho PT.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Que beleza de burrice radiofônica

Em Belém, um apresentador de um programa de rádio abre espaço para um repórter policial e este informa que "na Delegacia do Guamá foram apreendidas várias armas que estavam em poder de perigosos bandidos." - O apresentador indaga: "São só armas de fogo ou há também armas brancas?" Resposta do informante: "Me desculpe, companheiro, mas infelizmente eu não cheguei a ver as cores das armas".

Gripes de Zé Simão

"Mudei de gripe! Antes estava com a Gripe Temer: chata, não vai embora e ataca a garganta! Gripe Vampirão! Agora peguei a gripe Lula: quando volta é pior!"

Absurdo! Professora denuncia agressão física por aluno de 15 anos

Professora denuncia agressão por aluno de 15 anos em SC
A professora Marcia Friggi usou o Facebook para denunciar ter sido agredida com socos por um aluno de 15 anos na escola onde leciona no município de Indaial, em Santa Catarina, nesta segunda-feira, 21. Conforme o relato, a educadora pediu que o adolescente colocasse o livro utilizado na aula sobre a mesa. Com a negativa do rapaz e uma agressão verbal como resposta, Marcia pediu que ele se retirasse da sala. A agressão física teria ocorrido minutos depois, quando os dois foram até a sala da direção.

Segundo a professora, o estudante negou tê-la ofendido e, ao ser interpelado, começou a agredi-la com fortes socos. Marcia publicou fotos que mostram um corte aberto em uma das sobrancelhas, um olho inchado por um hematoma e sangramento no nariz.

Na publicação, a profissional também desabafa sobre agressões verbais anteriores e reclama do desamparo dos governos em relação à profissão. "Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacerada por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem. Porque me sinto em desamparo, como estão desamparados todos os professores brasileiros. Estamos, há anos, sendo colocados em condição de desamparo pelos governos", afirmou.

Corrupção e violência de mãos dadas

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
O mundo chora os 15 mortos do terrorismo em Barcelona, mas quem vai chorar os nossos 28 mil mortos pela violência descontrolada no primeiro semestre no Brasil? São, nada mais, nada menos, 155 assassinatos por dia! Algo como seis por hora! E podem chegar a 60 mil até o fim do ano!

Os alvos dos ataques monstruosos do Estado Islâmico são homens, mulheres e crianças de variadas nacionalidades, para potencializar o horror, a divulgação mundo afora e o pânico. Os alvos no Brasil são pobres, ricos, de capitais, do interior, tanto faz. Qualquer um de nós (ou dos nossos filhos) pode ser a próxima vítima.

O Estado se mostra incapaz, a cidadania parece entorpecida, a onda de violência não respeita nenhum limite, alastra-se pelo País inteiro e o Rio de Janeiro continua lindo, mas virou o mais dramático e triste exemplo do ponto a que chegamos, produzindo diariamente manchetes e vídeos aterradores. A vida não tem mais valor nenhum.

Crianças morrem com tiro na cabeça dentro de escolas ou na sala dos pais. Turistas estrangeiros são assassinados porque entram na “comunidade” errada. Não se pode andar na rua, nem de bicicleta, nem de carro, nem de ônibus, nem de metrô. A pessoa sai para trabalhar sem saber se volta. Mas também quase não se pode mais ficar em casa. Os tiros atingem todos os lugares.

Quem é pago para controlar a onda corre dois riscos. Ou é engolido pelo “sistema” e/ou pela constatação de que essa é uma guerra perdida e não há o que fazer. Ou morre às dezenas, deixando viúvas e filhos pequenos. Só neste ano são quase cem policiais assassinados no Rio. Rezemos para já não serem cem quando esta coluna for publicada.

Assim, temos um País onde a grande maioria está espremida entre dois extremos. Na cúpula, governantes, gerentes de estatais, doleiros e “operadores” desviam bilhões da saúde, da educação, da moradia, da infraestrutura – e do futuro. Na base, quadrilhas sem lei e sem horizonte agem à luz do dia, armadas até os dentes, sem pensar duas vezes para apertar o gatilho.

O desemprego e a desesperança completam esse quadro, mas quem se refugia no Primeiro Mundo não são os da cúpula nem os da base do crime. São, por exemplo, os melhores estudantes, os profissionais mais promissores, os que mais têm a contribuir com o Brasil, afinal empurrados para contribuir com a ciência, a tecnologia e o desenvolvimento justamente dos países que já são campeões em tudo isso.

A reforma política se encaixa perfeitamente aí. Não um distritão feito às pressas, não um fundo eleitoral de R$ 3,6 bilhões em meio à crise fiscal, não um quebra-galho para a eleição seguinte. Uma reforma política para valer, com novas regras, novos filtros, mais debate sobre o País, mais compromisso com a realidade e menos com cores e efeitos especiais.

O passo seguinte à Lava Jato, que expõe o mundo da corrupção e aponta os maiores culpados, tem de ser a atualização das regras políticas, partidárias e eleitorais. É essencial começar a mudar o País pelas cúpulas, para que elas realmente assumam a responsabilidade pelo que acontece nas bases. Sem mudar por cima, os brasileiros vão continuar matando e morrendo por baixo.

A capacidade do TSE

Editorial - Estadão
Acertadamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu, em setembro de 2015, a doação de pessoas jurídicas a partidos e campanhas políticas, por reconhecer que esse tipo de financiamento desrespeita a Constituição de 1988. As empresas não têm direitos políticos e, portanto, não lhes cabe interferir no processo eleitoral por meio de doações aos partidos. Além disso, esses repasses de dinheiro às campanhas envolviam interesses no mínimo pouco compatíveis com a isenção que o poder público deve manifestar em todas as esferas de sua atuação.

Como já era previsível, o STF, ao definir que estava encerrada a principal fonte de receita até então dos partidos, afetou fortemente o financiamento das campanhas eleitorais e até hoje alguns políticos tentam fazer o Estado assumir essa conta, com o aumento da destinação de recursos públicos aos partidos. Logicamente, é preciso rejeitar esse tipo de manobra, que também fere a Constituição. Os partidos são entidades privadas e devem ser sustentados por contribuições voluntárias dos eleitores. É a população, no exercício de sua liberdade política, quem deve escolher quais ideias e projetos políticos deseja sustentar. Quando se transfere essa decisão ao Estado, além de afastar ainda mais a sociedade da política, ocorre uma violação da liberdade política individual.

É necessário, portanto, preservar o sentido da decisão do STF que, além de outros benefícios para a moralidade pública, devolve ao cidadão o seu protagonismo no processo eleitoral. Logicamente, com o reconhecimento da inconstitucionalidade do financiamento da política por empresas, ganham enorme importância as doações de pessoas físicas aos partidos políticos. Na verdade, elas voltam a ter a relevância que sempre deveriam ter tido, como elemento inarredável da liberdade política.

Sendo assim, chama a atenção a frágil estrutura da Justiça Eleitoral para fiscalizar as contas dos partidos, sejam as das campanhas eleitorais, sejam as que as organizações partidárias são obrigadas a apresentar anualmente. Conforme reportagem do Estado, a Justiça Eleitoral tem apenas 148 servidores escalados para fiscalizar os dados dos partidos, que, só em 2017, receberam R$ 819 milhões do contribuinte.

Os Tribunais Regionais Eleitorais, que analisam contas dos candidatos a deputados, senadores e governadores, bem como as contas dos diretórios estaduais, têm apenas 137 fiscais em todo o Brasil. No Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável por avaliar as contas dos candidatos a presidente da República e as dos diretórios nacionais, há 11 fiscais.

Divulgado em abril, um estudo comparou a Justiça eleitoral brasileira com a do México. Lá, existem 9 partidos e são 350 servidores para fiscalizar as contas eleitorais. Aqui, são 137 fiscais para 35 partidos. Um servidor ouvido pelo Estado admitiu que, nas atuais condições, é impossível fazer uma “análise profunda e absoluta” das contas.

Mais do que discutir a destinação de mais recursos públicos aos partidos políticos, faz-se necessário capacitar a Justiça eleitoral para realizar eficazmente seu trabalho de fiscalização. Especialmente em matéria eleitoral, não cabe fingir que as coisas estão funcionando, como se bastasse uma avaliação superficial.

Não há dúvida de que a decisão do STF de proibir doações empresariais acaba por aumentar o trabalho da Justiça Eleitoral, já que, nesse novo regime, deve haver um maior número de doações de pessoas físicas. Tal realidade só aumenta a importância de prover o poder público da necessária estrutura para uma fiscalização eficiente, capaz de descobrir eventuais fraudes nas contas partidárias. Como reconheceu a Suprema Corte, a origem das doações não é uma questão burocrática – ela interfere na qualidade da democracia.

O que seria desprovido de todo sentido é abandonar ou fazer minguar um sistema eleitoral apoiado nas doações de pessoas físicas simplesmente porque sua fiscalização é mais difícil. Afinal, o mérito da democracia não está em eventual facilidade.

Entre tapas e beijos

Ontem, por volta das 23h, o meu celular tocou. Atendi, e, do outro lado da linha uma voz feminina: "Ercio, que bom que atendestes. Quero te contar uma novidade que está causando muito rebu aqui na nossa Santarém. Presta atenção! Aquele casalzinho (citou os nomes dele e dela) cujo casamento realizado há pouco tempo e que movimentou a sociedade santarena em uma grande festa, muito badalada nas colunas sociais, está vivendo um relacionamento problemático. Brigam tanto que, quando vão pra cama, não fazem amor - fazem ódio. É um LARmentável! E dizem que a mãe da esposa, aconselha: "Larga logo esse cara, procura esquecê-lo, sepulta a lembrança dele na mais profunda sepultura do teu coração e põe sobre o túmulo a pedra do teu mais ardente desprezo." - Credo! Que horror!
O nome da informante? Não vou revelar, afinal, trata-se de uma fonte de fofoca, das boas. Sabendo que irei publicá-las aqui, a Pestinha (vou chamá-la assim) certamente detonará outras. É só aguardar.

Desrespeito

Um paciente, leitor deste blog, pediu que eu contasse, aqui, que assistiu, abismado e indignado, o tratamento indelicado de um médico que, com um chilique de estrelismo, ofendeu, menosprezou o trabalho de uma enfermeira que estava de plantão.

Não são raras as vezes que isso acontece, infelizmente. A sociedade deve ver nos enfermeiros, nas enfermeiras, profissionais que cursaram uma faculdade, adquiriram conhecimento técnico-científico e, como membros de equipes de hospitais, das clinicas, das ambulâncias de socorro urgente, são tão importantes e essenciais quanto os médicos na reabilitação do ser humano - pobre ou rico - diante de uma enfermidade.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Clonando Pensamento

De José Colares, em sua página no Facebook:
"Se não houver um conjunto de medidas visando a segurança do balneário, partindo de ações do Governo do Estado, das Polícias Civil e Militar e até da Administração Municipal, Alter do Chão vai virar notícia nacional de que lá é terra sem lei e sem segurança. Casas são arrombadas quase todas as semanas; pessoas são assaltadas; a droga é consumida descaradamente e a Praça da Matriz virou antro de elementos suspeitos e viciados. Apesar de tudo, o administrador José Carlos Zampietro está tentando melhorar o panorama da Vila, porém acho que paciência tem limites, e a dele pode se acabar.Não é possível que deixemos que o nosso maior acervo turístico se transforme num palco de desmando e de insegurança total. A sociedade organizada e as autoridades têm o dever de se unirem para mudar esse cenário."

Participe!


Realidade não está na tela da TV, destaca papa Francisco


Francisco também criticou o que chamou de "Alzheimer espiritual"

Em mensagem enviada ao Encontro de Rimini para a Amizade entre os Povos, o papa Francisco afirmou ontem (20) que as pessoas não podem olhar a realidade apenas da "varanda" ou pela "televisão".

O Congresso acontece desde a década de 1980 e costuma ser inaugurado por uma declaração do Pontífice. "Não nos é permitido olhar a realidade a partir da varanda nem podemos permanecer comodamente sentados no sofá a olhar o mundo que passa à nossa frente na televisão."

De acordo com Jorge Bergoglio, é preciso admirar "o verdadeiro, o belo e o bem que nosso pai nos deu" para viver como uma "oportunidade" a "mudança temporal na qual estamos imersos". Francisco também criticou o que chamou de "Alzheimer espiritual", que consiste em "esquecer a história de nossa relação com Deus". "Se nos tornamos desmemoriados sobre nosso encontro com o Senhor, não estaremos mais seguros de nada", declarou

A censura na TV é maior do que no regime militar

Maria do Carmo (Carolina Dieckman) foge de repressão policial em cena da primeira fase de "Senhora do Destino"
Por Flávio Ricco, jornalista e blogueiro
Que aqui é o país do faz de conta todo o mundo sabe desde 1.500, mas alguns setores ainda se esforçam, a cada dia, em querer reafi rmar esta verdade.

Nos anos 1970, ditadura plena por aqui, a novela ‘Mulheres de Areia’ foi exibida sem restrições na extinta Tupi, isto em meio a feroz censura do então ministro Alfredo Buzaid.

Zilhões de movimentos da Terra depois disso, em 2012, um remake da mesma ‘Mulheres de Areia’, na TV Globo, foi censurado pelo Ministério da Justiça, porque aparecia o perfi l de uma mulher nua na sua abertura.

Em setembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional qualquer tipo de censura.

Ainda assim, agora, nem um ano depois, o Ministério da Justiça quer que a reapresentação de ‘Senhora do Destino’ no ‘Vale a Pena Ver de Novo’, passando por cima da decisão do STF, tenha várias cenas cortadas.Este é um país onde se tem 70 mil assassinatos por ano e o grau de corrupção política é considerado o maior do mundo, mas o Ministério da Justiça, num universo que não é o nosso, se preocupa com os personagens de uma novela.