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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Leia, por favor: Cidade sitiada

“Ninguém está entendendo a indiferença das autoridades responsáveis pelo policiamento de Belém. Quanto mais se grita e protesta contra esse banditismo sem controle, menos se sabe de providências capazes de conter e anular a desenvoltura de marginais que fazem da vida e dos bens do próximo, brinquedos baratos, desses que se compram aos montes e se destroem a pontapés.

O que será preciso, afinal, para serem tocados os corações dos que dispõem de meios de colocar um paradeiro em tal descalabro? Será necessário, porventura, que eles, os figurões do poder, provem a brutalidade irracional, que sintam na própria carne como dói uma punhalada ou quanta falta fazem criaturas queridas, monstruosamente mortas, ou os bens levados pelos gatunos? – São perguntas que se perdem nos labirintos dos ventos, mas que devem ser urgentemente respondidas.

Somos os artífices de nosso futuro e, por isso, não temos obrigação alguma de olhar esse festival de roubos e homicídios como uma cruel fatalidade a que não se pode escapar. Demo-nos as mãos, somemos coragem, lucidez e firmeza. Quem pode escrever, escrevam, gritem outros, pressionemos todos. Não é possível que esses criminosos prossigam comandando os acontecimentos, transformando um povo inteiro, pacato e alegre, em bainha de faca e carniça de revólver.

Não devemos dar trégua aos poderosos, forçando-os à imediata e decisiva ação, pois sua inércia muito se assemelha à do sujeito que considera refrescante a pimenta esfregada em olhos alheios. Todo mundo sabe que, quando ocorre um crime particularmente chocante, desses que põem as multidões em revoltada efervescência, a máquina policial funciona mesmo e em pouco tempo os protagonistas são apanhados, numa prova indesmentível de que eles, os graúdos, agem quando querem. Embora eu não deseje que isso aconteça, não tenho a mínima dúvida: no dia em que for assaltado um membro de cúpula administrativa, a repressão há de ser formidável e as coisas começarão a mudar. Desgraçado, porém, do povo que precise esperar a desdita pessoal de seus líderes para que se inicie a luta contra os inimigos de todos.

O governo do Pará deve colocar sob a rubrica de ‘urgência urgentíssima’ o combate organizado, diuturno e intensivo aos sicários que povoam as ruas e os pesadelos da população assustada. Que se concentrem maciços recursos e esforços nessa cruzada permanente contra as quadrilhas de monstros que tornam tão difícil descobrir-se a imagem de Cristo no próximo.

Parece que ninguém suportará por muito tempo ainda essa dramática e absurda inversão de situações: enquanto os cidadãos livres, sérios e inocentes vivem confinados atrás de grades domésticas, os ladrões e assassinos dominam as ruas, espalhando a viuvez, a orfandade, a mutilação, a miséria, a morte. Que os ilustres deputados e vereadores renunciem, por uns dias, aos seus festivos requerimentos congratulatórios para formar uma frente única, supra-partidária, capaz de engrossar o coro dos que exigem rápidas e frutuosas providências. Política, afinal, é a arte de promover o bem comum.

Com todo o meu cristianismo, sinto-me à vontade para emitir um protesto como este, pois religião alguma, e muito menos a minha, nos manda ser coniventes com o mal e passar a mão em cabecinhas de criminosos malvados, sem alma, que funcionam deliberadamente como crudelíssimos algozes de seus semelhantes. Nada mais ridículo e até suspeito, pois cheira a cumplicidade, do que, em horas assim, lermos ou escutarmos piedosas palavras, manifestações sobre direitos humanos, sobre a tolerância no trato com malfeitores extremamente perversos, que torturam brincando, que matam entre gargalhadas. Essa gente, a rigor, só entende o diálogo da força, da intimidação, embora eu não chegue ao extremo de advogar medidas sanguinárias, pois não se precisa responder a brutalidade com selvageria.”

Do blog:
Creio que o texto acima, parte da crônica “Cidade Sitiada”, de autoria do meu mano Emir Bemerguy, escrita em outubro de 1978 e publicada no jornal O Liberal, demostram que, de lá pra cá, pouco ou nada mudou em termos da violência que, igual ou pior àquela época, nos dias de hoje amedronta e coloca em pânico não só a população de Belém, mas também de muitas cidades do interior, nas zonas rurais, enfim, em todos os lugares do Pará. Faço votos que as providências solicitadas pelo referido cronista, sejam objeto de reflexão por parte das autoridades que comandam atualmente os órgãos de segurança pública no Pará e as coloquem em prática

domingo, 28 de maio de 2017

A falta que um líder faz

Por Eliane Cantanhêde - Estadão
O principal embate na definição de um eventual substituto de Michel Temer é da “senioridade”, o PSDB, o PMDB e o Senado contra a “junioridade”, a massa e os partidos médios da Câmara. O ponto em comum é que todos, do PSDB ao PT, aderiram ao “voto de desconfiança construtivo”, do Direito alemão, que consagra o que vem sendo dito aqui desde o início da crise JBS: Temer só cai quando houver um sucessor virtualmente ungido. 

STF pode prejudicar combate à corrupção

Editorial - O Globo
Enquanto o cenário político é tomado pela crise em torno do presidente Michel Temer, desfechada pela delação de Joesley Batista, do JBS, ressurgem ameaças à Lava-Jato, e a qualquer outra operação contra a corrupção. Não são assuntos desconexos — as ameaças e Temer —, porque o novo ataque ao trabalho da força-tarefa de Curitiba pode tirar força do Ministério Público e da Justiça para que levem denunciados a fechar acordos de delação —, sem os quais não se saberia hoje a que ponto chegou a associação de partidos políticos e empresários para desviar dinheiro público de estatais.

O novo risco vem da defesa feita pelo ministro do Supremo Gilmar Mendes para que a Corte reexamine decisão reafirmada em outubro do ano passado, segundo a qual sentença confirmada em segunda instância pode começar a ser cumprida, enquanto recorre-se a instâncias superiores. Este voto vencedor — por seis a cinco — teve efeito vinculante, ou seja, precisa ser seguido por todos os tribunais.

Naquela ocasião, o ministro Dias Toffoli sugeriu que o réu ainda pudesse recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em liberdade, no caso de prisão. Ao ter rejeitado o recurso, em terceira instância, aí, sim, passaria a cumprir a pena.

Gilmar Mendes se diz agora convertido à proposta de Toffoli. Isso significa que, colocado o assunto novamente em votação, a tese de permitir mais um recurso aos condenados nas duas primeiras instâncias tem grandes chances de ser vencedora. Confirma-se, infelizmente, que as maquinações contra a Lava-Jato não estão apenas no Congresso, mas se infiltraram no Supremo. Consta, não se deve esquecer, que a possibilidade de prisão na rejeição de recurso na segunda instância teria convencido a cúpula da Odebrecht a fechar o acordo de delação premiada.

Um aspecto grave é que isso ocorre depois dos testemunhos de Joesley Batista que envolvem Michel Temer, a cúpula do PMDB, o presidente do PSDB, Aécio Neves, além de Lula e Dilma Rousseff. As delações da JBS e da Odebrecht atingem o núcleo do poder político, e, por isso, dão rara chance de haver de fato uma limpeza histórica na vida pública — se forem conjugadas a uma reforma política sensata. O Supremo precisa ser firme, ainda mais nesta hora, e não desarmar as primeiras instâncias do Judiciário e o MP nesta luta contra a corrupção, justo quando se aproximam julgamentos-chave na Lava-Jato. Para completar o estrangulamento da Lava-Jato, faltará apenas o relaxamento de prisões preventivas.

Cabe relembrar que um dos objetivos prioritários dos interessados em esvaziar a Lava-Jato tem sido afastar ao máximo a possibilidade de acusados de corrupção serem presos. O assunto foi levantado na conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado com peemedebistas de primeira linha — Renan, Jucá, Eunício, Sarney — sobre como parar com as delações. Com o Congresso paralisado pela crise, restou o Supremo.

Em artigo, Temer reitera que não pretende largar o osso

"Vamos perseverar nesta travessia. Não me desviarei de entregar ao meu sucessor, em 2019, um país em condições bem melhores do que recebi. Sem as reformas, o Brasil não se sustentará. Todos, inclusive a oposição, sabem disso", diz Michel Temer, em artigo publicado neste domingo. Leia, aqui >O caminho é o desenvolvimento

Delação da JBS atinge ministro Helder Barbalho

Em meio à maior crise do governo Michel Temer, ministros de sua gestão podem ser alvos de novos pedidos de inquéritos, desta vez decorrentes da delação da JBS. Os depoimentos dos delatores, revelados neste mês, envolvem de forma significativa ao menos quatro ministros e trazem acusações como uso de caixa dois em campanha e recebimento de propina.

Dois relatos envolvendo ministros são relacionados à campanha de 2014. Ricardo Saud afirmou que o ministro das Cidades, o tucano Bruno Araújo, recebeu R$ 200 mil em dinheiro vivo naquela eleição, quando concorreu a deputado federal.

O peemedebista Helder Barbalho, titular da pasta da Integração Nacional, foi acusado por Saud de ter sua campanha ao governo do Pará financiada com propina e caixa dois.

O delator disse que o pai de Helder, o senador Jader Barbalho, recebeu R$ 8,98 milhões da JBS destinados pelo PT para obter o apoio do PMDB do Senado, nas eleições de 2014. "Entendo que esses R$ 8,98 milhões o Jader direcionou tudo para a campanha do filho dele, candidato", disse. Parte dos repasses foi feita por meio de notas frias pagas pela JBS e em dinheiro vivo. (Folha de SP)

Ronaldo, Messi e Neymar lideram lista dos mais bem pagos dos gramados

Ronaldo, Messi e Neymar
Além de continuar firme e forte no posto de jogador mais bem pago do mundo, Cristiano Ronaldo ainda conseguiu aumentar seus ganhos nos últimos doze meses, período em que os rendimentos dele dentro e fora dos campos chegaram a US$ 93 milhões (R$ 303,8 milhões). A cifra foi estimada pela revista americana “Forbes”, que acaba de divulgar a lista dos craques que mais ganham dinheiro com o futebol. 
 
O número dois no ranking composto por vinte nomes é o argentino Lionel Messi, que levou pra casa US$ 80 milhões (R$ 261,4 milhões) no último ano. Já Neymar, Hulk e Thiago Silva são os únicos brasileiros no levantamento, e aparecem na terceira, 12ª e 13ª posições, com rendas de US$ 37 milhões (R$ 120,9 milhões, US$ 20,1 milhões (R$ 65,7 milhões) e US$ 20 milhões (R$ 65,3 milhões), respectivamente.

sábado, 27 de maio de 2017

Clonando Pensamento: Liberar geral

De Marcelo G. M, bairro Livramento - Santarém
"Eu acho que, da próxima vez que a Cut e o PT promoverem manifestações em Brasília, a polícia ou o exercito não devem se intrometer. Deixem que os baderneiros quebrem tudo e invadam a Camara dos Deputados e o Senado, e botem pra correr de lá todos os parlamentares, dando uns cascudos (de leve) em cada um deles."

No "Diário do Poder" - Claudio Humberto

Suspeita é que cúpula petista planejou badernaço
Cresce a suspeita de que a cúpula do PT planejou o badernaço em Brasília, com violência e vandalismo, incluindo a tentativa de incendiar ministérios. O caso foi entregue à Polícia Federal. O presidente do PT, Rui Falcão, e outros dirigentes chegaram a Brasília no início da semana para o protesto do dia 24. Na véspera, 23, senadores do PT pediram ao governador de Brasília que a Polícia Militar não revistasse ônibus chegando com manifestantes. Ele se negou a atender o pedido.
Arsenal nos ônibusO governo acha que ônibus de sindicalistas e “mortadelas” transportava “apetrechos de combate” como bombas, porretes e coquetéis molotov.
Indo ‘pro cacete’
Desde março de 2016, Lula exorta seguidores a “ir pro cacete”, como em telefonema com Lindbergh Farias (PT-RJ) gravado pela Justiça.
Sem dó, nem piedade
“Não tem mais jeito, não tem nem dó, nem piedade”, diz o ex-presidente naquela conversa telefônica com o senador fluminense.
Como o prometido
Na gravação, Lindbergh promete “ir pro pau”. Ele foi um dos petistas que pediram para a PM de Brasília não revistar ônibus de militantes.
Câmara paga R$ 2,5 milhões ao Sírio-Libanês
A Câmara dos Deputados renovou sem licitação, por R$2,5 milhões, o contrato de serviços com o hospital Sírio-Libanês, famoso por atender os políticos e celebridades. Além disso, a Câmara ainda gasta R$100 milhões por ano para manter um autêntico hospital de ponta, com equipamentos como tomógrafo, raros no SUS. Os deputados não querem nem ouvir falar em extinguir seu serviço médico, como fez o Senado nos tempos em que era presidido por Renan Calheiros.

Policiais festejaram após matarem dez sem-terras, afirma testemunha

REDENÇÃO, PARÁ, BRASIL, 26-05-2017: Cerimônia de enterro no cemitério de Redenção após a ação conjunta das polícias Militar e Civil do Pará que terminou com dez pessoas mortas na fazenda em Pau d'Arco (867 km ao sul de Belém), nesta quarta-feira (24). Trata-se do episódio mais violento ligado à disputa agrária em 21 anos, desde o massacre de Eldorado do Carajás, cidade na mesma região. Na ocasião, PMs mataram 19 sem-terra ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Secretaria Estadual de Segurança Pública do Pará afirmou que os policiais estavam cumprindo mandados de prisão de suspeitos de terem matado um segurança da fazenda Santa Lúcia, alvo de disputa agrária, no início deste mês. Ainda de acordo com a versão oficial, eles foram recebidos à bala no local e reagiram. No acampamento, teriam sido apreendidas algumas armas de fogo. Não há informação de policiais feridos. O novo massacre ocorre em meio a uma escalada de violência ligada a disputas agrárias no Pará. Ao menos 17 pessoas morreram nas últimas semanas no Estado por esse motivo, segundo a CPT. O Pará é o Estado com mais mortes no campo, de acordo com a CPT. De 2007 a 2016, foram 103 assassinatos. Cerca de dois terços dos casos ocorreu no sudeste do Pará, palco do massacre desta quarta. (Foto: Avener Prado/Folhapress, PODER) Código do Fotógrafo: 20516 ***EXCLUSIVO FOLHA*** 
Folha de SP
Em depoimento sigiloso obtido pela Folha, um sobrevivente do massacre que deixou dez mortos no sudeste do Pará, na última quarta (24), disse que os sem-terra já estavam dominados quando foram mortos a tiros por policiais.

Segundo relato ao Ministério Público, os agentes chegaram por volta das 7h ao acampamento, em área invadida da fazenda Santa Lúcia, no município de Pau d'Arco (867 km ao sul de Belém). Em seguida, os 28 sem-terra do grupo se dispersaram correndo.

Parte deles, incluindo a testemunha, teria se escondido em um matagal próximo e, por causa da chuva, se abrigado sob uma lona. Neste momento, a polícia os alcançou e começou a disparar, diz o relato.

Ele novamente correu e se escondeu a cerca de 70 metros de onde estava abrigado. Dali, escutou uma sequência de xingamentos e aparentemente chutes seguidos por disparos. "Logo tudo era repetido com outra pessoa".

Por vezes, ainda de acordo com a versão do sem-terra, um policial perguntava antes de disparar: "Vira pra cá, vagabundo. Cadê os outros?". A ação teria durado cerca de duas horas. Ao final, teria ouvido "gritos e gargalhadas, como se estivessem festejando".

O depoente admitiu que havia armas no acampamento, incluindo o fuzil mais tarde apresentado pela polícia, mas disse que não houve revide.

Ele prestou depoimento sob a condição de anonimato e foi encaminhado ao programa de proteção a testemunhas.

O relato contradiz a versão do governo do Pará, segundo a qual 24 policiais civis e militares foram recebidos a tiros quando chegaram ao local.

MAIS SOBREVIVENTES

Ao menos outros três sobreviventes foram localizados. Um deles levou um tiro na nádega e está internado num hospital da cidade de Redenção. Os Ministérios Públicos Federal e Estadual solicitaram proteção à Polícia Federal, mas o pedido não havia sido respondido até esta sexta (26).

Ele e a sua mulher, que também escapou, já prestaram depoimento à polícia. Procurada, a Secretaria de Segurança Pública paraense disse que o teor do relato está sob sigilo.

O terceiro sobrevivente localizado também testemunhou. A Folha apurou que ele disse não ter visto a ação por ter fugido para longe do local.

A operação policial teria o objetivo de cumprir quatro mandados de prisão relacionados ao assassinato de um segurança da fazenda invadida, no dia 30 de abril.

Em decisão criticada pelo Ministério Público Federal, os corpos foram retirados do local por policiais civis e militares antes da perícia, contaminando a cena do massacre.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, a alteração do local das mortes está sob apuração da própria Polícia Civil. A Folha solicitou entrevistas com o secretário da pasta, Jeannot Jansen, e o chefe da Delegacia de Conflitos Agrários de Redenção (PA), Valdivino Miranda. Os dois pedidos foram negados.

"O depoimento fortalece as dúvidas sobre a versão da polícia surgidas após a visita ao local", afirma a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, que vistoriou o local na quinta. Para o presidente do CNDH (Conselho Nacional dos Direitos Humanos), Darci Frigo, que também esteve na região, todas as informações disponíveis até agora indicam que não houve confronto. "A dúvida é: por que se usou tanta violência nessa operação?"

Lula diz que Joesley é ‘bandido’ e critica os benefícios de sua delação

Na coluna "`Painel" - Folha de SP
Agenda comum O ex-presidente Lula promoveu um encontro com dezenas de juristas, nesta quinta (25), para denunciar o que chama de “Estado de exceção”. Repetiu que se sente perseguido e fez duras críticas à nova estrela da crise política, Joesley Batista, que classificou como “um bandido”. O ex-presidente rechaçou as acusações do dono da JBS e disse que o acordo que Joesley obteve na Justiça é “um escárnio”. Com o ataque, se soma a Michel Temer, até aqui a principal vítima da delação do empresário.
Novos tempos A reunião com advogados e juristas ocorreu em um hotel em SP, a portas fechadas. Todos os convidados deixaram os celulares fora. Os aparelhos receberam uma etiqueta com o nome do dono e só foram devolvidos ao final do ato.
Rir para não chorar Lula disse que os benefícios que Joesley obteve com a delação eram de “provocar risos” e deu pitaco sobre a crise política. “Prefiro perder dez eleições diretas do que ganhar uma indireta”, afirmou.
Lágrimas O ex-presidente chorou ao lembrar da mulher, Marisa Letícia, que morreu este ano. Disse que não se incomoda de depor, mas que é difícil falar sobre ela. Após falar ao juiz Sergio Moro, ele foi criticado por tentar imputar decisões a respeito do tríplex no Guarujá a Marisa.

Jogo do Paysandu vai ser mostrado na TV

Hoje (27), às 16h30 a RedeTV e SporTV, canais fechados, transmitirão o jogo entre Paysandu x Internacional, pela série B do Brasileiro.

Será que isto acontece nos hospitais e prontos socorros de cidades do Pará?


Pacientes de médicos velhos morrem mais do que os de médicos mais novos

 
O senso comum nos ensina que um profissional é mais confiável conforme mais cabelos brancos tiver na cabeça. Afinal, o tempo é senhor da razão, correto? No entanto, uma pesquisa da Universidade de Harvard quebra esse preceito. Os cientistas notaram que pacientes de médicos mais velhos morrem mais do que os pacientes de doutores novinhos. 
 
Conforme o estudo, publicado no prestigiado British Medical Journal na semana passada, a exceção se dá apenas para médicos mais velhos bastante ativos, que continuam a atender muitas pessoas no hospital - estes tinham uma mortalidade entre seus pacientes abaixo da média.

Os pesquisadores de Harvard argumentam que médicos mais experientes atuam com base no conhecimento adquirido na época em que estudaram, que pode ter se tornado ultrapassado. Caso o médico não frequentes congressos e grupos de discussão ou use softwares específicos voltados para o diagnóstico, há o risco de aplicar técnicas datadas.

“Achamos que médicos velhos estão tentando bastante aprender tratamentos inovadores e implementá-los na sua prática. No entanto, visto que o conhecimento médico e as novas tecnologias mudam frequentemente, eles podem ficar sobrecarregados para se atualizar”, explica o médico pHD Yusuke Tsugawa, líder do estudo.
Mais aqui >Pacientes de médicos velhos morrem mais do que os de médicos mais novos

Para Gilmar, plenário do STF deveria dar última palavra sobre delações

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ontem, 26, que o tribunal terá que discutir o rito da homologação dos acordos de delações premiadas fechados pela Procuradoria-Geral da República.

Questionado sobre a possibilidade de revisar os benefícios concedidos aos empresários do grupo J&F – holding que inclui a JBS -, ele afirmou que esse é um tema que deverá ser discutido pelo plenário da Corte. Além da questão das delações, Gilmar também reagiu nesta sexta sobre um outro assunto polêmico. Ele afirmou que está pensando em revisar o seu voto sobre a decisão de decretar a prisão logo após decisão de segundo grau.

Sobre as delações, o ministro afirmou que a homologação de um acordo deveria ser feita apenas pelo ministro relator, mas, posteriormente, teria de ser referendada pelo conjunto dos integrantes da Corte, seja no âmbito da Segunda Turma ou do plenário. Ele disse que chegou a conversar sobre o assunto com o ministro Teori Zavascki, morto em janeiro deste ano, e responsável pela relatoria dos casos envolvendo a Operação Lava Jato.

"O que a lei diz? Que o juiz é quem homologa, mas o juiz aqui não é o relator, quando se trata de tribunal, é o próprio órgão. Ele pode até fazer a homologação prévia, mas sujeita a referendo", disse.

Como a delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista envolvem o presidente Michel Temer, ele afirmou que o caso terá de ser discutido pela instância máxima do STF, o plenário. "A mim me parece que, nesse caso, como envolve o presidente da República, certamente vamos ter que discutir o tema no próprio plenário. O caso do Sérgio Machado (ex-presidente da Transpetro e delator) já tinha provocado muita especulação e nessa época nós discutimos essa temática com essa perspectiva", afirmou.

Segundo ele, o próprio relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, poderá levar uma questão de ordem para ser decidida pelos demais colegas.

Benefícios -
Ministros do STF já admitem a possibilidade de revisar os benefícios concedidos aos empresários da JBS no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República. A previsão não é consenso entre os integrantes Corte, mas tem sido defendida por alguns magistrados e até mesmo por Fachin.

Embora não comente o caso publicamente, ao homologar as delações dos executivos da JBS, o ministro citou expressamente decisão do plenário da Corte, segundo a qual a homologação “limita-se a aferir a regularidade, a voluntariedade e a legalidade do acordo, não havendo qualquer juízo de valor a respeito das declarações do colaborador”.

A falácia das ‘diretas já’

Editorial - Estadão
Os defensores da antecipação da eleição direta para presidente querem fazer acreditar que somente assim teremos um governo com legitimidade e, portanto, capaz de tirar o País da crise. Essa concepção do voto direto como panaceia dos problemas nacionais se presta a vários propósitos, a maioria inconfessáveis, e nenhum deles efetivamente democrático. Quem apregoa a eleição direta para presidente agora, de afogadilho, ou defende interesses turvos ou é apenas oportunista.

Em primeiro lugar, basta observar quais partidos lideram o esforço para colocar o tema na pauta do Congresso. São em sua maioria siglas que desde sempre se dedicam a questionar a legitimidade e a sabotar qualquer governo democraticamente eleito que não seja integrado por um dos seus. Os notórios PT, PSOL, Rede e PCdoB, entre outros, informaram que vão se reunir na semana que vem para discutir a formação de uma “frente nacional” para defender a antecipação da eleição presidencial direta. A memória nacional está repleta de exemplos de como os petistas e seus filhotes mais radicais jamais aceitaram o resultado das eleições presidenciais que perderam, e provavelmente continuarão a não aceitar caso o vencedor do próximo pleito não seja Lula da Silva ou alguém da patota.

Acordão para manter Lula e Temer longe de Moro nasce em Brasília

Estão em curso em Brasília as tratativas de um acordão que visa a utilizar uma eventual eleição presidencial indireta para “anistiar” parte do mundo político e colocar o Congresso como contraponto à Lava Jato e ao Ministério Público Federal. Os cérebros da trama atuam, sobretudo, no Senado Federal. Na ponta final da maquinação está o compromisso de alterar a Constituição para garantir foro privilegiado a ex-presidentes da República, o que beneficiaria diretamente Lula, Sarney, Collor, Dilma e, eventualmente, Michel Temer, todos alvo de investigações.

O grupo suprapartidário de senadores entende hoje que uma eventual eleição indireta para a Presidência deve seguir o modelo bicameral: aprovação de um candidato pela Câmara a ser referendada posteriormente pelos senadores.

Na prática, isso significaria um peso maior para o voto dos 81 senadores sobre o dos 513 deputados, o que diminuiria drasticamente as chances de Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara, ser eleito para o Planalto. Ciente desse movimento, os apoiadores de Maia sondaram o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), para ser o vice do deputado.

O problema é que os senadores acham que Maia, uma vez eleito presidente da República, não sobreviveria ao que chamam de “jogo baixo da Lava Jato”. Avaliam que a cabeça de Maia se tornaria o troféu a ser apresentado pela longa fila que hoje tenta fazer delação premiada. A gravação feita por Joesley Batista de uma conversa com Temer comprovou, na visão dos senadores implicados na Lava Jato, que o Ministério Público Federal está disposto a tudo para “destruir o mundo político”.

Pelo arranjo dos senadores, Eunício seria, sim, vice, mas de um outro candidato, alguém com coragem suficiente para enfrentar a opinião pública e frear os procuradores e o juiz federal Sérgio Moro.

Para o grupo do Senado Federal, apenas dois nomes entre os colocados até agora como pré-candidatos têm peso e tamanho para a missão: Nelson Jobim e Gilmar Mendes. Só para lembrar: no Senado, são investigados, entre outros, o próprio Eunício, Renan Calheiros (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e Aécio Neves (PSDB), todos considerados da “elite política da Casa”, como gostam de dizer os parlamentares.

A parte final do acordão inclui a saída do presidente Michel Temer, a ser convencido pelos aliados de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já tem consenso formado pela cassação da chapa e pode até convocar eleições diretas. Para facilitar a renúncia de Temer, o acordo garantiria a ele um indulto (a imunidade penal a ser dada pelo futuro presidente) e a votação da PEC que manteria o foro privilegiado a ex-presidentes, evitando que o caso dele chegue até Moro. Essa PEC também livraria Lula das garras do juiz federal, parte que mais interessa ao PT.

O novo presidente, oriundo do acordão, ainda convocaria uma nova Constituinte e se aprovaria uma reforma mínima da Previdência, para acalmar os mercados e o setor produtivo. A Constituinte instituiria eleições e mandatos a promotores e procuradores, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos. Seria o House of Cards Brazil. (Estadão)

É, ou não é, assim?

Delação premiada de preto e de pobre é aquilo que o criminoso faz espontaneamente, depois de algumas horas pegando porrada.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

TV Tapajós - 38 anos de sucesso

Hoje (26) a Televisão Tapajós, afiliada da Rede Globo, está completando 38 anos de relevantes serviços prestados à cidade de Santarém e ao seu povo. Tive o prazer e a felicidade de atuar nessa querida emissora, sendo o primeiro apresentador de um programa semanal de variedades, o "EB SHOW", cujo objetivo principal era o de valorizar e divulgar os valores culturais e artísticos da Pérola do Tapajós. Isto aconteceu em novembro de 1979.
Eu, ao vivo, na telinha da TV Tapajós
Transmito um abraço e congratulações às minhas queridas amigas Vânia Maia e Verinha Pereira, atuais proprietárias e dirigentes da emissora, como também aos competentes profissionais que trabalham ou trabalharam no Sistema Tapajós de Comunicação (STC). 
 Vânia e Verinha

PT ajudou no badernaço, diz Claudio Humberto

 
Paulo Rocha, Lindbergh e Humberto
Na véspera do protesto que virou badernaço em Brasília, um grupo de senadores do PT foi ao Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal, pedir ao governador Rodrigo Rollemberg para que a Polícia Militar não vistoriasse ônibus chegando a Brasília com manifestantes. Rollemberg respondeu aos senadores Paulo Rocha (PA), Lindbergh Farias (PE) e Humberto Costa (PE) que não poderia atender o pedido. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Após a destruição em Brasília, a suspeita agora é que a cúpula do PT sabia que haveria o badernaço, marcado para o dia seguinte.

Apesar da decisão do governador de manter a vistoria, porretes, armas brancas, bombas, escudos etc. passaram pela “peneira” da PM.
A firma é rica
Cerca de 900 ônibus levaram 40 mil a Brasília. De Brasília mesmo, apenas 5 mil. “Mortadela” ferido pelos próprios manifestantes contou no Hospital de Base de Brasília haver embolsado cachê de R$360.
Leia também> Esplanada tem prejuízo milionário com depredação 

Marilyn Monroe teria morrido porque iria fazer uma revelação bombástica…

Marilyn Monroe
Marilyn Monroe morreu porque ameaçou revelar ao mundo a existência de seres extraterrestres, pelo menos de acordo com o novo documentário “Unacknowledged: An Expose of the Greatest Secret in Human History”, sobre a ligação da lendária estrela de Hollywood com membros do alto escalão do governo dos Estados Unidos. O filme é dirigido por Michael Mazzola e estrelado pelo médico e ufólogo Steven Greer, bastante conhecido no meio acadêmico e autor da teoria.

Segundo ele, Marilyn teria ouvido de John F. Kennedy, com quem teve um caso, alguns dos segredos mais bem guardados pelos presidentes americanos, principalmente com relação a uma série de visitas feitas pelo político a uma base aérea secreta. O curioso é que ela não pretendia contar o que sabia por qualquer interesse que tivesse em óvnis e afins, mas apenas para chamar a atenção de Kennedy, que não atendia suas ligações.

Sem deixar claro quem deu a ordem para ir adiante com o suposto assassinato da atriz, que teria sido disfarçado como suicídio, Greer sugere que o plano surgiu quando ela se preparava para dar uma entrevista coletiva bombástica semanas antes de morrer, em agosto de 1962, o que acabou nunca acontecendo. Será? (Por Anderson Antunes - site Glamurama)