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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

É uma pena! Em se tratando de futebol, o de Santarém “nada do que foi será de novo/ do jeito que já foi um dia”. Agora, é estádio vazio, público desmotivado, clubes com atuações inexpressivas nas competições, causando insatisfação, vergonha e revolta aos seus fiéis torcedores. Exemplo disto: ontem, o São Raimundo empatou (1x1) com o Águia de Marabá, no jogo de estreia do Parazão 2019.
Recebo e-mail fuxicando que no calçadão da orla da avenida Tapajós e às proximidades do Museu João Fona, em Santarém, está rolando livremente muita venda e consumo de drogas. Cuidado, galera!

Aliás, diferentemente do que ocorre hoje, com as drogas destruindo vidas de homens e mulheres de todas as idades, a molecada de antigamente gostava mesmo era de empinar papagaios, de jogar peladas de futebol nas praias, nos quintais e nas ruas, rodar pião, jogo de botão e peteca. Os mais taludos curtiam festinhas, cinema, namoricos sem muita liberdade de sair sozinhos com os “brotinhos”, como eram chamadas as jovens bonitas.

Democracia não é só o direito de ser igual, mas também de ser diferente. É o caso dos gays, cujo número é expressivo em Santarém. Merecem respeito e ser aceitos como realmente são.
Leitor(a):
Um sorriso, um abraço, uma palavra afetuosa, um elogio sincero, têm o poder de mudar uma vida, de fazer alguém feliz.
Faça isso é seja feliz, também.
Leitorado

De Dilson Nogueira, bairro Pedreira/Belém:
“Pode até não ser verdade, mas este boato está correndo solto e intensamente em Belém: um grupo empresarial de comunicação (TV, Rádio e Jornal), com vultuosas dívidas, está estudando propostas e não vai demorar muito, trocará de donos”.
Lava Jato acha que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula

A lista dos financiamentos do BNDES no exterior, divulgada sexta-feira (18), dá sentido às relações promíscuas do ex-presidente Lula com a Odebrecht, que ele beneficiou com 80% das obras em ditaduras latino-americanas e africanas. Integrantes da Lava Jato acham que dinheiro do BNDES acabou no bolso de Lula. Emílio Odebrecht, controlador da empreiteira, confessou até mesmo que havia uma “conta corrente” de R$300 milhões para o ex-presidente presidiário gastar como quisesse. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A relação entre Lula e a empreiteira baiana foi baseada em corrupção, simples assim. A Odebrecht pagou e levou os melhores contratos.

A construção do Porto de Mariel (Cuba) foi financiada pelo banco público BNDES por R$ 2,7 bilhões. E construído pela Odebrecht.

E o ex-ministro Antonio Palocci revelou à Justiça espontaneamente, sem acordo de delação, o “pacto de sangue” entre Lula e a Odebrecht.

A propina era tão rotineira que Palocci contou fazer entregas de dinheiro vivo a Lula em caixas de celular e, claro, de uísque.

O primeiro da fila

Editorial do Estadão
O pedido de socorro financeiro feito pelo governo do Estado de Goiás para colocar em dia os salários dos funcionários e enfrentar o rombo de R$ 6 bilhões previsto para este ano é apenas o primeiro que o governo do presidente Jair Bolsonaro terá de examinar com alguma urgência. Seis outros governos estaduais sem condições de honrar seus compromissos já decretaram estado de calamidade financeira. 
Caso cumpra as exigências para a adesão ao programa federal de ajuda aos Estados, o governo goiano conseguirá um alívio financeiro imediato, mas terá de se comprometer a adotar medidas rigorosas para ajustar suas contas. Ao governo federal ficarão ônus, como o adiamento da entrada de recursos referentes ao pagamento da dívida com a União, que agravarão uma crise fiscal cujo enfrentamento exige decisões urgentes, como a apresentação de seus projetos de reformas estruturais, a começar pela da Previdência. 
Mas as dificuldades do governo federal continuarão a aumentar, pois outros governos estaduais em dificuldades financeiras já pediram ou acabarão pedindo o socorro da União, que se transformou numa espécie de recurso de última instância para os Estados quebrados. 
O governo de Goiás, no início da gestão anterior, encerrada em 31 de dezembro, conseguiu ajustar suas finanças por meio de um severo programa de controle e restrição de despesas. Mas, como demonstra o pedido de socorro feito pela gestão que assumiu no dia 1.º de janeiro, o ajuste feito no início foi destruído no fim do governo anterior, decerto por motivos eleiçoeiros. “Sem a ajuda federal, a dor é muito maior”, disse ao Estado a atual secretária da Fazenda de Goiás, Cristiane Alkmin. 
Até agora, apenas o governo do Estado do Rio de Janeiro aderiu formalmente ao Regime de Recuperação Fiscal. A adesão implica a suspensão temporária do pagamento das parcelas da dívida estadual com a União. Ela está condicionada à comprovação de dificuldades financeiras graves, expressas em dívida consolidada muito alta como proporção da receita corrente líquida, além de gastos excessivos com pessoal e juros, que, somados, superem 70% da receita. 
Mas a adesão impõe exigências. Entre elas estão a obrigação de não contratar funcionários nem conceder aumentos salariais, fixar teto para as despesas obrigatórias (entre as quais a folha de pessoal) e privatizar estatais. O Rio de Janeiro enfrenta dificuldades para cumpri-las integralmente. O Estado não conseguiu, por exemplo, privatizar a Cedae, sua companhia de saneamento básico. 
A falta de controle sobre despesas obrigatórias, entre as quais com pessoal ativo e inativo, somou-se à quebra da receita própria, sobretudo com ICMS, e das transferências federais decorrente da crise pela qual o País passou, para gerar um desequilíbrio, mais ou menos acentuado, nas contas da maioria dos Estados. O caso mais grave e mais conhecido é o do Rio de Janeiro, cuja área de segurança pública esteve sob intervenção federal até o fim do ano passado. Mas há outros com a situação fiscal muito ruim. O governo do Rio Grande do Sul já tem um pré-acordo firmado com o Tesouro Nacional que o desobriga de pagar a dívida com a União enquanto não resolve as pendências para privatizar seu banco, o Banrisul. O de Minas Gerais prepara-se para receber uma missão do Tesouro Nacional, para iniciar o processo de adesão ao regime de recuperação. A fila deve crescer. Na quinta-feira passada, o governo de Mato Grosso tornou-se o terceiro, neste ano, a decretar calamidade financeira; outros três haviam tomado essa medida no ano passado. 
Balanços da Secretaria do Tesouro Nacional mostraram que, em 2017, 14 das 27 unidades da Federação ultrapassaram o limite para os gastos com pessoal fixado pela LRF, de 60% da receita líquida. A situação pode ser ainda pior. O relatório do Tesouro baseia-se em informações dos governos estaduais, alguns dos quais escondem gastos com pessoal sob outras rubricas. 
Governadores que encerraram o mandato em 2018 podem ter utilizado manobras contábeis, como as “pedaladas fiscais”, destinadas a transferir pagamentos de sua responsabilidade para os sucessores.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Disponha
À sua disposição, leitor(a), estão o meu celular/Watsapp (91) 98917-4477 e o meu endereço na internet ercio.remista@hotmail.com, para que você possa manifestar a sua opinião, suas críticas, as suas queixas, as suas sugestões ao conteúdo do meu blog 0 Mocorongo e desta página.

Hoje (20) é o Dia de São Sebastião


Vale a pena ler de novo: AS ENCOMENDAS - crônica de José Wilson Malheiros

Semana passada fui ao Aeroporto, em Belém. Tive o prazer de encontrar um amigo que não via a mais ou menos trinta anos. Quase não nos reconhecíamos. Os cabelos embranquecendo, a barriguinha saliente, a terceira idade chegando... Ele vinha de Santarém, com a mulher e uma filha. Para rememorar os antigos e felizes tempos de Bar Mascote, sentamos para conversar e tomar – hoje em dia - refrigerante.
Papo vem, conversa vai e ele me cutuca: tem muita gente ali pela nossa região que na década de sessenta e setenta fez fortuna graças ao contrabando de ouro.
Por via das dúvidas, si non è vero é bene trovato (pode não ser verdadeiro, mas é muito provável que seja).
Na época era costume do pessoal de Santarém mandar “por mão própria”, pelos passageiros do avião que fazia a linha para a capital, as famosas “encomendas”. Enviava-se farinha d’água, piracuí, e, principalmente, os gostosos tucunarés, tambaquis, acaris etc.
O aeroporto de Santarém, na hora dos vôos, enchia-se de “encomendas” muito bem empacotadas em caixas de papelão ou de isopor, com gelo dentro.
Em Belém era a mesma coisa, quando chegava o avião: as pessoas se acotovelavam para esperar os passageiros que desembarcavam com as “encomendas”, muitas vezes sem saber quem era o destinatário.
Em Santarém:
- Pode levar pra mim este isopor com peixe?... Pode deixar, que tem gente lá na chegada pra fazer procuração...A gente paga o excesso de bagagem e manda deixar lá dentro do avião...Você só leva o “ticket”....
- Mas eu nem conheço você, meu caro, e nem conheço o destinatário, também...
- Não faz mal, essas “encomendas” já são tradicionais por aqui...
- E a fiscalização lá no aeroporto de Belém?
- Que nada, amigo, o pessoal já está acostumado e a polícia nem olha mais... Eles já sabem que é comida regional...
No aeroporto da capital:
- Sabe se vem trazendo uma encomenda para... (dava-se o nome do destinatário)?
- Sim, o portador sou eu... Aqui está o “ticket”. É só retirar o pacote... Já veio despachado...
O prezado leitor, talvez vá ter uma surpresa. Na maioria das vezes, a “encomenda” fraterna, segundo falavam, trazia muito bem escondido, dentro da boca dos peixes gelados dentro do isopor, nada mais nada menos do que cem, duzentos, quinhentos gramas de ouro... Sim, o-u-r-o... Ouro em pepitas ou em pó.
Some grama por grama, peixe por peixe, ano por ano e veja quantas toneladas de ouro foram contrabandeadas de Santarém e do país, nas ventrechas saborosas dos pirarucus, nas bocas dos tambaquís e tucunarés, nos estômagos das pacas e veados.
Muita gente enriqueceu por conta da gentileza dos inocentes transportadores dessas "encomendas" gostosas que, vistas do lado de fora, pareciam espalhar a fraternidade via aérea, mas, na realidade, não eram tão inocentes, assim.

sábado, 19 de janeiro de 2019

S.O.S Bancrévea

 
Por Francisco Sidou, jornalista
As imagens acima são da belíssima sede campestre do Bancrévea, o clube dos funcionários do Banco da Amazônia, na rod. Mário Covas, em Belém. Com área de 60.000 m2, modernas piscinas, lago natural, campos de futebol, áreas de lazer para comemorações festivas, entre outras atrações. Soube hoje de fonte confiável que construtoras nacionais estão "cobiçando" a imensa área para construção de um sofisticado condomínio horizontal e já teriam "sondado" alguns dirigentes do clube sobre o seu preço. O mesmo grupo que domina o Bancrévea há mais de 20 anos já vendeu quase todo o seu valioso patrimônio para pagar dívidas... Foi assim com o enorme terreno na Av. Nazaré, que valia, na época (1995) em que foi vendido por míseros R$-380 mil , no mínimo R$-2 milhões. Foi também assim com a antiga sede náutica (hoje Palafita) que valia, na época (2000) , pelo menos R$-500 mil pela localização privilegiada de frente para a Baia - além de seu valor histórico - que acabou vendida por míseros R$-180 mil. Caso se efetive essa nova venda, agora da "joia da coroa", o Bancrévea praticamente vai sumir do mapa de clubes sociais de Belém. Como das vezes anteriores, os sócios proprietários do clube só irão saber de tão furtivas transações pelos jornais, sem tempo mais de reagir. Mas desta vez vai ter ação na Justiça, caso se concretize o dano total ao que ainda resta do outrora  valioso patrimônio do Bancrévea. Patrimônio quase todo devorado por "gafanhotos sociais" para pagar dívidas de sucessivas gestões  pequenas/temerárias/não profissionais. Renomado advogado sócio-proprietário do clube já está com a munição preparada para pedir intervenção judicial e impedir mais essa ação predatória de gestão, praticamente o réquiem do Bancrévea, que já foi conhecido em Belém como "o clube das grandes realizações sociais."
Mangueirâo é liberado com capacidade reduzida

Mangueirão será liberado a partir do dia 27 de janeiro, de forma parcial, para a realização dos jogos do Campeonato Paraense e outras competições. Foi o que informou o governador Helder Barbalho para a Federação Paraense de Futebol e os representantes dos órgãos de segurança pública durante reunião realizada no gabinete do governo.

 "O governador comunicacou na reunião que a partir do dia 27 estará liberado o Mangueirão. Na ocasião, o diretor de competições, Paulo Romano, disse que já tinha ajustado com o presidente do Remo, Fabio Bentes, que o Remo estreia contra o São Raimundo, em Santarém. E vai ser ajustado na tabela, ou no dia 2 ou no dia 9, o jogo entre Remo e Tapajós. Para esse jogo, a carga será de 20 a 22 mil pessoas", informou o vice-presidente da FPF (Federação Paraense de FUtebol), Maurício Bororó, que participou da reunião, acrescentando que o Re-Pa será no dia 17 de fevereiro. Neste caso, o Mangueirão vai ter a capacidade máxima liberada, que é de 35 mil pessoas. Também participaram da reunião o titular da Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Pará (Seel), Arlindo Silva, o presidente Federação Paraense de Futebol (FPF), Adelcio Torres, o diretor de competições da FPF, Paulo Romano, o diretor de segurança da FPF, coronel Claudio, o comandante geral do Corpo dos Bombeiros, coronel Hayman Souza, o secretário de obras do estado, Ruy Cabral, o engenheiro Paulo Brígida, e o presidente e o vice do Clube do Remo, Fábio Bentes e Claudio Jorge de Castro, únicos representantes de times presentes.
(Com informações do site O Liberal)

GENTE QUE BRILHA
Moradora do bairro do Bengui/Belém, a estudante paraense Eunice Costa, 24, recebeu a nota máxima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018.
Apenas 55 candidatos, em todo o Brasil, conquistaram a nota 1.000.

A velha política bate na porta de Bolsonaro

Por Marcelo de Moraes/Estadão 
Depois de se eleger presidente com uma campanha centrada na defesa da ética e na promessa de estabelecer uma nova era na administração do País, Jair Bolsonaro viu, nessa semana, a chamada “velha política” bater com vontade na sua porta. Uso do foro privilegiado a favor de seu filho Flávio Bolsonaro; recebimento de auxílio-mudança de R$ 33,7 mil pago pela Câmara, mesmo sem mudar da cidade; apoio nos bastidores à reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, considerado um dos representantes do tipo de política que Bolsonaro prometeu deixar de lado; e discussão de possíveis concessões à categorias profissionais, como a dos militares, dentro da reforma da Previdência, mostram que discursos de campanha podem ser muito difíceis de cumprir quando se assume o poder.

Nessa análise, a editora do BR18 Vera Magalhães mostra como a crise aberta com o recurso apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro poderá causar problemas ao governo. A colunista Eliane Cantanhêde também reforça essa impressão na sua coluna
Vale a pena também conhecer os detalhes sobre o pagamento de auxílio-mudança para Bolsonaro, um daqueles benefícios legais, porém injustificáveis, que deputados e senadores seguem recebendo.


problema de abraçar esses aspectos da “velha política” é que elas podem desgastar muito rapidamente o capital político do presidente eleito. E todos sabem como esse patrimônio será necessário para aprovar projetos tão importantes quanto as reformas. No capítulo anterior, contamos que Bolsonaro precisava dar uma espécie de freada de arrumação para poder organizar as ações do seu governo e evitar as trombadas internas. Tudo para que o principal foco do seu mandato – promover a recuperação econômica do País – não se perdesse. E esse flerte com o jeito antigo de governar acontece justamente quando o presidente tem uma espetacular oportunidade de mostrar o novo Brasil que se propõe construir.
Belíssima
Esta é a Igreja de São Francisco de Assis, localizada no Bairro Carananzal (Rua Plácido de Castro) na cidade de Santarém/Pará.

GENTE QUERIDA
Um sacerdote que realizou maravilhoso trabalho na Prelazia de Santarém e na Paróquia de Santo António, em Belém, foi o Frei VIANEY MILLER, 91 anos, que já está aposentado e reside no Convento São Francisco, em Santarém, sempre recebendo muitas visitas e o carinho de um grande número de amigos(as).h-

Mico inesquecível

Eu já contei aqui, mas, acatando ao pedido de um amigo, repito a narrativa deste vexame que passei na década de 70.
Vamos ao fato: em uma dessas noitadas festivas e gostosas, em plena solteirice, eu aguardava os meus parceiros de farra, sentado sozinho e cervejando em uma das mesas do salão de festas do Fluminense, tradicional clube social e esportivo de Santarém.
De repente, aproximou-se de mim um cidadão moreno, alto, forte, e entre nós rolou esta conversa:

Ele - Tu não és o Ercio Bemerguy, da Rádio Rural?”
Eu - Sou eu mesmo, respondi.
Ele - Eu ouço sempre e gosto do teu programa EB Faz o Sucesso.
Eu - Como é o seu nome?
Ele - Sou o Luiz Paulo, trabalho na Tecejuta e moro no bairro do Santíssimo. Tu vens sempre aqui?
Eu -Toda sexta-feira a minha diversão é aqui.
Ele - Esta é a minha primeira vez e estou adorando, tem muita mulher bonita, não é?
Eu – Tem sim, para todos os gostos. Mas, hoje, a melhor de todas é aquela louraça que está dançando com aquele magrinho que parece ser "bicha". Concordas?
Ele – Vou te perdoar, Ercio, porque com certeza não sabes que ela é a minha esposa e está dançando com o irmão dela, meu cunhado, que não é "fresco", não. É muito macho!

Felizmente, nesse instante chegou o meu amigo Galo e passamos, os três, a falar sobre futebol, lamentando a última derrota do meu São Francisco para o Fluminense, por 3 x 1.

Quando eu pensava que a gafe que eu havia cometido estava superada, eis que se aproximou de nós a “louraça”. E, o maridão, com sua voz grossa, de machão, disse: “Ercio, esta é a Djanira, a minha mulher. Vai dançar com ela, vai, aproveita este samba arretado que está tocando.” – Eu fui? Nem morto...

É sempre assim...
Desde o início deste mês de janeiro, em jornais, rádios e televisões de Belém, fartamente é divulgada a programação, meios de transporte, opções e preços de hospedagem para o carnaval no interior paraense, como Mosqueiro, Salinas, Marudá, Salvaterra, Soure, Breves, Cametá e Bragança, o que sem dúvida alguma motiva as pessoas que gostam da folia a se deslocarem de Belém para essas localidades. Sobre o carnaval em Santarém, Óbidos e outras cidades do Oeste do Pará, pouco ou nada é dito ou mostrado. É uma pena! E a culpa é de quem?
Leitorado
De Aparecida Góis, bairro de Fátima/Belém:
“Não é só ridícula, mas é também revoltante esta atitude de mulheres que somente após muitos anos da suposta ocorrência, revelam terem sido vítimas de assédio moral e sexual. Exemplo disto é o caso do médium João de Deus. E a maioria delas sempre voltava espontaneamente ao local do crime, sem reclamar, sem dizer nada a ninguém. Estranho, né não?”

Belíssima

Esta é a Igreja de São Francisco de Assis, localizada no Bairro Carananzal (Rua Plácido de Castro) na cidade de Santarém/Pará.