Por: Ercio Bemerguy
A "PARADA DO ORGULHO GAY" que é realizada em várias cidades brasileiras, inclusive em Belém, é desaprovada por algumas pessoas - a minoria, felizmente. São pessoas que insistem em desconhecer que manifestações públicas como essas, de afeto e de amor entre pessoas do mesmo sexo, não é uma ousadia, nem tampouco uma afronta, um desrespeito à sociedade, mas uma coisa normalíssima.
A "PARADA DO ORGULHO GAY" que é realizada em várias cidades brasileiras, inclusive em Belém, é desaprovada por algumas pessoas - a minoria, felizmente. São pessoas que insistem em desconhecer que manifestações públicas como essas, de afeto e de amor entre pessoas do mesmo sexo, não é uma ousadia, nem tampouco uma afronta, um desrespeito à sociedade, mas uma coisa normalíssima.
Infelizmente, o preconceito em relação ao homossexualismo ainda continua forte, pois não é fácil para muitos entender o que é ser gay, aceitar esta ou outra forma de homens e mulheres desenvolverem e assumirem publicamente a sua sexualidade. Mas, apesar disso, exige-se de todos quantos abominam esses esse modo de ser e de viver, apenas isto: RESPEITO!
O “problema”, conforme afirmou certa vez o psicoterapeuta Cláudio Picazio, “é que os gays fazem parte de uma minoria assim como índios e negros, e por isso sofrem tanta discriminação”. E complementou: “Quem disse que a minoria está errada? Temos de aceitar que o mundo se desenvolve em torno de várias diferenças, várias verdades. Quem disse que a maioria é que está com a razão?”.
Deixando os contrários de lado, é bom que se diga que essas “paradas” são uma festa, uma manifestação afirmativa, alegre e divertida, cujo objetivo principal, quer queiram, quer não, sempre é alcançado plenamente: dizer NÃO ao preconceito, de proclamar a todos que exerçam o seu direito de liberdade, direito de extravasar sentimentos de amor, de igualdade, de respeito mútuo, de orgulho de ser gay ou lésbica.
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