
Medalhas, diplomas, exposição de suas obras, títulos de honra ao mérito, enfim, todo tipo de homenagem, de honraria, o Laurimar já recebeu, tudo em reconhecimento ao seu talento genial e para simbolizar o quanto ele é admirado é querido. Mas, infelizmente, esse meu dileto conterrâneo e amigo, nunca soube valorizar o seu trabalho, o que produziu. Devido à sua reconhecida modéstia, ao seu jeito simplório de ser e de viver com dignidade, ao seu coração extremamente bondoso, as suas geniais e belas criações sempre foram executadas ou vendidas por valores insignificantes. E mais: constantemente era procurado e nunca se negou a atender aos pedidos para fazer trabalhos artísticos à base de cortesia e, na maioria das vezes, não recebia sequer um “muito obrigado”.
Pois bem, mas vamos ao que interessa: como é que vive hoje esse grande artista? É assim: mora em uma casa modesta, sempre enfrentando dificuldades financeiras para o seu sustento e de seus familiares, contando apenas com o salário (deste tamanhinho, jitinho, jitinho..) que recebe da prefeitura. Indaguei, e ele me disse que não tem as mínimas condições de custear um tratamento para tentar voltar a enxergar. O problema na vista é glaucoma.
Esse gênio precisa e merece ajuda. Quem se habilita?
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