O Pará possui o maior índice de insegurança alimentar da região Norte, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em novembro passado. Os dados do levantamento suplementar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) 2009 sobre segurança alimentar demonstram que 22,7% da população do Estado apresenta Insegurança Alimentar (IA) moderada ou grave, contra 10,3% de Rondônia, 13,2% do Amazonas, 16,8% do Tocantins, 18,7% de Roraima, 19,9% Amapá e 22% do Acre.
Se for levada em conta a IA considerada leve, esse percentual sobe para 43,3%. Apesar disso, houve redução dos percentuais de IA de um modo geral e aumento da parcela da população considerada em segurança alimentar com relação a 2004, ano do último levantamento sobre o tema. O número de domicílios paraenses que se encontravam "em algum grau de insegurança alimentar" caiu de 54,4% em 2004 para 43,3% em 2009.
Segundo o levantamento, realizado em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), no ano passado 43,3% da população do Estado apresentava alguma restrição alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.
Existem três níveis de IA: a leve, quando há preocupação ou incerteza quanto ao acesso aos alimentos no futuro e a qualidade dos alimentos é inadequada para não comprometer a quantidade; a moderada, quando há redução quantitativa de alimentos entre os adultos, e grave, quando a redução é entre as crianças. No Pará, sofrem com IA leve 20,6% da população; IA moderada, 10,9%; e IA grave, 11,8%.
Em todo o Brasil a pesquisa revela que os graus de insegurança alimentar estão diretamente relacionados à renda e escolaridade da população. Talvez por isso os índices negativos são maiores nas regiões Norte e Nordeste, onde os graus de instrução e o poder aquisitivo da população são menores. No Pará, por exemplo, o estudo mostra que a insegurança alimentar grave ou moderada cai de 33%, nos domicílios onde a pessoa de referência é sem instrução ou tem menos de um ano de escolaridade, para 3,9% nos casos onde a pessoa de referência tem 15 anos ou mais de estudo. O mesmo se observa em relação à renda. Enquanto entre a parcela da população que ganha de meio a um salário mínimo a IA moderada ou grave é de 16%, entre os que ganham acima de dois salários mínimos esse percentual cai para 2,5%. A insegurança alimentar também é mais grave nos domicílios chefiados por mulheres: 31,5% contra 23,9% nos chefiados por homens. (No Amazônia)
Se for levada em conta a IA considerada leve, esse percentual sobe para 43,3%. Apesar disso, houve redução dos percentuais de IA de um modo geral e aumento da parcela da população considerada em segurança alimentar com relação a 2004, ano do último levantamento sobre o tema. O número de domicílios paraenses que se encontravam "em algum grau de insegurança alimentar" caiu de 54,4% em 2004 para 43,3% em 2009.
Segundo o levantamento, realizado em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), no ano passado 43,3% da população do Estado apresentava alguma restrição alimentar ou, pelo menos, alguma preocupação com a possibilidade de ocorrer restrição devido à falta de recursos para adquirir alimentos.
Existem três níveis de IA: a leve, quando há preocupação ou incerteza quanto ao acesso aos alimentos no futuro e a qualidade dos alimentos é inadequada para não comprometer a quantidade; a moderada, quando há redução quantitativa de alimentos entre os adultos, e grave, quando a redução é entre as crianças. No Pará, sofrem com IA leve 20,6% da população; IA moderada, 10,9%; e IA grave, 11,8%.
Em todo o Brasil a pesquisa revela que os graus de insegurança alimentar estão diretamente relacionados à renda e escolaridade da população. Talvez por isso os índices negativos são maiores nas regiões Norte e Nordeste, onde os graus de instrução e o poder aquisitivo da população são menores. No Pará, por exemplo, o estudo mostra que a insegurança alimentar grave ou moderada cai de 33%, nos domicílios onde a pessoa de referência é sem instrução ou tem menos de um ano de escolaridade, para 3,9% nos casos onde a pessoa de referência tem 15 anos ou mais de estudo. O mesmo se observa em relação à renda. Enquanto entre a parcela da população que ganha de meio a um salário mínimo a IA moderada ou grave é de 16%, entre os que ganham acima de dois salários mínimos esse percentual cai para 2,5%. A insegurança alimentar também é mais grave nos domicílios chefiados por mulheres: 31,5% contra 23,9% nos chefiados por homens. (No Amazônia)
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