Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

sábado, 4 de dezembro de 2010

Tacacazeiras retiradas

Operação realizada pela prefeitura, ontem, retirou barracas onde eram vendidas comidas típicas e lanches ao longo das avenidas Magalhães Barata e Nazaré. Não houve resistência, mas tacacazeiras pretendem pedir a ajuda do Ministério Público para retornar ao local. A Vigilância Sanitária Municipal considera a venda imprópria.

A operação contou com cerca de 10 agentes da Secretaria Municipal de Economia (Secon), três da Guarda Municipal (Gbel) e dois da Vigilância Sanitária Municipal. Eles determinaram a saída de quem já havia sido notificado e deram prazo de 24 horas para quem ainda não estava sabendo da ordem de desocupação.

Os agentes recolheram caixas de isopor sem condições de uso, um freezer em condições precárias de funcionamento instalado em calçada próxima à esquina da rua 9 de Janeiro e camarão vendido sobre um tabuleiro na esquina da avenida Alcindo Cacela. Também determinaram o desmonte de uma barraca de tacacá localizada em frente à escola Vilhena Alves.

No entanto, a maioria dos proprietários de barracas não montou os equipamentos ontem porque já sabia da operação. Foi o caso das tacacazeiras instaladas próximo à avenida Generalíssimo Deodoro. Duas delas, Regiane Pereira e Ivanete Costa, informaram que dez barracas de venda de tacacá funcionam há anos no local.

Regiane contabiliza 40 anos de atividade repassada de mãe para filha. Para ela, a venda já faz parte da tradição paraense e deveria ser protegida na área próxima à Basílica da Nazaré como parte do patrimônio cultural. O argumento será levado ao Ministério Público Estadual, na próxima semana.

As tacacazeiras querem convencer o MPE a discutir uma forma de garantir a permanência delas nas calçadas uma vez que já adotam medidas de higienização dos espaços. O técnico da Vigilância e coordenador da operação, Marco Antônio Pinto, disse que a tentativa é válida, mas advertiu que a venda de alimentos em via pública sempre expõe os produtos à contaminação. Esclareceu, também, que a ordem, por enquanto, é eliminar a prática das calçadas da avenida Nazaré e depois partir para outras áreas. (No Amazônia)

Nenhum comentário:

Postar um comentário