Enquanto a novela Bolsonaro-Preta Gil ganha discussão nacional, o Brasil é o campeão mundial de crime contra homossexuais. A cada dois dias um homossexual é assassinado no país, segundo pesquisas do Grupo Gay da Bahia, presidido pelo professor de antropologia da Universidade Federal da Bahia, Luiz Mott. Mais: o volume de mortes registradas em 2000 (130 gays assassinados) teria aumentado para 180 no ano passado, quase o dobro das mortes registradas nos Estados Unidos, que tem mais de 250 milhões de habitantes.
Hoje, no Brasil, as entidades de defesa dos direitos dos homossexuais batalham pela criação de delegacias especializadas no atendimento de gays, vitimas constantes de violência. Enquanto a reivindicação não vira realidade, defendem que os homossexuais poderiam ser atendidos nas delegacias das mulheres, o que as polícias estaduais não topam. Enquanto isso, as paradas gays se multiplicam entre junho e novembro pelo país. Este ano, o Rio vira recordista: dos 92 municípios do Estado, 28 promoverão suas paradas em 2011.
E mais ...
Azougre!
Uma das mais bem pagas apresentadoras da televisão brasileira (mais de R$ 1 milhão por mês), Ana Maria Braga é uma colecionadora de tropeções (força de expressão) em seu programa diário Mais Você. Há quem aposte que a produção até deixe correr solto alguns desses tropeções para dar um toque folclórico. Dia desses, Ana Maria conversava com o ex-BBB Diogo, quando soltou: “Nossa! Deve ter sido um azougre!” Se não quis dizer azougue, certamente lançava um neologismo.
Todo mundo é inho
Quando o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT) garantiu que era muito chegado à presidente Dilma porque ela o chamava de Lupinho, não sabia da missa a metade, a se usar uma velha expressão. A Chefe do Governo chama a maioria dos ministros, usando diminutivos: Guidinho, Pallocinho, Paulinho, Alexandrinho, Fernandinho e por aí, vai. O que não significa que, se gosta de apelidos carinhosos, seja menos exigente na cobrança dos resultados. Mais: nesses 100 dias de governo, quem convive com ela, descobriu uma pessoa bem-humorada, culta, que gosta de ler e de cinema (acaba de assistir O Discurso do Rei).
Hora de échàrpes
Nas últimas semanas, Dilma também tem se revelado uma nova adepta de échàrpes, começando com a que usou na recepção a Barack Obama. As assessoras de gabinete dizem que “é influência da Miriam”, referindo-se à ministra Miriam Belchior, ministra do Planejamento, que não dispensa o acessório. Outras, de melhor memória, lembram que também a ex-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, igualmente só andava, para cima e para baixo, usando échàrpes (tinha uma coleção delas).
Vexame
O ex-presidente Lula poderia ter evitado esse vexame: se, em 30 dias, seus três netos menores e quatro filhos não tiveram seus passaportes especiais devolvidos ao Itamaraty, o Ministério Público entrará com ação judicial cobrando a medida, além de interceptar sua utilização em qualquer posto da fronteira.
Hoje, no Brasil, as entidades de defesa dos direitos dos homossexuais batalham pela criação de delegacias especializadas no atendimento de gays, vitimas constantes de violência. Enquanto a reivindicação não vira realidade, defendem que os homossexuais poderiam ser atendidos nas delegacias das mulheres, o que as polícias estaduais não topam. Enquanto isso, as paradas gays se multiplicam entre junho e novembro pelo país. Este ano, o Rio vira recordista: dos 92 municípios do Estado, 28 promoverão suas paradas em 2011.
E mais ...
Azougre!
Uma das mais bem pagas apresentadoras da televisão brasileira (mais de R$ 1 milhão por mês), Ana Maria Braga é uma colecionadora de tropeções (força de expressão) em seu programa diário Mais Você. Há quem aposte que a produção até deixe correr solto alguns desses tropeções para dar um toque folclórico. Dia desses, Ana Maria conversava com o ex-BBB Diogo, quando soltou: “Nossa! Deve ter sido um azougre!” Se não quis dizer azougue, certamente lançava um neologismo.
Todo mundo é inho
Quando o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT) garantiu que era muito chegado à presidente Dilma porque ela o chamava de Lupinho, não sabia da missa a metade, a se usar uma velha expressão. A Chefe do Governo chama a maioria dos ministros, usando diminutivos: Guidinho, Pallocinho, Paulinho, Alexandrinho, Fernandinho e por aí, vai. O que não significa que, se gosta de apelidos carinhosos, seja menos exigente na cobrança dos resultados. Mais: nesses 100 dias de governo, quem convive com ela, descobriu uma pessoa bem-humorada, culta, que gosta de ler e de cinema (acaba de assistir O Discurso do Rei).
Hora de échàrpes
Nas últimas semanas, Dilma também tem se revelado uma nova adepta de échàrpes, começando com a que usou na recepção a Barack Obama. As assessoras de gabinete dizem que “é influência da Miriam”, referindo-se à ministra Miriam Belchior, ministra do Planejamento, que não dispensa o acessório. Outras, de melhor memória, lembram que também a ex-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, igualmente só andava, para cima e para baixo, usando échàrpes (tinha uma coleção delas).
Vexame
O ex-presidente Lula poderia ter evitado esse vexame: se, em 30 dias, seus três netos menores e quatro filhos não tiveram seus passaportes especiais devolvidos ao Itamaraty, o Ministério Público entrará com ação judicial cobrando a medida, além de interceptar sua utilização em qualquer posto da fronteira.
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