Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

terça-feira, 12 de abril de 2011

Bullying: o terror nas escolas. Saiba como saber se o seu filho enfrenta o problema

Nunca antes se falou tanto em bullying no País. Apesar do assunto estar em pauta após a tragédia na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, muitos pais não sabem como identificar se o filho sofre o problema.

Segundo a educadora Tania Zagury, autora dos livros “Limites sem trauma” e “Educar sem culpa”, o bullying é difícil de ser identificado. Quem sofre as humilhações, normalmente se cala. Mesmo professores muitas vezes não conseguem saber o que ocorre. - “A criança não conta o que está acontecendo, pois tem medo de sofrer represálias. Ela é normalmente ameaçada. O agressor diz que, se ela contar para alguém, a situação será ainda pior”, explica a educadora. Por isso, segundo Tânia, é preciso ficar atento aos menores detalhes.


Comportamento alterado

“A criança que sofre bullying deixa de gostar da escola e começa a inventar desculpas para não ir ao local. Uma doença, dor de barriga. Às vezes, ela fica tão ansiosa com a possibilidade de encontrar o agressor, que acaba passando mal de verdade”, diz. Além disso, segundo Tânia, a vítima começa a se desconcentrar nos estudos. Normalmente, tem queda no desempenho escolar e se torna ainda mais calada.
- “Os pais não devem colocar o filho contra a parede, pois ele pode se esquivar do assunto. Mas devem dialogar e prestar atenção no material escolar: ver se voltou sujo, rasgado, ou se a criança chegou machucada”, orienta.

Se os responsáveis perceberem que o problema de fato está acontecendo, não devem expor ainda mais a criança, nem tirá-la do colégio. O ideal, segundo a especialista, é ir à escola e conversar com professores e diretora.
- “Os pais devem explicar o que está acontecendo aos professores, pedir que eles preservem o anonimato da vítima e que tenham atenção. Por outro lado, os professores devem trabalhar em sala questões como preconceito”, aconselha Tânia.

Medo em sala de aula

A vítima
:
-Normalmente são introvertidas, quietas e tímidas.
-São inseguras, têm dificuldade de reagir e sofrem de auto-estima baixa.
-Têm grupo pequeno de amigos ou são solitárias, o que dificulta defesa.
O agressor
:
-Normalmente são de famílias desestruturadas.
-Não têm limites.
-Maltratam pessoas e animais, são agressivas.
Sinais de humilhação:

-Criança deixa de gostar da escola; começa a tirar notas baixas ; volta para casa machucada ou sem objetos; rói as unhas no caminho para a escola.
(Fonte: O DiaOnline)

Nenhum comentário:

Postar um comentário