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terça-feira, 12 de abril de 2011

Delfim Neto é o guru de Dilma

Quem conta é Giba Um:
O ministro Guido Mantega, da Fazenda, vem despachando quase que diariamente com a presidente Dilma, o que não significa, obrigatoriamente, grande dose de prestigio. A Chefe de Governo quer acompanhar a economia brasileira e especialmente, a valorização do real e a ameaça da inflação. Nova taxa de IOF não surtiu nenhum efeito, mesmo porque, nos primeiros três meses do ano, desembarcaram no Brasil, à titulo de smart money, nada menos do que US$ 35 bilhões. E Dilma também bebe de outras fontes: Luciano Coutinho, do BNDES e mais ainda Delfim Neto, guru de várias gerações, de Palocci, quando na Fazenda e do próprio Lula (o ex-presidente jantava, a sós, com o gordo a cada quinze dias).
E mais...
Mentes perigosas
O assassino das crianças da escola de Realengo, Wellington Menezes de Oliveira, teria sido detectado – e até precocemente – como portador de esquizofrenia, mal que se avalia muito mais pelo conjunto de sintomas do que por exames clínicos ou radiológicos. No mundo, existem hoje 60 milhões de esquizofrênicos e no Brasil, 1,6 milhão de pessoas (em 2005, eram 1,8 milhão). Se medicados, portadores de esquizofrenia podem até levar uma vida quase normal. O problema maior é que muitos esquizofrênicos se recusam a tomar seus remédios diariamente. No bloco lúcido de suas mentes, seria como admitir ser um deficiente mental. E os surtos, sem remédio, sempre ressurgem, às vezes piores. No Brasil, o sistema público de saúde interna esquizofrênicos apenas quando em surto e durante algum tempo. Depois, eles voltam às suas casas, recusam os remédios e começa tudo de novo.
Neonazistas
Jair Bolsonaro é anjo de procissão (a se usar expressão popular) perto das quase 30 gangues de neonazistas que existem em São Paulo, que pregam a violência contra gays, negros e asiáticos e que são monitoradas pela policia civil. Em suas fileiras, há um período de provas a ser cumprido pelos novatos, até saírem às ruas em busca de alguém que será espancado. Esses grupos são acompanhados através das redes sociais, seus integrantes têm entre 16 e 28 anos, usam roupas pretas e quase 30% são mulheres.
Laços de família
A política brasileira é um verdadeiro caso de família: no Senado, de cada três senadores, dois têm algum parente no terreno político. Dos 85 parlamentares que exerceram o mandato, este ano, entre titulares (81) e suplentes, 56 são filhos, netos, pais, irmãos, sobrinhos, tios, primos, cônjuges ou ex-cônjuges de políticos. Nessa lista aparecem 17 senadores que têm familiares exercendo mandato atualmente na Casa vizinha, a Câmara. Oito deles são pais de deputados. E outros dois deputados são pais de senadores. Dos 77 novos senadores eleitos em outubro de 2010, 25 têm laços de parentesco com outros políticos, mesma condição de 11 dos 17 parlamentares reeleitos.
Ninguém merece
Assim como na época que precede o Natal, quando panetones de todos os tipos desembarcam em supermercados, padarias e até redes de varejo com ingredientes inusitados, agora é a vez dos ovos de Páscoa. Coloca-se em sua fabricação frutas secas, quantidades surpreendentes de doce de leite e outras atrações, sem contar a grande novidade que são frutas raras e nativas do Brasil, algumas de sabor intolerável.

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