Viúva do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Rondon do Pará, José Dutra da Costa (foto), o Dezinho, morto por um pistoleiro em 2000, Maria Joel Dias da Costa, de 48 anos, virou alvo de ameaças e, mesmo sob proteção, diz que tem "medo de sentar numa igreja e falar com Deus".A sensação de insegurança é agravada pela impunidade: apesar de condenado, o pistoleiro que matou Dezinho fugiu da cadeia, e o principal mandante ficou preso apenas por 13 dias.
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