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segunda-feira, 20 de junho de 2011

No claudiohumberto.com.br

Palocci levou com ele a memória da articulação
As ministras Gleisi Hoffman (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais) terão de recompor toda a memória da articulação política nos cinco primeiros meses do governo Dilma: ao deixar o cargo, sob suspeita de enriquecimento ilícito, o ex-ministro Antonio Palocci levou com ele os registros e listas de indicados à espera de nomeação e daqueles já nomeados, além dos respectivos padrinhos políticos. Palocci levou formulários, currículos, anotações, pen-drives, enfim, toda a memória da articulação política que ele coordenava, no governo. Perdido, o Planalto está solicitando dos ocupantes de cargos o reenvio dos currículos, enquanto identifica quem os indicou para os cargos.
Jornada extensa
O Ministério da Saúde deveria advertir: jornadas de trabalho do ministro Alexandre Padilha, de até 17 horas diárias, fazem mal à saúde.
"Jogo bonito"
Com obras sob suspeita, licitações secretas e Ricardo Teixeira (CBF) enrolado em graves denúncias, o mundo não verá Copa no Brasil, mas uma cozinha de escândalos.
Uns com tanto...
O ministério da Defesa busca patrocínio de empresas privadas para um livro sobre a FEB na 2ª Guerra na Itália, enquanto o ministério da Cultura aprova quase R$ 2 milhões para blog de Maria Bethânia e para show e CD de Bebel Gilberto, sobrinha da ministra Ana de Hollanda.

OAB critica "negociação" do TCU com o governo para garantir sigilo de obras
O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou que está perplexo com a declaração da presidente Dilma Roussef de que "foi negociado com o Tribunal de Contas da União"a alteração no Regime Diferenciado de Contratações (RDC) para obras relacionadas à Copa do Mundo de 2014 e à Olimpíada de 2016. Para Ophir, é inacreditável que o TCU, responsável pela análise das contas do governo, tenha feito um acordo para burlar a lei de licitações. "Quem é responsável por uma investigação não pode usar o seu poder para negociar". Por isso - disse Ophir - a medida provisória aprovada na Câmara flexibilizando a Lei de Licitações para obras da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 traz não apenas riscos à execução das obras, mas certamente vai abrir um ralo para a corrupção, algo que é preocupante. Qualquer tipo de sigilo em se tratando de coisa pública deve ser refutado; seria como se estivéssemos fazendo um leilão às escuras, em desfavor da sociedade, e o que vai acontecer daí por diante é temerário", criticou.

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