De Dom Eugenio de Araujo Sales, em seu testamento escrito em outubro de 2003:
"Dirijo-me em primeiro lugar a Deus, a quem me entrego inteira e
absolutamente. Consagrei-me à Igreja e renovo essa doação integral.
Nunca me arrependi de tê-la feito. Tudo que escrevi, disse e ensinei
fica submetido ao Magistério Eclesiástico. Deverá ser corrigido, em caso
de discrepância da minha parte. Reafirmo minha Fé Católica. Creio em
tudo que a Igreja ensina e como ela o ensina. Proclamo a plena aceitação
do Mistério da Trindade, da Encarnação, Redenção e demais, que são
parte do conteúdo de nossa Doutrina. Quero morrer sempre fiel ao Papa,
Sucessor de Pedro. Não levo mágoas. Peço perdão a quem ofendi.
Procurarei reparar os sofrimentos com minhas orações. Aceito plenamente a
vontade de Deus. (...) Manifesto profunda gratidão à minha família, às
Arquidioceses de Natal, Salvador e Rio de Janeiro. Aos benfeitores que
me ajudaram a procurar ser sempre um bom Padre e Bispo. No céu, onde
espero ser acolhido por meu Pai, o Senhor Jesus e Maria, procurarei
retribuir tudo o que recebi (...)"
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