Após denúncias encaminhadas pelo próprio
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra),o
Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ações civis públicas contra
dois ex-superintendentes da autarquia em Marabá (Bernardete Ten Caten e
Raimundo de Oliveira Filho), dois ex-superintendentes substitutos
(Ernesto Rodrigues e Jandir Mella), servidores do Incra responsáveis
pelo setor de créditos e outros agentes públicos por ato de improbidade
administrativa na Justiça Federal.
Em três ações, todos são apontados como
responsáveis pelo desvio de um total de R$ 13,6 milhões em recursos
destinados a construção e reforma de moradias em assentamentos do
sudeste do Estado.Se condenados, os acusados ficam sujeitos à devolução
dos valores inaplicados e desviados ilegalmente, perda da função
pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa e
proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou
incentivos fiscais ou creditícios, além do pagamento de dano moral em
razão da violação a princípios da administração pública e do prejuízo à
sociedade e aos assentados que tiveram seu direito fundamental à moradia
violado.
Nas ações o MPF quantifica o quanto cada um deve ressarcir aos cofres públicos, individualizando as responsabilidades.
Mais aqui > Ex-servidores do Incra são acusados por prejuízo
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