A participação
de Catarina Migliorini no desfile da TNG, ontem (7), às 22h, no evento, foi
cancelada na última hora, depois de a grife ter anunciado que ela seria a
estrela do show,
ao lado do ator Rodrigo Lombardi, o Théo de ‘Salve Jorge’. Os desfiles,
que começaram ontem no Píer Mauá, seguem até amanhã apresentando o que
será moda no inverno 2013. A catarinense de 20 anos, que ficou famosa
por ter leiloado a virgindade por R$ 1,5 milhão para um japonês, por
conta do documentário ‘Virgins Wanted’, veio da Austrália e, hospedada
no Rio, foi convidada somente para assistir à apresentação na primeira
fila da plateia.
O veto à jovem
teria partido de Paulo Borges, o chefão do Fashion Rio, que não gostou
de associar a imagem do evento com a da moça. “Não falo em nome das
marcas. Só posso falar em nome do evento. Não lido com o conteúdo
(desfile), o estilista é responsável pelo bem e pelo mal do que acontece
na passarela. Não é uma questão de me desagradar, acho que a decisão da
TNG aconteceu por eles terem recebido críticas nas redes sociais e
tiveram bom-senso”, desconversou Paulo Borges.
O diretor geral da marca, Tito Bessa Jr., teria resistido o quanto
pôde, até pelo fato de Catarina ter assinado um contrato milionário com a
grife e ter voltado ao Brasil só para isso. Mas ele teria recuado
diante de possíveis futuras represálias da organização do evento.
“Desisti em respeito aos meus clientes e por conta da repercussão
negativa. A marca não tem preconceitos, mas quando fazemos uma ação que
não agrada nossos clientes, o mais certo é tirar”, apaziguou o empresário.
| Catarina ficou na primeira fila da plateia |
Eta sociedadesinha hipócrita!
ResponderExcluirVeta a "moça" porque vendeu a virgindade por R$1,5 milhão, quando, aos milhões, outras jovens "vendem" a virgindade de graça e, indiazinhas, nesta Amazônia de meu Deus, são desvirginadas por migalhas ilusionistas (vejam Facebook do Hélio Mairata).
Enquanto isso, é essa mesma sociedade que proclama em passeatas promovidas aos quatro cantos do Pais, a aberração de institucionalizar os movimentos gay, uma afronta à moralidade. Não solu contra gay, que existem desde que a humanidade se conheceu como gente. Mas, convenhamos: que exerçam as "suas funções" e façam as suas apologias entre quatro paredes.