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sábado, 10 de novembro de 2012

Justiça arquiva inquéritos cívil e criminal contra filho de Lula

A Justiça Federal arquivou todas as investigações, na área cível e criminal, sobre  Fabio Luiz (foto)  filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua empresa de tecnologia e jogos Gamecorp S.A. Criada em dezembro de 2004, com um capital declarado de R$ 10 mil, a Gamecorp recebeu, em  2005, um aporte de R$ 5 milhões da antiga Telemar. A negociação ocorreu antes de o então presidente Lula alterar as regras das teles. A alteração facilitou a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, originando a Oi. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), não houve crime na negociação da Telemar com o filho de Lula.

Havia duas investigações sobre o caso; uma delas, na Justiça Federal em Brasília, tratou da investigação cível. Esse inquérito, instaurado em 2006, foi arquivado em 31 de outubro passado. Em São Paulo, tramitou o inquérito criminal que investigou se houve tráfico de influência no acordo.

Inquérito a partir de notícias - O inquérito criminal foi instaurado em 2008. Em 2010, com a possibilidade de o caso ser investigado também pela Procuradoria da República no Rio, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o foro de julgamento deveria ser a 10ª Vara Criminal de São Paulo, onde fica a sede da Gamecorp e onde mora Fabio Luis. Este ano, o procurador da República Patrick Montemor Ferreira pediu o arquivamento do inquérito por falta de provas.

A decisão pelo arquivamento foi tomada em 14 de maio de 2012. De acordo com a decisão publicada no site da Justiça Federal, o MPF requereu o arquivamento “alegando que o inquérito policial foi instaurado a partir de requerimento fundado em notícias jornalísticas, sem que fossem carreadas outras provas que apontassem concretamente eventuais vantagens, condutas que permitiram evidenciar a configuração do tipo”.

Advogado da Gamecorp, Cristiano Zanin Martins disse que a investigação foi realizada e que Fabio Luis foi ouvido em depoimento. Além disso, os documentos da empresa foram pedidos pelo MPF. - Em ambos os casos, os procuradores concluíram pela ausência de qualquer irregularidade. Os inquéritos seguiram a mais absoluta transparência na tramitação — disse Zanin.  (Jornal Extra)

2 comentários:

  1. Eu só queria entender uma coisa: por que a Telemar não ofereceu seu rico dinheirinho para mim, que não sou filho do Lula e, portato, não tenho nenhuma condição de infuir no governo petista? Ah ah ah...

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  2. Ah ah ah ... digo eu.

    Será que você tem algum patrimônia moral que não seja lamentar não ser filho do Lula?
    Você não acha que isso é renegar a parternidade que trouxe ao mundo?
    Paciência!
    Pelo dito na postagem, os processos foram arquivados depois de investigados por quem de direito, simplesmente por falta de provas.
    Pelo que você, anônimo, insinua, quando as investigações do PF conclui pela responsabilidade de petistam em falcatruas, como no caso do mensalão, as investigações valem e são consistentes. Quando conclui pelo arquivamento por falta de provas, aí as investigações foram fajutas, um favorecimento ao filho do Lula.
    E aí, eu fico imaginando o seu desapontamento ao raciocinar e concluir que, assim como não houve crime nos negócios entre o filho do Lula e a Telecom, a hipótese de que Lula seria o chefão do mensalão (sonho de consumo dos tucanos e seus seguidores, esquecidos do mensalão mineiro), mais e mais vai ganhando o caminho do descrédito. Uma pena não ???

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