Mestre Isoca
Ele foi um gênio da música paraense: maestro, compositor, poeta. Se estivesse vivo, maestro Isoca faria cem anos no sábado (17).
Santaremo, Wilson Dias da Fonseca nasceu em 17 de novembro de 1912. O dote musical herdou do pai, o também maestro José Agostinho da Fonseca. Isoca, apelido que ganhou ainda na juventude, começou a compor muito cedo.
Em Santarém, ele viveu com a mulher e seis filho. “Se eu fechar os olhos... meu pai está aqui, o espírito dele está aqui. Tudo o que ele deixou nasceu deste ambiente", diz o filho Vicente Malheiros da Fonseca, a respeito das lembranças que a casa da família guarda sobre a trajetória de vida e obra do pai.
Depois de fazer as suas composições, o maestro tocava as primeiras notas em dois pianos, guardados na residência em Santarém. Um deles, uma relíquia de 1911. O curioso disso é que mestre Isoca, ciumento com seus instrumentos, não deixava ninguém chegar perto de seus pianos, que estão fechados há mais de dez anos.
Wilson da Fonseca morreu em 24 de março de 2002, quando esteve em Belém para receber uma homenagem. Ele caiu no banheiro do hotel onde estava hospedado e fraturou o osso da bacia. Mas a morte estava longe de ser o fim para o gênio da musicalidade regional. Isoca entrou para a história.
Santaremo, Wilson Dias da Fonseca nasceu em 17 de novembro de 1912. O dote musical herdou do pai, o também maestro José Agostinho da Fonseca. Isoca, apelido que ganhou ainda na juventude, começou a compor muito cedo.
Em Santarém, ele viveu com a mulher e seis filho. “Se eu fechar os olhos... meu pai está aqui, o espírito dele está aqui. Tudo o que ele deixou nasceu deste ambiente", diz o filho Vicente Malheiros da Fonseca, a respeito das lembranças que a casa da família guarda sobre a trajetória de vida e obra do pai.
Depois de fazer as suas composições, o maestro tocava as primeiras notas em dois pianos, guardados na residência em Santarém. Um deles, uma relíquia de 1911. O curioso disso é que mestre Isoca, ciumento com seus instrumentos, não deixava ninguém chegar perto de seus pianos, que estão fechados há mais de dez anos.
Wilson da Fonseca morreu em 24 de março de 2002, quando esteve em Belém para receber uma homenagem. Ele caiu no banheiro do hotel onde estava hospedado e fraturou o osso da bacia. Mas a morte estava longe de ser o fim para o gênio da musicalidade regional. Isoca entrou para a história.
Clique e confira matéria exibida na TV Liberal:
Centenário do santareno maestro Isoca

parabens à familia, amigos, colegas de trabalho que tiveram a honra de conviver com maestro izoca em algum momento de sua vida. festejos merecidos. abraços a todos. regina silva, santarena, vive em floripa.
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