O Senado aprovou ontem (19) projeto de resolução que
considera tributáveis os 14º e 15º salários recebidos pelos
parlamentares ao final de cada ano. Segundo o projeto, os rendimentos
serão tributados pelo Imposto de Renda porque passam a ser considerados
remuneração e não uma indenização. Como trata de assunto interno, o
projeto não precisa passar pela Câmara e passa a ter validade imediata
após a publicação, que deve ocorrer nos próximos dias.
O mesmo projeto ratificou decisão tomada em setembro pela Mesa Diretora segundo a qual a Casa arcará com o Imposto de Renda não pago pelo recebimento do 14º e 15º no período de 2007 a 2011. Neste ano, a Receita cobrou o pagamento pelo imposto e a Casa decidiu assumir no lugar dos parlamentares.
O mesmo projeto ratificou decisão tomada em setembro pela Mesa Diretora segundo a qual a Casa arcará com o Imposto de Renda não pago pelo recebimento do 14º e 15º no período de 2007 a 2011. Neste ano, a Receita cobrou o pagamento pelo imposto e a Casa decidiu assumir no lugar dos parlamentares.
Não será cobrado imposto, entretanto, sobre dois salários extras
recebidos no início e no final do mandato dos senadores, destinada a
compensar despesas com mudança e transporte. Por determinação da
Receita, o Senado deverá recolher o Imposto de Renda sobre esses
recebimentos no passado, mas deverá entrar com ação na Justiça
posteriormente para tentar recuperar esse dinheiro, conforme o projeto.
Atualmente, cada parlamentar recebe R$ 26,7 mil por mês, fora
benefícios, como plano de saúde, cota para gastos de gabinete (que cobre
telefone, correspondências, transporte, entre outras despesas), além de
passagens áreas. (G1)
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