A Suprema Corte dos Estados Unidos negou a
suspensão da condenação à morte de dois homens que sofrem de problemas
mentais. Seus advogados alegaram a natureza de seus clientes exige um
outro enquadramento penal, e que não lhes foi permitida uma defesa
conveniente. A notícia é do portal G1.
O pedido foi
aceito pelos tribunais de apelação dos estados de Ohaio e do Arizona,
mas a última instância do país, na pessoa do juiz Clarence Thomas,
anulou a decisão após recurso das unidades federativas.
Os condenados em questão são Sean Carter e Ernest Gonzales (fotos). O primeiro foi culpado pelo estupro e assassinato de sua avó adotiva. O segundo matou a facadas um casal na frente do filho de sete anos durante um roubo.
A corte informou que a decisão não afeta julgados semelhantes ocorridos anteriormente. Em 2002, a execução de um deficiente mental foi suspensa com a justificativa de que havia risco de uma execução arbitrária. Já em 2012, dois deficientes mentais sofreram a pena capital no Texas, em um caso que foi objeto de protestos em diferentes países. A legislação americana deixa a cargo de cada estado a definição do que é deficiência mental.
A corte informou que a decisão não afeta julgados semelhantes ocorridos anteriormente. Em 2002, a execução de um deficiente mental foi suspensa com a justificativa de que havia risco de uma execução arbitrária. Já em 2012, dois deficientes mentais sofreram a pena capital no Texas, em um caso que foi objeto de protestos em diferentes países. A legislação americana deixa a cargo de cada estado a definição do que é deficiência mental.
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