Epicentro dos escândalos sexuais envolvendo padres e diáconos na primeira década dos anos 2000, a Igreja Católica nos Estados Unidos superou o trauma, mas enfrenta o desafio de se manter relevante social e politicamente às vésperas do conclave.
O maior rebanho religioso dos EUA - com 78,2 milhões de fiéis declarados - está se distanciando dos dogmas do catolicismo e clamando pela modernização da instituição em temas que vão da ordenação de mulheres ao casamento gay.
O maior rebanho religioso dos EUA - com 78,2 milhões de fiéis declarados - está se distanciando dos dogmas do catolicismo e clamando pela modernização da instituição em temas que vão da ordenação de mulheres ao casamento gay.
O cardeal Roger Mahony: papel controverso - Foto:Max Rossi/Reuters
Cada
vez mais hispânica, a Igreja também lida com novas necessidades, como
pressão por foco nos assuntos sociais, em detrimento da agenda ortodoxa
de defesa do direito à vida, e expansão de atividades e serviços, para
os quais faltam padres e recursos, após US$ 3 bilhões pagos em
indenizações nos casos de pedofilia e abuso até 2012.
Leia mais em Escândalos sexuais custam caro à Igreja Católica nos EUA
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