Segundo o IBGE, os gastos com alimentação foram os principais
responsáveis pela alta do indicador inflacionário em Belém no mês de
março, sobretudo, em virtude da alta do açaí (18,31%), que, junto com a
farinha de mandioca (3,10%), tiveram impacto de 0,26 ponto percentual
sendo os dois responsáveis por 33% do índice da região. No acumulado de
janeiro a março desse ano, o preço do açaí aponta um aumento de 55,66% e
nos últimos doze meses de 40,58%. Já a farinha de mandioca acumula
altas de 32,46% e 146,50%, respectivamente.
Entre os subitens ainda se destaca a cebola, com o maior acréscimo
registrado no último mês em Belém, 21,68%; o mamão, 12,48%; uva, 12%;
batata inglesa, 11,27%, repolho, 10,26%; ovo de galinha, 8,67%; banana
prata, 6,50%; e o camarão, 5,92%. Por outro lado, as maiores baixas
foram registradas no preço do cheiro verde (-9,37%), do caranguejo
(-5,08%), de artigos de armarinho (-4,96%), transporte hidroviário
(-4,45%) e presunto (-4,45%).
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Belém sofre os mesmos problemas que sofrem cidades como Manáus, São Luiz, por exemplo; transporte é o principal réu nos preços de vários ítens. Sobram o ICMS e os juros, sempre citados pela oposição. Os juros são iguais para todos, o ICMS não. Lembro muito bem que o então governador Jatene, durante os últimos dias de seu primeiro mandato reduziu esse imposto das contas de energia elétrica. Só que ele, como ex-secretário de Almir, foi o autor do aumento para 35%. Quatro anos depois baixou para 30. Só que antes, era 27%.
ResponderExcluirPortanto, muito mais é a ganância de comerciantes, lojistas e pessoas do próprio governo é que fazem a inflação. LUCRO. Cada vez maior LUCRO. De nada adianta baixar juros ou impostos. O lucro vem à fente de tudo. Lembram da gasolina, quando o governo reduz os preços nas refinarias? Os preços nas bombas praticamente não caem nada. A diferença vai para o bolso dos gananciosos. O resto é conversa da oposição (que se diz inteligente, como o FHC preconizou).