"Nada demais que religiosos peçam dinheiro aos fiéis para a manutenção
de suas igrejas e das meritórias obras sociais bancadas por elas. Evangélicos pedem. Católicos também. Dá quem quer. Ou quem pode. O
que distingue, porém, um religioso honesto de um desonesto é o pedido
de dinheiro em troca da garantia de graças divinas. Tipo cura de
doenças, por exemplo. Ou solução para graves dificuldades financeiras. Em nenhuma religião praticada com seriedade cobra-se por milagres. Ou pela intercessão junto a Deus.
O
pastor Marco Feliciano, recém-eleito presidente da Comissão de Direitos
Humanos da Câmara dos Deputados, pede dinheiro em espécie, bens como
carros e motos, e até senhas de cartões de crédito. Promete: os que o atenderem terão seus desejos satisfeitos. Trata-se de um picareta. Para dizer o mínimo. Os que procedem como ele são picaretas. Abusam dos que suplicam por ajuda." (Ricardo Noblat, jornalista e blogueiro)
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