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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Delegado mata a esposa

"Eu acabei com a minha carreira em apenas um minuto", disse delegado de Polícia Civil Francisco Pinto da Silva, 53 anos, ao ser preso, minutos após ter assassinado a esposa Andrea Lúcio da Silva, 32 anos, a tiros. O crime ocorreu na manhã de ontem na BR-316, próximo ao município de Capanema. Andrea foi morta com um tiro na cabeça dentro do carro do casal. A primeiras informações indicam que o crime teve motivação passional.

Francisco foi preso dentro da mata, às margens da rodovia, a cerca de 150 metros do local do crime. De acordo com o depoimento do sargento da Policia Militar Jon Telles, lotado no 11º Batalhão de Policia Militar de Capanema, o delegado não resitiu a prisão e ao avistá-lo se identificou como autoridade policial e assumiu a autoria do homicídio, informando que vítima tratava-se de sua esposa. Em nenhum momento, afirmou o policial, Francisco disse estar arrependido pelo crime e apenas se lamentava por ter acabado com sua carreira profissional. O delegado também chegou a lembrar da filha adotiva do casal, de apenas seis anos. Segundo o militar, Francisco tentou suicídio antes de ser preso, porém a pistola apresentou pane mecânica. Por ter adentrado na mata, Francisco estava com escoriações pelo corpo e na face.

O crime foi comunicado à Superintendência da Polícia Civil em Capanema, que abrange os municípios da zona bragantina e por se tratar de um policial civil, Francisco foi conduzido à Delegacia de Crimes Funcionais (Decrif), na capital, onde foi apresentado por volta das 15 horas ao delegado Sigvard Girard. Os três policiais militares que atenderam a ocorrência prestaram depoimentos. Segundo o sargento Jon Telles, Francisco não disse os motivos que o levaram a tirar a vida da própria esposa, mas revelou que o casal teria discutido a noite anterior e que as brigas teriam se tornado constantes. O policial também disse que o delegado declarou que estaria vindo para a capital para se submeter a tratamento psicológico. Durante o trajeto o casal iniciou uma nova discussão e Francisco efetuou um unico disparo. A cena do crime indicava que Andrea teria tentado se defender, em razão disso o tiro atingiu-lhe a mão, a face e atravessou o vidro do carro.
Fotos de casamento mostram felicidade
O delegado Francisco Pinto da Silva, de 53 anos, era casado com Andrea desde 1997. Há dois meses o casal oficializou a união, com uma cerimônia religiosa. Em uma rede social, a mullher, que cursava Biologia no campi da Universidade Federal do Pará em Bragança, expunha com orgulho as fotos da família. Durante os depoimentos, os comentários extra-oficiais revelaram que Francisco tinha ciúme doentio da esposa, 21 anos mais nova do que ele. As brigas se tornaram uma constante entre o casal em razão da insegurança do marido, que se tornou ainda mais obssessivo após a mulher começar a cursar uma universidade.

O casal vivia em uma residência no centro de Bragança. Francisco era pai de dois filhos, fruto do seu casamento anterior, além de uma menina de seis anos, adotada após seu relacionamento com Andrea. Apesar de demonstrar indícios de problemas psicológicos, o policial civil nunca havia procurado assistência. Francisco Pinto era servidor da Policia Civil havia 12 anos e antes de assumir da Delegacia de Augusto Correia, respondia pela Superintendencia de Altamira.
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