O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado (MPE), prendeu ontem (9) sete pessoas acusadas de envolvimento em um esquema de fraude em licitações na prefeitura de Mocajuba, no nordeste do Pará. As prisões ocorreram durante operação realizada pelo MPE em parceria com a Polícia Civil e o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Nove mandados de busca e apreensão foram expedidos, mas somente sete foram cumpridos até o fim do dia.
Na operação "Mocajuba" foram presos Ajax João Ferreira Paes, presidente da comissao de licitação de Mocajuba; Willison Acioli Lopes, secretário da comissão de licitação; Maria da Conceição Quaresma Lourinho; Thaina da Cruz Quaresma; Adriano Xavier Ramos; José Antônio Caldas Rodrigues; e Walcemor Alves da Silva. Todos são acusados de atuar diretamente no esquema fraudulento, que, segundo as investigações do MPE, desviou pelo menos R$ 8 milhões, desde 2009, dos cofres da prefeitura de Mocajuba.
Duas pessoas estão foragidas: Luís Carlos Cardoso Lopes, secretário de Finanças do município, e Miguel Océlio Seixas Quaresma, dono da Polo Engenharia, que fica dentro da empresa Point Frio, onde funciona, segundo o MP, um laboratório que fabricava licitações falsas, localizado na avenida 16 de Novembro, em Belém, onde a polícia apreendeu computadores, processos licitatórios fraudulentos prontos e centenas de documentos que comprovam o envolvimento dos presos no esquema. (Jornal Amazônia)
Na operação "Mocajuba" foram presos Ajax João Ferreira Paes, presidente da comissao de licitação de Mocajuba; Willison Acioli Lopes, secretário da comissão de licitação; Maria da Conceição Quaresma Lourinho; Thaina da Cruz Quaresma; Adriano Xavier Ramos; José Antônio Caldas Rodrigues; e Walcemor Alves da Silva. Todos são acusados de atuar diretamente no esquema fraudulento, que, segundo as investigações do MPE, desviou pelo menos R$ 8 milhões, desde 2009, dos cofres da prefeitura de Mocajuba.
Duas pessoas estão foragidas: Luís Carlos Cardoso Lopes, secretário de Finanças do município, e Miguel Océlio Seixas Quaresma, dono da Polo Engenharia, que fica dentro da empresa Point Frio, onde funciona, segundo o MP, um laboratório que fabricava licitações falsas, localizado na avenida 16 de Novembro, em Belém, onde a polícia apreendeu computadores, processos licitatórios fraudulentos prontos e centenas de documentos que comprovam o envolvimento dos presos no esquema. (Jornal Amazônia)
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