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sábado, 20 de abril de 2013

Governador Simão Jatene garante que Santa Casa não será privatizada

“A população do Pará pode ter certeza que jamais os hospitais serão privatizados. Essa conversa eu já ouvi quando construímos os hospitais Metropolitano, o de Marabá, de Santarém e de Redenção. É só lembrar o passado. E hoje a população utiliza os serviços desses hospitais, em todas as regiões do Estado, sem precisar pagar um centavo por eles”, afirmou nesta sexta-feira (19) o governador Simão Jatene, ao rebater o boato de que a Santa Casa de Misericórdia do Pará seria privatizada pelo governo do Estado.
 
Simão Jatene foi enfático ao assegurar que o governo está estudando uma nova forma de gestão para a Santa Casa – maior maternidade pública do Estado, com mais de 300 anos de existência -, que será entregue pelo governo com novas e modernas instalações. “Vamos entregar um prédio bonito, do ponto de vista da engenharia, mas principalmente um hospital que vai bem atender a população”, afirmou o governador. “Não sei qual a razão para algumas pessoas insistirem em afirmar esse tipo de coisa, apenas para confundir a sociedade, a cabeça da população. É uma pena que ainda se faça política dessa forma”, ressaltou Jatene, ao desafiar que alguém prove ter gasto um centavo para ser atendido nos hospitais públicos do Pará. 
 
Esclarecimento - A direção da Fundação Santa Casa do Pará se reuniu ontem (19) com os servidores da instituição, para informar sobre o funcionamento do novo prédio do hospital, que está em fase de conclusão. Tendo à frente a presidente da Fundação, Eunice Begot, a reunião serviu para desmentir a notícia de que o governo estaria negociando repassar a administração do novo prédio à iniciativa privada. “Sou militante do SUS (Sistema Único de Saúde), como a maioria de vocês. Acredito que a qualidade do serviço e a satisfação dos usuários do SUS dependem única e exclusivamente de nós”, afirmou Eunice Begot. 
 
A presidente garantiu que não há qualquer risco de desvalorização profissional dos servidores da instituição, pois a nova estrutura física foi projetada para atender a média e alta complexidade, e no prédio centenário, com cerca de 200 leitos, serão mantidos os serviços de Obstetrícia e Neonatologia de baixo risco, além de todo o atendimento ambulatorial. “É definitivo. Este hospital centenário vai continuar trabalhando”, assegurou. 
 
Também participaram da reunião o diretor administrativo, Daniel Miranda; a diretora assistencial, Mary Lucy Ferraz Fiuza de Mello, e a diretora de Ensino e Pesquisa, Lizomar Moia, além de quase 200 servidores, entre psicólogos, assistentes sociais, médicos, nutricionistas, enfermeiros e pessoal de apoio.  (Portal ORM)

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