Ocorrem mudanças na maneira de o povo da televisão falar, que acaba passando para o rádio, os jornais e, depois, o público em geral. Por exemplo: até uns 20 anos atrás, falava-se "risco de vida", o que entendo certo, pois era usado quando havia risco para a vida da pessoa. De um tempo pra cá, passaram a dizer "risco de morte" (risco de ocorrer morte) .
Muitos estranharam o uso do risco de vida . Recorreram à Academia Brasileira de Letras, dona da última palavra quando o assunto é a língua portuguesa. Resposta dos imortais: risco de vida e risco de morte merecem nota 10. A primeira, pela tradição. A outra, pela lógica.
Muitos estranharam o uso do risco de vida . Recorreram à Academia Brasileira de Letras, dona da última palavra quando o assunto é a língua portuguesa. Resposta dos imortais: risco de vida e risco de morte merecem nota 10. A primeira, pela tradição. A outra, pela lógica.
(Fonte: No blog da Dad)
O que os puristas da língua deveriam comentar é a maneira de os do Sudeste, Rio/São Paulo principalmente, se referirem usando uma espécie de dois sujeitos. Hoje mesmo ouvi no Programa BOm Dia Btasil uma repórter falar: "Os participantes, eles ocuparam todas as dependências..." Aí, eu, que não sou professor de línguas, pergunto se é correto o uso do pronome "eles" nessa frase, quando já foi dito o "sujeito" da oração, no caso, "Os participantes". Todo os cariocas e paulistas falam assim. Talvez por serem do sudeste maravilha. Fossem daqui do Norte, seríamos índios aculturados.
ResponderExcluirPelas razões para a concessão do 10, a Academia Brasileira de Letras merece nota 0 (zero). Ela precisa acompanhar a evolução dos tempos e ter postura objetiva sobre os fatos, naturalmente sujeitos amutações constantes. e continuar cmo está vai acabar se transformando em Academia Brasileira d Letras Mortas. E os seus membros, hoje cognominados de Imortais, paação a simples mortais (como são,de fato).
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