Os sócios do Clube do Remo estão convocados para comparecer à sede social da avenida Nazaré, no próximo dia 27, a partir das 18 horas, para votar a aprovação do novo Estatuto Social do Clube. A Assembleia Geral ocorrerá no salão nobre do Leão Azul, onde normalmente são realizadas as reuniões do Conselho Deliberativo azulino.
Desde a sexta-feira, a minuta do novo regimento do clube está disponível para consulta na secretaria da sede social remista. O associado pode comparecer ao local no horário comercial para copiar o arquivo digital contendo os 127 artigos que compõem o documento em uma mídia. Assim, os sócios terão a oportunidade de analisar as mudanças feitas antes da votação.
Para entrar em vigor, o novo estatuto deve ser aprovado pela maioria dos sócios presentes. Podem votar os associados maiores de 18 anos que tenham três anos de associação e estejam em dia com o pagamento. Os sócios proprietários, que não precisam pagar mensalidades, também têm direito a participar da Assembleia Geral. É bom lembrar que o sócio torcedor não tem direito a voto.
Se aprovado, o novo regulamento entrará em vigor ainda este ano e permitirá, entre outras mudanças, que os sócios votem na eleição para a presidência do clube, após um ano de associação, e que os presidentes só tenham direito a uma reeleição, medidas que tornam mais democrática a gestão do Leão Azul. Assim, quando o novo o estatuto entrar em vigor, os torcedores que se associarem até o dia 30 de novembro deste ano já poderão votar nas eleições presidenciais programadas para dezembro de 2014.
Entre as novidades do novo estatuto, está a possibilidade de impeachment do presidente por atos que prejudiquem o patrimônio material e imaterial do clube e a contribuição dos conselheiros com 1/3 do salário mínimo para financiar as despesas do órgão.
A proposta atual de estatuto foi criada por uma comissão coordenada por Angelo Carrascosa, procurador de Justiça do Estado, e que foi integrada ainda por outros representantes do clube. Esta comissão tomou como base o texto original elaborado pelo promotor de Justiça Benedito Wilson Sá, em um processo que durou mais de dois anos. Para elaborar o documento, a comissão também levou em consideração o novo Código Civil Brasileiro. (Jornal Amazônia)
Desde a sexta-feira, a minuta do novo regimento do clube está disponível para consulta na secretaria da sede social remista. O associado pode comparecer ao local no horário comercial para copiar o arquivo digital contendo os 127 artigos que compõem o documento em uma mídia. Assim, os sócios terão a oportunidade de analisar as mudanças feitas antes da votação.
Para entrar em vigor, o novo estatuto deve ser aprovado pela maioria dos sócios presentes. Podem votar os associados maiores de 18 anos que tenham três anos de associação e estejam em dia com o pagamento. Os sócios proprietários, que não precisam pagar mensalidades, também têm direito a participar da Assembleia Geral. É bom lembrar que o sócio torcedor não tem direito a voto.
Se aprovado, o novo regulamento entrará em vigor ainda este ano e permitirá, entre outras mudanças, que os sócios votem na eleição para a presidência do clube, após um ano de associação, e que os presidentes só tenham direito a uma reeleição, medidas que tornam mais democrática a gestão do Leão Azul. Assim, quando o novo o estatuto entrar em vigor, os torcedores que se associarem até o dia 30 de novembro deste ano já poderão votar nas eleições presidenciais programadas para dezembro de 2014.
Entre as novidades do novo estatuto, está a possibilidade de impeachment do presidente por atos que prejudiquem o patrimônio material e imaterial do clube e a contribuição dos conselheiros com 1/3 do salário mínimo para financiar as despesas do órgão.
Artigo que prevê eleições diretas para presidente gera polêmica
A proposta que gerou mais polêmica nos últimos meses é justamente a que institui a realização de eleições diretas para a presidência do executivo remista, como já acontece no Paysandu e na Tuna Luso. A proposta atual de estatuto foi criada por uma comissão coordenada por Angelo Carrascosa, procurador de Justiça do Estado, e que foi integrada ainda por outros representantes do clube. Esta comissão tomou como base o texto original elaborado pelo promotor de Justiça Benedito Wilson Sá, em um processo que durou mais de dois anos. Para elaborar o documento, a comissão também levou em consideração o novo Código Civil Brasileiro. (Jornal Amazônia)
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