A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, nesta
quarta-feira (5/6), por 26 votos a favor e um contra, a indicação do
advogado Luís Roberto Barroso (foto abaixo) para o cargo de ministro do Supremo
Tribunal Federal. Para ser nomeado pela presidente da República, Dilma
Rousseff, que o indicou, o nome deve ser aprovado pelo Plenário do
Senado. A sabatina durou sete horas e foi marcada por perguntas técnicas.
Luís Roberto Barroso, indicado pela presidente Dilma Rousseff afirmou que adotará uma postura independente no julgamento dos recursos dos réus condenados no julgamento do mensalão. Barroso disse que agirá com sua consciência, sem se deixar levar por pressões externas.
"Era muito feliz onde estava. Não preciso sair de onde estava para fazer mal serviço em lugar algum. Portanto, vou fazer o que acho certo, o que meu coração mandar. Ninguém me pauta, nem o governo, nem a opinião pública, nem a imprensa e nem os acusados. Vou fazer somente o que achar certo", disse Barroso durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Sem entrar no mérito do julgamento, Luís Roberto Barroso afirmou que estudou a jurisprudência do Supremo e chegou à conclusão de que os direitos dos réus foram garantidos, apesar de a Corte ter adotado uma postura mais dura em relação a outros casos julgados. "O julgamento foi, por muitas razões, um ponto fora da curva. Do ponto de vista jurídico, não acharia próprio, por autopreservação. Juro aos senhores que não estudei o mensalão e sobretudo as questões que estão em aberto, como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha", disse ele, que prometeu, caso seu nome seja aprovado pelo Senado, estudar o caso para estar pronto em um ou dois meses, a tempo de participar do julgamento dos recursos.
"Era muito feliz onde estava. Não preciso sair de onde estava para fazer mal serviço em lugar algum. Portanto, vou fazer o que acho certo, o que meu coração mandar. Ninguém me pauta, nem o governo, nem a opinião pública, nem a imprensa e nem os acusados. Vou fazer somente o que achar certo", disse Barroso durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Sem entrar no mérito do julgamento, Luís Roberto Barroso afirmou que estudou a jurisprudência do Supremo e chegou à conclusão de que os direitos dos réus foram garantidos, apesar de a Corte ter adotado uma postura mais dura em relação a outros casos julgados. "O julgamento foi, por muitas razões, um ponto fora da curva. Do ponto de vista jurídico, não acharia próprio, por autopreservação. Juro aos senhores que não estudei o mensalão e sobretudo as questões que estão em aberto, como lavagem de dinheiro e formação de quadrilha", disse ele, que prometeu, caso seu nome seja aprovado pelo Senado, estudar o caso para estar pronto em um ou dois meses, a tempo de participar do julgamento dos recursos.
Mais aqui >"Ninguém me pauta", afirma Barroso sobre mensalão
Atualização em 06.06.2013: O plenário do Senado aprovou ontem (5), com 59 votos a favor e 6 contrários, a indicação do advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele assumirá o posto depois da cerimônia de posse, a ser marcada pelo tribunal – possivelmente para o dia 27 ou dia 28.
Atualização em 06.06.2013: O plenário do Senado aprovou ontem (5), com 59 votos a favor e 6 contrários, a indicação do advogado constitucionalista Luís Roberto Barroso para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele assumirá o posto depois da cerimônia de posse, a ser marcada pelo tribunal – possivelmente para o dia 27 ou dia 28.

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