Simão Jatene mostrou no programa como vêm sendo utilizados os recursos da taxa mineral
O governador Simão Jatene abriu o programa de rádio “Prestando Contas” desta segunda-feira (7) esclarecendo a população sobre a utilização da Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento dos Recursos Minerais do Estado (TFRM), criada pelo atual governo, em dezembro de 2011, e rechaçando acusações de mal uso dos recursos oriundos da taxa mineral, feitas por um jornal pertencente a um grupo de comunicação.
Simão Jatene começou o programa mostrando os ataques infundados que vem sofrendo por parte desse grupo de comunicação, ligado diretamente a um partido político, cujos representantes foram afastados dos cargos que ocupavam no governo do Estado.
Em represália, o grupo, por meio de seu jornal de circulação diária, tenta, a todo custo – até mesmo jogando por terra a ética profissional - desqualificar o governo e denegrir o governador. Jatene afirmou que esse grupo de comunicação é acostumado a pressionar governos e atacar, com base em mentiras, quando tem seus interesses contrariados. “Perdendo toda a noção de limite, eles têm destilado o ódio e subestimando até a inteligência da nossa gente, apostando que nos intimidam ou que vão enganar a população, chegando ao absurdo de publicar uma foto de um hospital em Honduras e dizer que era da Santa Casa. Cheguei a alertar que poderíamos esperar qualquer coisa de quem foi capaz de praticar ato tão lamentável”, enfatizou o governador.
Simão Jatene tachou de “covardes” as últimas veiculações feitas pelo grupo de comunicação, que usa o duplo sentido como escudo contra ações judiciais. “O grupo vem repetidamente falando em desvio na utilização da taxa mineral, insinuando de forma dúbia o uso indevido. Sem poder dizer que a mesma tem sido utilizada para enriquecimento pessoal, já que todos que nos conhecem sabem como vivo, e que, apesar dos cargos que ocupei, jamais tive ou pretendi ter rádios, televisão, jornal, até por saber que é impossível montar um império de comunicação apenas com salário de político ou de servidor público. Essas pessoas falam em desvio, insinuando apropriação fraudulenta, mas sequer conseguem apontar o uso inadequado dos recursos enquanto gasto público”, afirmou.
Vitória do Pará - Sobre a TFRM, o governador explicou que o tributo é pago pelas grandes mineradoras, e seu objetivo é fiscalizar o setor mineral e melhorar as condições de vida da população afetada por esta atividade. “A taxa mineral foi adotada também em Minas Gerais. A criação da taxa, depois de muita luta, foi uma grande vitória, não do governador, mas do Pará, que cada vez mais precisa aumentar a sua capacidade de fazer com que a atividade mineral gere estradas, hospitais, escolas, segurança e outros benefícios para a nossa gente”, ressaltou.
Simão Jatene começou o programa mostrando os ataques infundados que vem sofrendo por parte desse grupo de comunicação, ligado diretamente a um partido político, cujos representantes foram afastados dos cargos que ocupavam no governo do Estado.
Em represália, o grupo, por meio de seu jornal de circulação diária, tenta, a todo custo – até mesmo jogando por terra a ética profissional - desqualificar o governo e denegrir o governador. Jatene afirmou que esse grupo de comunicação é acostumado a pressionar governos e atacar, com base em mentiras, quando tem seus interesses contrariados. “Perdendo toda a noção de limite, eles têm destilado o ódio e subestimando até a inteligência da nossa gente, apostando que nos intimidam ou que vão enganar a população, chegando ao absurdo de publicar uma foto de um hospital em Honduras e dizer que era da Santa Casa. Cheguei a alertar que poderíamos esperar qualquer coisa de quem foi capaz de praticar ato tão lamentável”, enfatizou o governador.
Simão Jatene tachou de “covardes” as últimas veiculações feitas pelo grupo de comunicação, que usa o duplo sentido como escudo contra ações judiciais. “O grupo vem repetidamente falando em desvio na utilização da taxa mineral, insinuando de forma dúbia o uso indevido. Sem poder dizer que a mesma tem sido utilizada para enriquecimento pessoal, já que todos que nos conhecem sabem como vivo, e que, apesar dos cargos que ocupei, jamais tive ou pretendi ter rádios, televisão, jornal, até por saber que é impossível montar um império de comunicação apenas com salário de político ou de servidor público. Essas pessoas falam em desvio, insinuando apropriação fraudulenta, mas sequer conseguem apontar o uso inadequado dos recursos enquanto gasto público”, afirmou.
Vitória do Pará - Sobre a TFRM, o governador explicou que o tributo é pago pelas grandes mineradoras, e seu objetivo é fiscalizar o setor mineral e melhorar as condições de vida da população afetada por esta atividade. “A taxa mineral foi adotada também em Minas Gerais. A criação da taxa, depois de muita luta, foi uma grande vitória, não do governador, mas do Pará, que cada vez mais precisa aumentar a sua capacidade de fazer com que a atividade mineral gere estradas, hospitais, escolas, segurança e outros benefícios para a nossa gente”, ressaltou.
Mais aqui >>Jatene mostra utilização da taxa mineral
Falar é fácil para qualquer político.
ResponderExcluirQuero ver ele provar para São Tomás.