Marina Silva e Eduardo Campos em cerimônia de filiação ao PSB, ontem (5)
Embora não tenham confirmado quem será o cabeça de chapa, a união de Marina e Campos certamente representa uma forte concorrência para a presidente Dilma Rousseff, que após a rejeição do registro do Rede Sustentabilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estava numa situação de conforto. Sem Marina Silva e tendo como adversários Eduardo Campos e Aécio Neves, com respectivamente 4% e 11% de intenção de votos, conforme as últimas pesquisas, Dilma poderia vencer já no primeiro turno.
Após uma queda em sua popularidade com as manifestações de junho, Dilma votou a subir na preferência do eleitorado e hoje está com 38%. Essa aceitação, no entanto, não é suficiente para garantir uma eleição logo no primeiro turno e, num possível segundo turno, a presidente terá que levar em consideração uma possível aliança de Aécio Neves com Campos e Marina.
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