MIAMI — Não há nada que impeça Diana Hernández e Belky Rubio de sair às
ruas, como qualquer pessoa comum. Mas as duas, que nem se conhecem, têm
preferido ficar em suas casas, longe dos olhos dos vizinhos e curiosos
que estranham a borracha preta de quatro centímetros de largura, com uma
grande bateria à vista, presa a um de seus tornozelos. O acessório,
instalado pela Polícia de Imigração dos Estados Unidos, onde as duas
moram atualmente, cumpre o papel de monitorar cada passo das mulheres,
literalmente. Trata-se de uma alternativa à prisão de imigrantes ilegais
no país, para garantir presença nas audiências e reduzir o número de
fugitivos.
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