Depois
da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, o centro de Brasília deve
passar por mais reformas para receber a Universíade, em 2019. Na tarde
deste sábado, o governador Agnelo Queiroz, o secretário de Esporte Júlio
Ribeiro, o ministro do Esporte Aldo Rebelo e o reitor da Universidade
de Brasília Ivan Camargo estiveram em Bruxelas para apresentar o plano
candango para sediar o evento universitário.
Brasília foi
eleita pela Federação Internacional de Esporte Universitário (FISU) por
unanimidade, com 23 votos. Com a desistência das cidades adversárias
(Baku e Budapeste), a apresentação foi uma formalidade para anunciar a
cidade como sede dos jogos. O plano inclui a revitalização do Centro
Olímpico da Universidade de Brasília e a construção de 22 novas
instalações olímpicas, incluindo quadras de tênis e uma Vila Olímpica
com mais de dois mil apartamentos.
Durante
o evento, o governador ressaltou que a cidade “tem todas as condições
de receber o evento” e anunciou vistos gratuitos para os atletas
estrangeiros que vierem à cidade. “Oferecemos o suporte para que façamos
a melhor Universíade”, afirmou. O secretário de Esporte, Júlio Ribeiro,
declarou que a pasta começa a trabalhar para
as reformas na próxima segunda feira e as licitações para as obras devem
ser publicadas em 2014.
A última vez que o Brasil
recebeu o evento foi em 1963, em Porto Alegre. A previsão é que, em
2019, 12 mil atletas universitários cheguem à cidade. Além das 17
modalidades obrigatórias, a edição brasiliense deve incluir cinco novas:
futebol de areia, futsal, triatlo, vela e vôlei de praia.
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