Fenômeno notório do mundo econômico, a venda de embarcações de luxo – que geralmente aumenta ou diminui conforme as performances das principais bolsas de valores do mundo – vem perdendo força ultimamente, apesar do momento positivo no mercado acionário internacional. Isso significa que, embora os ricos estejam ficando cada vez mais ricos, boa parte deles têm preferido segurar o cinto e evitar gastos com supérfluos.
Por conta disso, as vendas de iates de luxo, que tiveram seu “boom” há alguns anos, estão em queda livre de mais de 20% desde 2008, quando atingiram o ápice. Há também outro fator que explica essa queda: há uma certa hostilidade com relação aos mais ricos, que vem ganhando força desde a crise econômica dos Estados Unidos, há cinco anos. Em outras palavras, discrição nunca foi tão fundamental. Em tempo: na Rússia e no Oriente Médio, no entanto, as encomendas de iates continuam em alta, assim como o tamanho das embarcações, cujo mínimo é de 250 pés. (Glamurama)
Por conta disso, as vendas de iates de luxo, que tiveram seu “boom” há alguns anos, estão em queda livre de mais de 20% desde 2008, quando atingiram o ápice. Há também outro fator que explica essa queda: há uma certa hostilidade com relação aos mais ricos, que vem ganhando força desde a crise econômica dos Estados Unidos, há cinco anos. Em outras palavras, discrição nunca foi tão fundamental. Em tempo: na Rússia e no Oriente Médio, no entanto, as encomendas de iates continuam em alta, assim como o tamanho das embarcações, cujo mínimo é de 250 pés. (Glamurama)
Nada de ricos evitando gastos !!!
ResponderExcluirO que ocorre é que eles estão mais temerosos, diante de tantos escândalos disbaratados pela Polícia Federal e Receita. Basta ver os aloprados ladrões do IPI paulista todos PSDB/SP, com seus apts, carrões, lanchas e até pousadas.