Por essa o Fluminense — e seus torcedores — não esperavam. Um erro da Portuguesa, que escalou de maneira irregular o meia Heverton, na última rodada do Campeonato Brasileiro, pode rebaixar o time do Canindé e livrar o Tricolor da queda à Série B da competição. Mesmo erro teria cometido o Flamengo, que mandou a campo o lateral André Santos no duelo com o Cruzeiro — ele fora expulso na final da Copa do Brasil, contra o Atlético-PR. O Flamengo, que se for punido ficaria na 16ª colocação, até corre o risco de queda, se o Vasco conseguir os pontos do jogo contra o Atlético-PR no STJD.
Expulso contra o Bahia, Heverton cumpriu suspensão automática contra a Ponte Preta e, julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do STJD, pegou dois jogos de suspensão. Como havia cumprido um, ele teria de ficar fora contra o Grêmio, mas entrou aos 32 minutos do segundo tempo no empate em 0 a 0, no Canindé. Com isso, o time paulista perderia quatro pontos (três da punição e o do empate com o Grêmio), ficando na 17ª posição com 44 pontos. O Flu, com 46, não seria rebaixado.
Segundo o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, a CBF enviará nesta quarta ao tribunal notícia de infração. “A CBF vai encaminhar comunicado de irregularidade. Ressuscitaram o Fluminense. Vão falar muito de tapetão, mas foi erro da Portuguesa. A lei é para todos”, disse Schmitt.
Vasco
Uma reunião realizada na tarde de ontem decidiu a estratégia que o Vasco vai adotar nos tribunais para não ser rebaixado para a Série B do Brasileiro. O clube, que entra no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com um recurso hoje — último dia de prazo permitido — ressaltará, entre outros fatos, a falta de segurança na Arena Joinville antes mesmo de a bola rolar e a paralisação irregular da partida por mais de uma hora.
Quem vai defender o Vasco no tapetão é Luciana Lopes, filha de Rubens Lopes, presidente da Federação de Futebol do Rio (Ferj) e advogada do clube há três anos. Ela defendeu com sucesso esse ano o meia Carlos Alberto, acusado de doping, que teve sua punição dos tribunais brasileiros anulada pela Corte Arbitral do Esporte (CAS).
Expulso contra o Bahia, Heverton cumpriu suspensão automática contra a Ponte Preta e, julgado na última sexta-feira pela 4ª Comissão Disciplinar do STJD, pegou dois jogos de suspensão. Como havia cumprido um, ele teria de ficar fora contra o Grêmio, mas entrou aos 32 minutos do segundo tempo no empate em 0 a 0, no Canindé. Com isso, o time paulista perderia quatro pontos (três da punição e o do empate com o Grêmio), ficando na 17ª posição com 44 pontos. O Flu, com 46, não seria rebaixado.
Segundo o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, a CBF enviará nesta quarta ao tribunal notícia de infração. “A CBF vai encaminhar comunicado de irregularidade. Ressuscitaram o Fluminense. Vão falar muito de tapetão, mas foi erro da Portuguesa. A lei é para todos”, disse Schmitt.
Vasco
Uma reunião realizada na tarde de ontem decidiu a estratégia que o Vasco vai adotar nos tribunais para não ser rebaixado para a Série B do Brasileiro. O clube, que entra no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com um recurso hoje — último dia de prazo permitido — ressaltará, entre outros fatos, a falta de segurança na Arena Joinville antes mesmo de a bola rolar e a paralisação irregular da partida por mais de uma hora.
Quem vai defender o Vasco no tapetão é Luciana Lopes, filha de Rubens Lopes, presidente da Federação de Futebol do Rio (Ferj) e advogada do clube há três anos. Ela defendeu com sucesso esse ano o meia Carlos Alberto, acusado de doping, que teve sua punição dos tribunais brasileiros anulada pela Corte Arbitral do Esporte (CAS).

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