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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

“Tubby não vai vingar”, diz uma das responsáveis pelo Lulu no Brasil

Com apenas duas semanas desde seu lançamento no Brasil, o aplicativo Lulu ficou em primeiro lugar na Apple Store e em terceiro no Google Play em número de downloads. Já teve 5 milhões de visitas, 1 milhão de avaliações – isso mesmo, 1 milhão de homens já passaram pelo crivo da mulherada -, e os usuários entram pelo menos nove vezes ao dia para checar o que está rolando por lá.

Bom, se você vive em um mundo alheio à internet e afins e nunca ouviu falar no tal Lulu, a gente te atualiza. Trata-se de um aplicativo para avaliar o comportamento – e isto inclui entre quatro paredes – de homens. Nele, as usuárias podem dar notas aos rapazes que têm em seu Facebook, com hasthags “do bem” como #lindotesãobonitoegostosão e “do mal” tipo #filhinhodamamãe. Na verdade, tudo era para ser uma brincadeira, mas o auê foi tamanho que teve até noivado desfeito.

Eles, claro, resolveram se rebelar. Tragédia anunciada. Agora é a vez do Tubby vingar os moços ofendidos, que poderão dar notas ao desempenho sexual da mulherada. O conteúdo, como era de se esperar, não é nada leve. Por conta disso, um juiz de Belo Horizonte está querendo vetar o app, que ainda não foi lançado, afirmando que o próprio incita a violência contra as mulheres.

Resumo da ópera? A gente conversou com dois responsáveis pelo Lulu no Brasil: Helene Hermes, gerente de marketing, e Felipe Pacheco, redator que adaptou e traduziu para o português as avaliações do aplicativo, lançado primeiro nos Estados Unidos.

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