Quatro adolescentes, entre 12 e 16 anos, entraram na casa do ministro do
Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, na noite de
quinta-feira (16/1) e levaram dois coletes salva-vidas, além de um
caiaque. De acordo com a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA I),
no momento do furto, os menores não sabiam quem era o dono da residência
e a escolha foi aleatória.
Os jovens estavam nadando pelo lago e, quando viram uma passagem, resolveram entrar. Eles acharam um portão de aproximadamente um metro, pularam e se depararam com os equipamentos, que estavam no fundo da casa, na MI 6 do Lago Norte, onde funciona uma academia.
Segundo a polícia, os adolescentes são amigos e moram no Paranoá. No momento da fuga, os mais novos, que levavam o caiaque, ficaram para trás e foram pegos pelos seguranças do local. Os mais velhos conseguiram fugir levando os coletes e só foram encontrados mais tarde, na casa de um deles.
Os jovens estavam nadando pelo lago e, quando viram uma passagem, resolveram entrar. Eles acharam um portão de aproximadamente um metro, pularam e se depararam com os equipamentos, que estavam no fundo da casa, na MI 6 do Lago Norte, onde funciona uma academia.
Segundo a polícia, os adolescentes são amigos e moram no Paranoá. No momento da fuga, os mais novos, que levavam o caiaque, ficaram para trás e foram pegos pelos seguranças do local. Os mais velhos conseguiram fugir levando os coletes e só foram encontrados mais tarde, na casa de um deles.
No final da noite de ontem, todos já tinham sido apreendidos. Nem todos
foram ouvidos pela polícia, pois de acordo com o Estatuto da Criança e
do Adolescente, os menores devem estar à disposição para que os pais
busquem na delegacia. Três deles já foram liberados.
Os responsáveis pelo integrante mais velho não apareceram, e ele foi encaminhado ao Núcleo de Atendimento Integrado (NAI) e presta esclarecimentos ao Ministério Público. (Correio Braziliense)
Os responsáveis pelo integrante mais velho não apareceram, e ele foi encaminhado ao Núcleo de Atendimento Integrado (NAI) e presta esclarecimentos ao Ministério Público. (Correio Braziliense)
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