Leia a nota expedida pelo Sinjor:
"O Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor-PA) vem a público manifestar seu mais veemente repúdio pela forma arbitrária com que o grupo RBA trata seus trabalhadores. A empresa, sem justa causa, está demitindo todos os jornalistas que participaram ativamente da greve ocorrida em setembro do ano passado, com grande repercussão nacional.
Como se não bastasse o terrorismo implantado, nesta quarta-feira, 08, a empresa demitiu a jornalista Yorranna Oliveira, que foi dispensada quando chegava para mais um expediente e teve seu crachá bloqueado na recepção da empresa. É a sétima demissão nas mesmas circunstâncias. Já foram demitidos os jornalistas Felipe Melo, Cristiane Paiva, Adison Ferrera, Amanda Aguiar, Daniele Brabo e Edmê Gomes.
É inadmissível que um veículo de comunicação adote uma política de revanchismo e perseguição aos seus profissionais, cerceando-os de seus direitos básicos e mantendo-os sob um regime ditatorial sem precedentes.
O Sinjor-PA, solidário à causa dos jornalistas demitidos, disponibilizou sua assessoria jurídica para que providencie o ajuizamento de ação judicial cabível e todas as providências que o caso requer. Duas ações por danos morais e reintegração já tramitam na 5ª Vara do Trabalho, em Belém, com audiência marcada para fevereiro próximo.
O Sinjor-PA que sempre defendeu a liberdade de imprensa e de expressão, garante que a categoria reagirá energicamente a mais uma tentativa de calar e reprimir os profissionais de imprensa que lutam por seus direitos, e se manterá altivo e vigilante contra a censura corporativista e intimidadora de quem quer que seja."
Como se não bastasse o terrorismo implantado, nesta quarta-feira, 08, a empresa demitiu a jornalista Yorranna Oliveira, que foi dispensada quando chegava para mais um expediente e teve seu crachá bloqueado na recepção da empresa. É a sétima demissão nas mesmas circunstâncias. Já foram demitidos os jornalistas Felipe Melo, Cristiane Paiva, Adison Ferrera, Amanda Aguiar, Daniele Brabo e Edmê Gomes.
É inadmissível que um veículo de comunicação adote uma política de revanchismo e perseguição aos seus profissionais, cerceando-os de seus direitos básicos e mantendo-os sob um regime ditatorial sem precedentes.
O Sinjor-PA, solidário à causa dos jornalistas demitidos, disponibilizou sua assessoria jurídica para que providencie o ajuizamento de ação judicial cabível e todas as providências que o caso requer. Duas ações por danos morais e reintegração já tramitam na 5ª Vara do Trabalho, em Belém, com audiência marcada para fevereiro próximo.
O Sinjor-PA que sempre defendeu a liberdade de imprensa e de expressão, garante que a categoria reagirá energicamente a mais uma tentativa de calar e reprimir os profissionais de imprensa que lutam por seus direitos, e se manterá altivo e vigilante contra a censura corporativista e intimidadora de quem quer que seja."
Honestamente: a Empresa RBA, tal como as outras do ramo em Belém fazem o que lhes convier com seus funcionários, desde que sem arranhar as Leis Trabalhista. Não sei, nem a nota fala, se os demitidos são trabalhadores formais, isto é, têm carteira assinada. Todo mundo sabe que a grande maioria que trabalha nessas empresas são "PJ".
ResponderExcluirDaí, não se tratraria de demissão mas sim de distrato.