Diante da possibilidade de o deputado Jair
Bolsonaro (PP-RJ) assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos
da Câmara, ativistas fizeram ontem um ato de protesto contra o
parlamentar. A alguns metros da sala na qual o colegiado estava reunido,
cinco mulheres promoveram um "beijaço gay" e entoaram palavras de ordem
em defesa da liberdade de expressão.
Bolsonaro é criticado por ter opiniões consideradas preconceituosas contra minorias que, segundo ele, "têm que se curvar à maioria". O deputado bateu boca com o grupo e criticou quem defende pena maior para o crime de homofobia. Ele ainda disse que presos não devem ter proteção dos direitos humanos. "A única coisa boa do Maranhão é o presídio de Pedrinhas", debochou o deputado, referindo-se ao centro de detenção de São Luís em que 62 detentos foram assassinados nos últimos meses.
Bolsonaro é criticado por ter opiniões consideradas preconceituosas contra minorias que, segundo ele, "têm que se curvar à maioria". O deputado bateu boca com o grupo e criticou quem defende pena maior para o crime de homofobia. Ele ainda disse que presos não devem ter proteção dos direitos humanos. "A única coisa boa do Maranhão é o presídio de Pedrinhas", debochou o deputado, referindo-se ao centro de detenção de São Luís em que 62 detentos foram assassinados nos últimos meses.
Mas o destino da comissão, no entanto, segue incerto. A Câmara adiou
para a próxima semana a decisão sobre o comando das comissões
permanentes da Casa por causa de dois impasses envolvendo o PT, que tem
direito a três colegiados. A legenda pediu mais tempo para escolher.
Apesar da indefinição, o líder petista Vicentinho (SP) disse que nunca
mais a SDH "passará pelo constrangimento que passou no ano passado", em
referência à polêmica gestão do deputado-pastor Marco Feliciano
(PSC-SP).
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