As entidades médicas do país voltaram a se unir contra o Mais Médicos, programa do Ministério da Saúde que será peça-chave na campanha eleitoral deste ano. Em nota divulgada ontem, elas se dizem "indignadas" com a "irresponsabilidade de gestores do SUS [Sistema Único de Saúde]" pelas condições, tidas como inadequadas, ofertadas aos médicos inscritos no programa.
A nota é assinada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), pela Fenam (Federação Nacional dos Médicos) e pela AMB (Associação Médica Brasileira).
Nela, os grupos expressam um "total repúdio às agressões aos direitos humanos, individuais e trabalhistas aos quais os intercambistas estrangeiros e os médicos brasileiros foram e têm sido submetidos". As três entidades defendem a apuração das denúncias e dos "indícios de irregularidades" na contratação dos médicos, por meio de uma bolsa, e não de um contrato formal de trabalho, por Ministério Público e Justiça.
Leia o teor da nota, aqui >Entidades médicas nacionais repudiam ...
A nota é assinada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), pela Fenam (Federação Nacional dos Médicos) e pela AMB (Associação Médica Brasileira).
Nela, os grupos expressam um "total repúdio às agressões aos direitos humanos, individuais e trabalhistas aos quais os intercambistas estrangeiros e os médicos brasileiros foram e têm sido submetidos". As três entidades defendem a apuração das denúncias e dos "indícios de irregularidades" na contratação dos médicos, por meio de uma bolsa, e não de um contrato formal de trabalho, por Ministério Público e Justiça.
Leia o teor da nota, aqui >Entidades médicas nacionais repudiam ...

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