Aloysio, Lula e Bueno
No sábado, em Ribeirão Preto, ele mandou um recado claro a Joaquim Barbosa e pediu que eventuais políticos togados mostrem a cara e assumam sua atuação política. No dia seguinte, retomou o tema em sua página no Facebook, com a mensagem: "O papel de um ministro da Suprema Corte é falar nos autos do processo e não falar para a televisão o que ele pensa (...) Se quer fazer política, entre para um partido".
O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), disse que falta compostura ao ex-presidente. “O que o descredencia é exatamente a crítica desrespeitosa ao tribunal pelo fato de ter condenado seus companheiros no mensalão. Esse comportamento é fruto do ressentimento pela condenação de seus companheiros — disse o líder tucano”. O Senador lembrou ainda o episódio “Por que não te calas?” entre o rei Juan Carlos da Espanha e o então presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em dezembro de 2007, na cúpula ibero-americana, em Santiago (Chile), e aconselhou Lula a ficar calado.
Já o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), afirmou que o ex-presidente não está em sintonia com as manifestações pelo fim da corrupção no país. “Não houve perseguição. Foi dada ampla defesa a todos os réus. A sociedade se sente contemplada com esse julgamento porque a justiça foi feita”. (Brasil 247)

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