Dol
Fábio da Cruz da Silva e Rosimere Benício Ferreira (foto) foram presos ontem (2) acusados de subtrair, por meio de um golpe, 40 quilos de ouro avaliados em cerca de R$ 3 milhões. Eles fazem parte de uma quadrilha interestadual de estelionatários, que age em todo país, formada por mato-grossenses e paulistas.
Fábio foi preso no estado do Mato Grosso pelo investigador Paulo Gennaro Moreira, com apoio da Polícia Civil paraense. Rosimere foi presa em São Paulo. Os presos devem ser transferidos para a sede da Polícia Civil, em Itaituba, sudoeste paraense, neste domingo (4). As prisões haviam sido decretadas pela Justiça de Itaituba.
Outras pessoas também estão envolvidas com o grupo, entre elas um empresário de origem francesa, estabelecido em Belém, o qual também teve mandado de prisão decretado e permanece foragido.
Segundo o delegado Jardel Guimarães, titular da Superintendência Regional do Tapajós, sediada em Itaituba, as vítimas dos golpistas são dois irmãos, que atuam como empresários no ramo de comércio de ouro, na área do garimpo Tabocal, em Itaituba. O delegado explica que o crime foi cometido em 24 de dezembro do ano passado. Na época, detalha o delegado, o grupo de golpistas entrou em contato com as vítimas, inicialmente por telefone, alegando que eram empresários de Brasília, no Distrito Federal.
Fábio foi preso no estado do Mato Grosso pelo investigador Paulo Gennaro Moreira, com apoio da Polícia Civil paraense. Rosimere foi presa em São Paulo. Os presos devem ser transferidos para a sede da Polícia Civil, em Itaituba, sudoeste paraense, neste domingo (4). As prisões haviam sido decretadas pela Justiça de Itaituba.
Outras pessoas também estão envolvidas com o grupo, entre elas um empresário de origem francesa, estabelecido em Belém, o qual também teve mandado de prisão decretado e permanece foragido.
Segundo o delegado Jardel Guimarães, titular da Superintendência Regional do Tapajós, sediada em Itaituba, as vítimas dos golpistas são dois irmãos, que atuam como empresários no ramo de comércio de ouro, na área do garimpo Tabocal, em Itaituba. O delegado explica que o crime foi cometido em 24 de dezembro do ano passado. Na época, detalha o delegado, o grupo de golpistas entrou em contato com as vítimas, inicialmente por telefone, alegando que eram empresários de Brasília, no Distrito Federal.
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