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terça-feira, 6 de maio de 2014

Cheque Especial: ´Um buraco sem fundo`

A maior parte dos brasileiros pendurados no cheque especial (69%) não faz ideia de quanto paga de juros, segundo uma pesquisa feita pelo instituto de pesquisas Ilumeo, em parceria com a Ricam Consultoria. O agravante é que as taxas mensais nessa modalidade são muito altas, variando de 5,18% a 10,71% ao mês, nas seis maiores redes bancárias do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco e Santander.

Para o educador financeiro Reinaldo Domingos, o desconhecimento é o principal motivo que leva ao endividamento no cheque especial. - É um buraco sem fundo. Os juros são altos demais. A cada sete meses, o valor da dívida dobra - ressaltou.

Por ano, as taxas chegam a 238,9%. Com isso, uma dívida de R$ 500 sobe para R$ 1.690 após 12 meses. Para Domingos, o jeito é negociar: -  Quem está numa situação dessas deve procurar o banco e trocar a dívida. O ideal é fazer um consignado ou, pelo menos, um empréstimo pessoal, em que as taxas não passam de 4% ao mês. A partir daí, é zerar o cheque especial e não voltar mais a se endividar.

- É preciso entender que o cheque especial não é uma continuação da conta-corrente. O fato de ser liberado automaticamente quando o cliente fica com a conta negativa faz com que muita gente se enrole com taxas tão altas. E elas são altas justamente pela facilidade de serem pré-aprovadas - explicou Domingos.

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