Morreu sexta-feira (2), em Goiânia, o bispo emérito da cidade de
Goiás, dom Tomás Balduíno. O religioso tinha 91 anos e morreu em
decorrência de uma tromboembolia pulmonar. Em 1957, foi nomeado superior
da missão dos dominicanos da Prelazia de Conceição do Araguaia, no
Pará, onde começou a conviver com a realidade de indígenas e camponeses.
A Pastoral da Prelazia acompanhava sete grupos indígenas. Para
desenvolver um trabalho mais eficaz com os índios, dom Tómas fez mestrado em
antropologia e linguística na Universidade de Brasília, que concluiu em
1965. Estudou e aprendeu a língua dos índios xicrins, dos grupos Bacajá e
Kayapó.
Em 1965, foi nomeado prelado de Conceição do Araguaia. Na região atuou para impedir a invasão de áreas indígenas e a expulsão de pequenos camponeses por parte de grandes empresas agropecuárias.
Foi nomeado bispo da cidade de Goiás em 1967, onde permaneceu durante 31 anos, até 1999. Ao completar 75 anos, renunciou e mudou-se para Goiânia. Seu ministério episcopal coincidiu, a maior parte do tempo, com a ditadura militar (1964-1985).
Dom Tomás teve papel importante na criação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), em 1972, e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 1975. Foi presidente do Cimi, de 1980 a 1984, e presidente da CPT, de 1999 a 2005.
Em 1965, foi nomeado prelado de Conceição do Araguaia. Na região atuou para impedir a invasão de áreas indígenas e a expulsão de pequenos camponeses por parte de grandes empresas agropecuárias.
Foi nomeado bispo da cidade de Goiás em 1967, onde permaneceu durante 31 anos, até 1999. Ao completar 75 anos, renunciou e mudou-se para Goiânia. Seu ministério episcopal coincidiu, a maior parte do tempo, com a ditadura militar (1964-1985).
Dom Tomás teve papel importante na criação do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), em 1972, e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 1975. Foi presidente do Cimi, de 1980 a 1984, e presidente da CPT, de 1999 a 2005.

Nenhum comentário:
Postar um comentário