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sábado, 7 de junho de 2014

Na coluna do Hamilton Gualberto - jornal Amazônia:

Justiça
O que dizer de um jogo de futebol em que o time favorito é goleado? Pouca coisa. Brio ferido, rabinho entre as pernas e uma vontade louca de mandar para a vala comum o fracasso de cinco dias antes. Os ingredientes usados pelos vencedores foram o destaque.
Chororô
Como no futebol o que vale são os últimos resultados, o empate bicolor até então heróico que deu o título, já ficou pra trás. O que está registrado como feito inesquecível é mesmo o “chocolate” da última quarta-feira. Sem choro, nem vela ou fita amarela.
Bravos
A torcida remista compareceu em pequeno número no Mangueirão ressabiada com o resultado negativo do jogo anterior. Jamais imaginaram os fanáticos ausentes que os garotos do Baenão fossem substituir “as cobras criadas” com tanta bravura e eficiência.
Potencial
Fica provado, definitivamente, que o potencial dos garotos da base, é uma realidade. Que tal se os dirigentes retornassem ao sistema antigo - já para 2015 - de restringir o número de inscrições de atletas de fora? Seria a oportunidade para os jovens talentos.
Futurosos
Jogadores como Pikachu, Djalma e Leandro Carvalho, pelo Bicola, não precisam provar nada. Já são reais. Outros como Igor João, Alex Juan, Ameixa, Tsunami e Rony, pelo Remo têm potencial mas precisam ser usados adequadamente no momento próprio.
Terceiro Tempo
Mazola, tido e havido como o “máximo” na Curuzu está com os dias contados. Palavras do diretor de futebol Roger Aguillera não deixam dúvidas. “Haverá mudança. Até quando vencia o time não convencia. Absurdo o Capanema na lateral esquerda”. Credo!

Ao final do clássico, o treinador alvi-azul arrebentou: “O time não é de chegada. Talvez seja bom em pontos corridos. Tem jogador que não merece vestir a camisa bicolor (referindo-se ao zagueiro Charles). Ainda há chance, pois tudo é possível no futebol”.

Correta a atitude da direção azulina orientando jogadores a controlar a língua, evitando provocações ao adversário. Até porque o campeonato não terminou. Está viva a “virada” sobre o Paragominas. O lema azul é respeitar o adversário. Grandeza explícita.

A dúvida do torcedor azulino é se o treinador vai deixar no banco o Fabiano, o Rafael Andrade e o Dadá. Em time que está ganhando não se mexe. Logo essas estrelas deveriam ficar no banco. Agora, se o Roberto Fernandes tem aquilo roxo, é outra coisa.

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